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domingo, 26 de junho de 2011

24/06/2011

[Manhã]
Não acordei muito cedo, para dizer a verdade. A madrinha foi quem me tirou do sono, anunciando que trouxera camisolas para eu e o mano vermos e experimentarmos. Devo dizer que adorei as t-shirts que ela trouxe!

Depois disso fui para a sala escrever um pouco... Tive uns sonhos um bocado estranhos... Levantei-me com a vontade de ir para o computador, mas o pai não está em casa e não sei onde estão os portáteis...

Na verdade, agora estou ansioso. Não sei a que horas - nem mesmo se ele vai fazê-lo - é que o meu ídolo me envia uma sms para eu lhe ligar. Será que vou conseguir que ele aceda ao meu pedido que eu lhe ando a fazer já há algum tempo...? Eu gostava de manter o meu nome, Elijah, por isso, por favor!!? haha. Logo à noite volto a escrever o que se passou durante o dia. Estou agora a escrever enquanto tenho as coisas frescas na cabeça. Ah! O J.T. ligou-me a perguntar se eu queria ir dar uma volta com ele. LOL. Respondi-lhe "Só se me quiseres vir buscar ao Norte, que eu não estou em Sintra, rapaz haha". Oh! A avó A. está a chamar para ir comer - batatas fritas!!

[Tarde]
voltei agora a casa. fui com os pais, o mano e a madrinha à Guarda. O pai comprou um fato para o casamento da prima P, e a mãe comprou um vestido.

Como combinado, o Elijah enviou-me uma sms a dizer que eu lhe podia ligar naquele momento. Assim que consegui afastar a abelha do mano e arranjar um sítio sossegado longe do pessoal, lá lhe liguei. Como sempre, fiquei nervoso, a tropecar um pouco nas palavras. ainda lhe tive de ligar mais umas vezes - primeiro só o consegui ouvir dizer "olá" antes de a chamada ir abaixo e, mais tarde, o ecrã tátil (que odeio seriamente) tornou-se uma desvantagem quando o encostei à cara...

A conversa não fui muito longa e tive de desligar para não gastar muito dinheiro. Por alturas do final da conversa, fiquei um bocadinho perdido com o som da sua voz (LOL?)... Lembro-me perfeitamente de conseguir descrever a voz do K. -calma, que transparece uma atitude ponderada sobre as coisas... -, mas a do Elijah? Nosso Senhor, que fiquei sem palavras para descrever aquela voz tão agradável ao meu ouvido.

Para que conste, odeio a letra com que estou a escrever neste caderno... tenho de a pôr toda em itálico e quase impercetivél para proteger o conteúdo deste texto de olhares curioso.

Já estou a divagar, mas enfim... Tenho de ir. À noite vamos às festas de S. João, cá na Aldeia... Mas não estou com vontade nenhuma de ir...

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Crónicas de uma Saída.

Foi engraçado, ir com o A. e com o J.T. ao Fórum. Andámos por lá, fomos ver A Ressaca Parte II. O filme é idêntico ao primeiro, mas mantém a sua piada.

O J.T. anda com uns problemas com a namorada. Pelos vistos ela está prestes a cair no engano de um tipo que não tem jeito nenhum, e não dá ouvidos ao que o J.T. diz. E, ainda por cima, diz que ele é muito ciumento. Sim, ele é uma pessoa ciumenta, mas não é por tudo e por nada, porque quando tem ciúmes, tem com razão, digo por experiência própria. Mas enfim...

São dramas destes que às vezes penso duas vezes antes de desejar estar apaixonado. Lembro-me de ter dito a uma pessoa que "não deves fechar-te completamente ao amor, podes estar a escapar a oportunidade de seres feliz". Não sei se a pessoa a quem disse isso ainda se lembra de eu ter dito tal coisa... De qualquer das formas... Acho que agora compreendo o que é, querer fechar-me completamente ao amor. Acho que magoaria muito mais gente se me apaixonasse por alguém...

Já estou a divagar... Deve ser do cansaço? Hoje acordei bem, mas estou com a sensação esquisita... Sabem aquela sensação que sentem quando ouvem um fado? Aquela saudade inexplicável, que não sabem bem porque lá está, mas que vos faz querer continuar a ouvir a música até ao fim, pensar no que têm e no que gostariam de ter? Acho que é isso que sinto... Tenho de escrever qualquer coisa animada...

(Acho que o que preciso mesmo é ir comer umas colherinhas de mel... xP)

Cheers! =D

sábado, 11 de junho de 2011

O Vício que corre na Família...

Começou com a Tia. Passou-o para mim, depois para o mano e para o pai e, mais recentemente, atingiu a  mãe. Não, não é um vírus grave, ou um vício mau... Ou pelo menos, muito mau. Refiro-me ao Farmville. Sim. Todos cá em casa jogamos Farmville, mas a minha mãe tem o caso mais crónico de sempre. O meu pai precisou do portátil por uns momentos. Dois minutos depois, sim dois minutos depois, estava já de volta de mim, suplicando-me para a deixar jogar no meu computador. Ela que nunca mais me diga que eu e o mano somos viciados nos jogos! ah-ah! O mais engraçado é quando ela me chama a mim e ao mano para a ajudar a jogar. Porque é que ela precisa de ajuda? Porque ela não sabe inglês, e o jogo está todo nesse idioma. Obviamente que eu e o mano sempre a vamos ajudando, enfim...

Como se o vício no Farmville não bastasse, à medida que escrevia este post, o Weasley pô-se a conversar comigo sobre, nada mais, nada menos do que MMORPGs... [Massive Multiplayer Online Role Playing Games]

sim, sou um aficionado do género, e já joguei muitos jogos online, entre eles:
  • World of Warcraft, 
  • Metin 2, 
  • Shayia, 
  • Fiesta, 
  • Champions Online (um dos meus preferidos), 
  • Dungeons & Dragons Online,
  • League of Legends, 
  • Fists of Fu (outro dos meus preferidos), 
  • Rumble Fighter,
  • Fantasy Tennis
  • Planet 51 Online (sim... Não me orgulho, mas joguei... xD)
  • Tm Nations Forever
  • Need For Speed World
  • Free Realms
  • Cloud Nine (o quão eu fiquei espantado quando descobri que tinha jogado um jogo cujo nome era igual ao título de uma letra dos Evanescence de que gosto imenso... xD)
  • Counter-Strike Source
  • Silkroad
  • Battle of The Immortals,
  • Project Powder,
  • Audition
  • Requiem: Memento Mori (muito gore, mas lindo até à última gota de sangue...)
  • Battle Forge,
  • Runes of Magic (outro dos meus preferidos)
  • Free Jack (um jogo online de Parkour... LINDOO *.*... Claro, eu gosto de fazer parkour... Mas só sei coisas muito básicas e já não pratico há imenso tempo... eu e o J.T. temos que combinar um dia e andar pela vila tipo macacos... xD)
  • Florensia,
  • Pirates of The Burning Sea (já imaginaram um jogo onde podem ser o pirata dos vossos sonhos? ´´E este jogo.)


Enfim... se forem a este site, encontram vários jogos online... Seria mais fácil dizer-vos que jogos da lista desse site é que eu ainda não joguei... xD

Mas por agora, o meu vício tem mesmo repousado no Champions Online. :) No entanto, tenho andado ansioso por experimentar Age of Conan, desde que anunciaram que ia ficar gratuito para jogar.

Cheers!! =D

quinta-feira, 5 de maio de 2011

J.T.

Ultimamente a minha vida tem girado à volta de pessoas. Costuma ser à volta dos sentimentos, mas as coisas estão diferentes. Hoje eu perguntei ao J.T., sendo ele da mesma turma que a Bia, se lhe podia pedir para ela vir ter comigo, que eu precisava de falar urgentemente com ela sobre um assunto. Esse assunto era o Miguel, mas enfim. Agora à pouco, ele perguntou-me o que queria eu falar com a Carolina. Disse-lhe de que se tratava. E depois ele perguntou: "E porque é que tens essa data no teu nick: 30/4/11?". O meu coração começou a bater mais depressa. "Porque tive um dia bom...". Mas ele não se deu por satisfeito.
- E porque é que foi um dia bom?
- Porque fui ter com uma pessoa, e depois fui ao Karaoke com o meu pai...- Informo.
- Uma pessoa?
- Sim...
- Porque é que tu e a Bia me contam sempre as coisas em último?
- Não é uma questão disso, é só que eu não sei se reagirias bem ou mal...
- Porque é que havia de reagir mal?
- Porque eu namoro com essa pessoa... E essa pessoa é um rapaz... Não te contei antes porque não sei qual a tua opinião...
E então, fiquei preocupado. Eu acabara de dizer ao meu melhor amigo que sou gay, e não fazia a mínima ideia de como ele iria reagir.
- A minha opinião sobre as outras pessoas? Não importa. Tu és o meu melhor amigo à 11 anos, não é por causa disso que me ia afastar de ti.
Senti-me aliviado. Ele acrescentou que não queria servir de vela. Eu respondi que não tinha intenções de ter velas ao meu redor quando estiver de novo com o K.. xD. Acabei por lhe pedir desculpa por ter tido receio de lhe contar. Mas ele parece ter aceite bem e de forma compreensiva. :) Mais uma boa surpresa para o dia de hoje. Sinto-me bem com todo este apoio por parte das pessoas a quem contei, e espero que muitos tenham a mesma sorte que eu tive de ter amigos compreensivos e de mente aberta, que vos apoiem incondicionalmente.

Cheers =D

quinta-feira, 17 de março de 2011

Dia de Cão

Não me perguntei porquê, mas hoje andei o dia inteiro de mau humor... Acho que estou num daqueles dias. Para melhorar a situação, o meu computador não estava a querer ligar a placa de rede da internet. Quando finalmente a consegui ligar, o browser não funcionava -.- Só me apetecia partir este fóssil...
Tive teste intermédio de Biologia hoje de manhã. Eu estava um pouco preocupado mas era facílimo. Ao menos isso correu-me bem...
Mas a minha salvação foi sem dúvida o J.T. Ele pôs-me a ver vídeos para rir no youtube. Já estou um pouco melhor, após algumas gargalhadas bem dadas.
Agora, é ver como corre o resto da noite. Mas sinto-me desmotivado, só de pensar que tenho de entrar amanhã às oito da manhã...
Anyway... Estou a começar a trabalhar numa nova história. Não será tão grande como a minha última, mas vou ver o que se pode fazer.
Gostava de ter isto...

sábado, 12 de março de 2011

I Dreamed a Dream in Time Went By

Acho que o título do post, apesar de ser a citação de parte de uma das músicas do musical Lés Miserábles, aplica-se. I dreamed a dream in time went by... Sonhei um sonho em tempos idos... Sonhei que as coisas não tinham mudado, sonhei que tudo estava como antes. Eu sentia que estava tudo diferente. Mas há coisas que cá continuam, sempre. Pequenas coisas, que acabam por fazer o meu dia. Sonhei que estava de olhos fechados e tinha de descobrir onde estava. Senti a frescura da areia da praia granulada nos meus pés descalços, ouvi as ondas do mar galgarem a margem graciosamente. Senti o cheiro salgado do mar. Comecei a imaginar o cenário à minha volta. Mas depois mudou. Os pés continuavam descalços e sentiam a frescura, mas desta vez das folhas de relva que cobriam o solo húmido. O cheiro do campo molhado após uma chuvada invadiu-me o nariz, e a minha mão passou pelo tronco rugoso e áspero de uma árvore. Sentia a sombra que a árvore fazia sobre mim, os raios de sol a serem filtrados e divididos pelas folhas, fazendo círculos imperfeitos mas belos no chão verdejante. Quando comecei a ver a imagem do local onde estava, voltou tudo a ficar negro, e soube que estava noutro sítio. Continuava descalço e sentia um chão um pouco áspero. Cascalho. Ouvi alguém correr ao meu lado. Sentia o cheiro subtil das pedrinhas e do metal do baloiço. Ouvi um comboio. Sabia onde estava: o pequeno parque infantil em frente à estação, perto da casa dos meus avós. Assim que comecei a imaginar o escorrega, o baloiço e o balancé, voltou tudo a ficar negro. Desta vez ouvia o rio. Os meus pés sentiam a madeira de um cais. A minha mão estendeu-se para o lado e pude aperceber-me que ao meu lado havia plantas do género de canas. Sim, sabia exactamente onde estava. tinha tirado algumas fotos com a Bia e o J.T. ali, ainda pouco tempo antes. Estava no Parque das Nações. Assim que comecei a vislumbrar o Tejo lá ao fundo, voltou tudo a ficar negro. Agora não sentia nada. Apenas um calor atraente, aconchegante. Espera. Oiço algo. Um coração a bater. Deve ser o meu. Sim, é o meu. Não. Oiço algo mais. Um frágil eco desse coração. Um pequeno coração mais fraco, mas já cheio de vida, batia compassadamente com o outro coração. Era o coração de um bebé que batia com o meu? Mexi-me. O ambiente à minha volta era pesado, como se estivesse debaixo de água. A minha visão era turva. Atrás de mim estava escuro. No entanto, conseguia ver uma luz faca, avermelhada à minha frente... Parecia... Parecia que a luz estava a atravessar uma barreira de pele. Olhei para o meu peito magro. Uma pequena luzinha branca trémula piscava ao ritmo do coração mais pequeno. Percebi onde estava. O coração que batia forte não era o meu, mas o da minha mãe. Eu era o bebé dono do coração mais fraco. Estava no útero, ainda por nascer. Ouvi as vozes abafadas dos meus pais. Alguém encostou a cabeça à barriga da minha mãe, para me ouvir. Tentei alcançá-la, mas tudo voltou a ficar negro. Continuava a ouvir um coração. A respiração. Sim, agora estava a ouvir o meu próprio corpo. Oiço uma voz, que nunca antes tinha ouvido, dizer que me ama. Abro os olhos para tentar ver quem foi. Quando o faço, acordo do sonho. O coração continua a bater A respiração continua igual. O tecto branco continua branco. Os lençóis bege continuam da mesma cor. O edredão vermelho continua vermelho. A cama branca continua branca. Os cortinados brancos continuam brancos. O chão de madeira continua castanho-claro. Tudo está como antes. Eu sou a mesma pessoa. Apenas sei mais sobre mim do que sabia antes. Mas isso está diferente. O conhecimento tem preço. E o conhecimento muda a nossa forma de ver a vida. As grandes coisas, pelo menos. As pequenas coisas agradáveis da vida: a praia, o campo, o parque infantil, o Parque das Nações, o calor do útero, o abrigo do meu próprio corpo e da minha mente... O amor que alguém poderia sentir por mim. Tudo isso continua o mesmo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Que constrangedor...

O dia de hoje correu muito bem. Se tirarmos certas coisas que ocorreram... Bom, começando a história pelo início, fui sair com o meu melhor amigo e a minha melhor amiga, o J.T. e a Bia. Fomos dar uma volta pelo Vasco da Gama e pelo Parque das Nações. Até aí tudo bem, mas, conversa puxa conversa e acabei a comentar que o rapaz que gostava de mim já me tinha esquecido. Eu estava cheio de vontade de lhes contar sobre mim, mas esperei um pouco mais, para saber as suas reacções. O J.T., como sempre, quando o assunto o incomoda, simplesmente fica calado. A Bia, diz o que não deve... Ela comentou logo "Mas que o rapaz era gay já todos sabiam!" e não se ficou por aqui, continuando "Já viste o que era, eu ter um melhor amigo gay? Bah, que horror". Nesta altura estávamos a atravessar a estrada e eu só dizia para comigo "oh, deuses do Olimpo, por favor, façam com que aquele carro avance e me leve desta para melhor...". Mas ela ainda não tinha dito tudo o que tinha a dizer: "Claro, mas se fores gay, não precisas de ter medo de admitir, que eu não tenho nada contra isso, até porque o meu cantor preferido [George Michael... sim, o vocalista dos Wham!, sim, essa é aquela banda que cantava o "wake me up, beforee you go-go..."] é homossexual...". Ela olhou falou num tom como se desconfiasse de algo. Lembro-me de ela me ter contado que o rapaz que gostava de mim lhe tinha dito que eu precisava dela neste momento e que precisava que ela passasse tempo comigo. Tenho medo que ele lhe tenha contado a razão pela qual eu necessito do apoio dela... Foi um momento um bocado constrangedor. E eu fiquei calado, sem lhe responder nada, como que num impasse. Acho que transmiti a mensagem que há algo que lhe estou a esconder. Isso não me agrada, porque ela é completamente honesta comigo e conta-me tudo o que se passa na vida dela (incluindo as cenas mais eróticas que ocorrem com o namorado mas que não incluem sexo...). E nisto, não sei o que fazer... contar-lhe, não contar... Já estive mais certo da minha decisão, mas, neste momento, sinto-me isolado e perdido.