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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013

Parece que afinal sempre sobrevivemos ao fim do mundo, supostamente agendado para dia 21 de Dezembro. Felizmente, acho que ainda estamos todos bem vivos. Estes últimos dias de Dezembro têm sido bem passados, preguiçosos sem fazer nada de jeito, se bem que agora que a época dos exames está a começar, tenho de me aplicar mais nisso.

Ora, no dia 23 fui de viagem para o norte, para casa dos meus avós maternos, para passar o Natal. Desta vez a consoada foi passada em casa da minha madrinha, entre a família, lá passámos o tempo até à meia noite a jogar cartas, depois de termos voltado de uma visita a casa dos sogros da minha Prima. (Não sei se quero recordar o facto de que o cão da minha prima me tentou trepar as pernas e não, não digo isto no sentido literal, infelizmente...). Lá ensinei a minha prima a jogar um jogo de cartas, para variar, uma vez que conheço muito poucos e normalmente ocorre o oposto - é ela a ensinar-me a mim. Acabei também a ensinar os meus pais a jogar. Entretnato chegou o momento de abrir as prendas, e depois de ir para casa. Devo dizer que aguientei até pouco tarde este ano no natal... Era uma da manhã e estava já a sonhar na minha caminha bem quente e confortável. Bom, pelo meno este ano o inverno lá não foi tão frio como de costume.

Voltei no dia 26 de manhã, e no dia 27 de manhã, estava já de caminho para o Algarve, para passar três dias com o Elijah. Bem que estavamos a precisar, depois do stress que passámos... Devo dizer que adorei lá estar, como sempre, afinal de contas, nem sempre tenho a possibilidade de poder celebrar um ano e meio de namoro com a minha cara metade (principalmente pelo facto de só ocorrer uma vez numa vida inteira, mas pormenores à parte... Lol). E ele até me ensinou um jogo novo (e ganhei a primeira ronda, mas ainda desconfio que foi mesmo sorte de principiante porque perdi os restantes que fizemos). Deuses, o ensopado de Javali que a mãe do Elijah fez estava mesmo saboroso! Há anos que não comia javali, e deixei o meu pai cheio de inveja, uma vez que ele também gosta bastante de carne de Javali, e até foi ele que me introduziu ao dito petisco. E assim se passaram os dias 27, 28 e 29, sempre na presença de uma das pessoas mais importantes da minha vida (arrisoc mesmo a dizer a mais importante). É... O amor tem destas coisas. Custou  voltar a casa... é sempre uma experi~encia agri-doce, porque, por um lado, não o posso ter bem junto a mim, mas por outro, afinal de contas, sempre estoua  voltar a casa, e isso é algo que nunca é completamente mau para mim.

E finalmente, a passagem de ano. Normalmente passamos o final de ano com a família, mas este ano foi diferente. Fomos passa a casa de uma amiga dos meus pais, a Ana. Devo dizer que adorei a experiência. Só para ter noção, quase que nos passava a meia noite ao lado, tão distraidos que estávamos, e nem demos pelas cinco da manhã chegarem. Mas voltando ao início da noite, houve entradas, comida self-service, e sobremesas bem saborosas. Pouco antes da meia noite fizemos uma coisa que achei bastante interessante. Foi dado a cada convidado uma ciaxinha com uma vela e um papelinho com uma mensagem escrita, que nos faria reflectir (de notar que as caixas foram escolhidas aleatoriamente). Um a um, lemos a mensagem que nos calhou em voz alta, acendiamos a vela e colocávamo-la a boiar numa tina de água que tinha uma vela maior no meio. Foi um efeito giro e devo dizer que realmente as mensagens que calharam às pessoas, geralmente, eram bastante relevantes. Claro que não vou dizer a minha, isso é algo que é para ficar naquela sala (principalmente pelo facto de parecer que até há uma força invisivel a repreender-me por não estudar e não me aplicar... Já não me chagavam os meus pais e o Elijah, hum? Acho que realmente se calhar é melhor começar a pensar nisso... enfim!). Depois disso, chegou a meia noite, e conversou-se acerca dos (leia-se gozou-se com os) concorrentes da Casa dos Segredos. E juro, aquela gente é de partir o coco a rir, ora vejam algumas das conversas que aconteceram durante a noite...

*Ao ver a Casa os Segredos, onde se estava a apelar à memória dos concorrentes acerca das regras que eles tinham dito que seguiam para jogar e ganhar*

F (uma das convidadas): *com sotaque nortenho, óbvia sátira à origem dos concorrentes, comentando o facto das concorrentes estarem a ter dificuldades em lembrar-se do que tinham dito.* Estas gajas pá, só cilicone... Têm cá umas memórias...
N (um dos convidados: Sim, realmente, têm uma 'mamórias', deixa que te diga!

*Mais tarde, quando se passou pela MTV para dar alguma música, e começa a dar a Boyfriend do Justin Bieber*

N: Epah, este gajo ficava muita bem era com uma bala na testa.
S (um outro convidado): É o Justin Biberão

*Já depois da meia noite, quano estávamos a escolher as músicas para cantármos no karaoke e passámos por uma música dos Jonas Brothers*
N: Epah, estes gajos são um espetáculo!
F: Achas?
N: Epah, yah é pena é respirarem.

Portanto, podem ver, esta gente é de partir o côco a rir, e sim, até pode ter sido à custa de outras pessoas, mas caramba, a espontaneadade com que estas frases saltavam da boca deles era mesmo de fazer rir o mais macambúzio.


Portanto, depois da meia-noite, cantámos karaoke, a seguir jogámos buzz e finalmente terminámos a noite a jogar cartas. Ensinaram-me um novo jogo e devo dizer, se eu já achava que eles eram umas hilariantes peças, então depois do jogo fiquei sem dúvidas. Acho que nunca me ri tanto com um jogo de cartas na minha vida. As horas foram passando, e acabámos a ver o Rei Leão, por volta das 5 da manhã. Não chegámos sequer à minha parte preferida, em que o Scar canta a sua musiquinha, porque o objetivo não era fazer uma direta, e portanto, ás 5, os que não iam ficar a dormir em casa da Ana, foram todos para casa, incluindo eu, os meus pais e os meus irmãos. Só me deitei ás seis da manhã! Hum, parece que compensei o facto de me ter deitaco "cedo" na noite de consoada, não é? Enfim, foi uma boa passsagem de ano. Ah, e quase me esqucia! Algures entre jogar Karaoke e Buzz (este último jogo tendo eu ganho, ae até vencido o N, que pelos vistos era o mestre do jogo, apesar do seu daltonismo), escrevemos as nossas resoluções de Ano Novo. Com dificuldade, lá me lembrei de 5. Espero conseguir cumprir...

Enfim, agora que já dei notícias acerca do que tenho andado a fazer nestes últimos tempos, desejo um bom 2013, cheio de sorte e acima de tudo saúde.

Cheers!! =D

sábado, 10 de setembro de 2011

Um novo membro da família

Tenho um novo membro na família. Ela mudou-se para o meu quarto. A Jú perguntou se eu queria ter um hamster, que ela me o dava. Afinal, fiquem com uma hamster, chamada Pulga. É branquinha e mesmo fofa! :3 Agora ela esta na sua cama, dentro da gaiola, a dormir :) Já se habituou à casa nova e tudo! e é tão mansinhaaaa :) adoro quando ponho o dedo dentro da gaiola, ela ergue-se nas patas de trás, segura-se ao meu dedo com as da frente e começa a cheirar, para de seguida voltar ao que estava a fazer. Acho que também já se habituou a mim, que assim que ela chegou a casa não a deixei em paz! Mas já experimentou quase tudo na gaiola: a cama, o comedouro, o tubo por onde sobe para a plataforma onde está a cama... Só ainda não foi ao bebedouro (pelo menos que eu tenha visto) e ainda não brincou com a roda (apesar de já ter subido por si mesma lá para cima). é mais uma pequena mudança...

Também hoje, o meu pai comprou-me um portátil (aproveitou uma promoção em que, pelo preço do portátil, davam a impressora e um disco rígido externo não de 200GB, nem de 500GB, mas, nada mais, nada menos, do que 1 TERABYTE de espaço livre (cerca de 1024 GB*.* É um MUNDOOO). Também andámos pela Moviflor ontem (e eles ainda foram hoje à IKEA [Na verdade ainda lá estão neste momento], eu só não fui porque estou meio esquisito, com dores de barriga e mal disposto), a ver móveis. O meu pai queria comprar uma secretária... Entretanto eu fui vendo e também já sei que secretária quero, que cadeira par a secretária quero... e também andei a ver camas (de casal ^^)... Os meus pais já prometeram que eu poderia escolher a mobília para o meu quarto e também a cor de que quisesse pintar as paredes :3 (Será azul haha). Aind ahá pouco o meu pai enviou uma foto de uma cama que eu gostei e que ate é barata, dado ser uma cama de casal, feita de madeira maciça e robusta :)

Eu gosto de ver mobílias... E imaginar como será o meu quarto perfeito. Quanto a cama, eu e o Elijah já sabemos qual seria a perfeita (ambos adoramos aquela ideia)...

Cheers! =D

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Um Dia Inesquecível...

Não vou dar muitos pormenores sobre o tempo que passei com o Elijah, isso farei mais tarde no As Seen From The Stars, já que isso tem tudo a ver com a nossa relação. Resta-me dizer que foi um dia fantástico, e que tenho imensas boas memórias dele.

Quando ao que vou contar aqui... Tem mais a ver com o Pai e a Mãe. Quanto à Mãe, ela pareceu um pouco... como hei-de explicar...? Um pouco acanhada em relação ao Elijah. O Pai, por outro lado, ainda tentou fazer conversa ao jantar. Mas essa tentativa saiu-lhe mais bem sucedida depois, no carro e no Terminal Rodoviário de Sete Rios, onde o Elijah apanhou o autocarro de volta a casa. O Pai perguntou-me como eu o tinha conhecido, e eu contei-lhe muito resumidamente a história: "Na altura andava com aqueles sentimentos de que eu não deveria ser quem sou, e depois encontrei o blogue onde o Elijah (claro que o pai o conhece pelo nome verdadeiro hahaha) escrevia sobre as suas experiências de vida, depois entrei em contacto com ele e daí nasceu uma amizade...". Depois ele perguntou se isso tinha dado em namoro ou se já nos tínhamos conhecido há mais tempo. Foi então que ele nos perguntou à quanto tempo nos conhecíamos e percebemos que já nos conhecemos à cerca de nove meses. Quase um ano, se forem a ver bem. Mas ainda assim, eu e ele estivemos sete meses como amigos, dois como namorados e sempre a contar. E percebi como o tempo passa depressa. Não me parecia assim há tanto tempo. A melhor parte de saber que o tempo passa depressa? Vai custar menos esperar por finalmente o ter de novo nos meus braços, e o ter nos meus braços todos os dias :)

Depois de deixar o Elijah (e de me despedir dele devidamente), eu e o pai fomos andando para o carro. Primeiro fez-se um silêncio um pouco constrangedor. Mas depois o pai acabou por falar. "Eu fui falar com um psicólogo, meu amigo, e expliquei-lhe a situação, para saber se ele poderia ajudar. Ele disse-me que não era a pessoa indicada, mas deu-me o contacto de uma colega dele que se especializa no assunto, em acompanhar pessoas como tu, assumidas a inserir-se na sociedade. Se achares que precisas de apoio, basta dizeres e eu ligo-lhe.". Eu concordei. Agora acho que me caiu ainda mais em cima isso... O ser assumido. Para os meus pais, para os meus amigos e, graças à delicadeza de um certo individuo que conhecem como Miguel, é bem provável que para a escola inteira... Como disse ao meu pai, por enquanto não preciso... Mas depois... Eu sei como não é fácil. O ser gozado por causa disso, os olhares que as outras pessoas nos dão...Se bem que, se querem saber, os olhares são fáceis de ignorar. Apercebi-me disse quando passeava pelas margens do Tejo e pelo Oceanário de mão dada com o Elijah. As pessoas olharam (acho que as que não olharam com estranheza foram só os funcionários do Oceanário hahaha), mas eu simplesmente ignorei... Mas consegui fazê-lo porque sabia que tinha aquela mão quente e macia a envolver a minha, e que me protegeria de tudo. Quando as aulas começarem... Apenas terei a memória dessa mão. Mas acho que será uma boa razão para lutar: para voltar a sentir o meu namorado a dar-me a mão, a acariciar-me o rosto, a beijar-me. Isso, de certeza, dar-me-à forças. E sei que terei o apoio dos meus pais, dos meus amigos, e do Elijah. Mas não nego que às vezes seja sensato pedir o apoio de uma pessoa especializada no assunto... Até porque entre os meus pais e o meus amigos, poucos sabem da situação, e talvez ainda menos saibam que conselhos me dar. e eu sei como é... Ver alguém falar connosco e não saber o que dizer ou fazer... Acaba-se a desejar que a pessoa encontre alguém que saiba como a ajudar. Eu tenho a sorte de ter isso. E nunca tive aversão a ir a um psicólogo. Por enquanto, não sinto que precise, até porque estou numa das fases mais felizes da minha vida. Mas agora que tenho essa oportunidade, não hesitarei em usá-la em caso de necessidade :)

Cheers!! =D

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Verão no Norte

Vou voltar para o norte, ainda hoje. Era suposto ter ido de manhã, mas os meus pais adormeceram e, como querem evitar a hora de maior calor, decidiram ir um bocado mais tarde. Mas enfim... Não vou estar activo durante duas semanas x( O melhor disto tudo é que já tenho chamadas grátis para a minha rede, o que significa que vou poder ligar ao Elijah sem e preocupar com o dinheiro *.* (Há males que vêm por bem... :P)

O pai já falou em ir às piscinas, por isso o calor deve ser mais suportável... Se bem que agora nesta altura lá faz um calor praticamente insuportável... Mas enfim... Quando voltar, já as aulas estão quase a começar (e ainda não fui à praia este ano GRRR)... Depois, durante as aulas o tempo passa muito mais depressa. Então... BOa continuação de férias, people ;)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Ontem foi um dia cheio de emoções...


Frenéticas, avassaladoras... Mas as boas superam as más, porque, afinal de contas, quando pego naquele búzio sinto-me muito melhor, a ouvir o mar, a imaginar-me com ele na praia, a relembrar o toque da sua mão... É tão bom já não precisar de imaginar mas, em vez disso, relembrar...

Vou postar algo a contar tudo o que se passou ontem. Mas por agora, terei de adiar isso... O pai vem cá almoçar. E provavelmente será algo um pouco demorado...

sábado, 6 de agosto de 2011

Lazyness

O Verão tem passado muito nisso, na preguiça. Não tenho feito muito, para além de ajudar o Pai nas obras com a nova loja. Agora a firma onde ele trabalhava mudou-se para aqui para a zona. O que é muito bom, já que assim o Pai fica mais perto de casa, o que lhe dá mais tempo para estar connosco e, inclusive, controlar melhor o meu irmão no que toca a atrasos com a escola.

Por isso não tenho postado muito... Não é porque vos esteja a negligenciar, caros leitores, é só porque não ocorre nada digno de nota. Bom... Para dizer a verdade, aconteceu algo digno de nota, mas isso ficará para outra altura por razões que, talvez, venha a divulgar. Não é que não confie em vós, é só que há coisas que é melhor deixar por contar até tudo estar bem definido.

Mas bom, era mais para dar ares de estar vivo... Estou ansioso pelo início das aulas, apesar de este Verão ter sido muito bem passado na companhia do meu namorado. Bom, não é companhia física, mas o Skype é um ótimo instrumento de comunicação. Através da webcam e do microfone, posso vê-lo e ouvi-lo... E apesar de não poder sentir o seu toque, uma coisa é certa, já estou viciado naquele rosto sorridente e naquela voz que ainda não consigo descrever. É uma voz que me acalma, não sei, só sei o amo. Ponto final.

Quando ao resto, tudo tem estado calmo, sem dramas de maior... Quero dizer, houve um pequeno drama comigo (e neste momento há também acontecimentos mais delicados a ocorrer na vida de outrem, mas não me vou pronunciar sobre a vida das outras pessoas), mas, de resto, tudo tem estado calmo. Hoje acordei com vontade de ir à praia, mas terei de aguentar um pouco mais o desejo. Quem sabe, posso deitar-me de papo para o ar a apanhar sol num futuro próximo.

Cheers!! =D

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pequenos Prazeres que Me Alegram

Já não me lembro de quando foi a última vez que fui às compras...

Hoje o pai e a mão levaram-me a mim e ao mano ao Fórum, para comprarmos a roupa para o casamento da Prima P. Assim que vi a Pull & Bear, corri para lá. Nem dez minuto depois e saí lá mais do que satisfeito! Pela primeira vez comprei Skinnies (Não sei se é assim que se escreve...). Lembrei-me do K., como é claro. É o tipo  de jeans que ele usa xP Nunca pensei que me ficassem bem a mim, mas experimentei. Então ficou assim a minha vestimenta: Skinnies escuras, quase pretas; sapatilhas de tecido escuro também, sem atacador, mas com os furos como se fosse suposto ter atacadores, mas é de elástico (e bastante confortáveis.); t-shir com decote em V e botões, de cor azul escura, com ricas finas brancas horizontais; camisa de um azul muito pálido, quase branco. E tive um bónus: comprei algo que já desejava há muito: um par de jeans brancos. Pronto, admito, também são sknnies, mas vá, ficaram-me mesmo bem...

Depois de ter escolhido a roupa, chegou a altura de a experimentar. Vi como aquilo que tinha escolhido me ficava bem, e a minha mãe deixou-me sozinho no camarote para trocar para a minha roupa. Eu nunca fui muito vaidoso. Quando me vejo ao espelho, costuma ser para fazer caretas a mim mesmo, ou para refilar com a minha juba. Já há algum tempo que não me via em tronco nu ao espelho. Por mero acaso, isso aconteceu lá no camarote de provas. A minha primeira reação foi "Who the fuck is that?!". Depois olhei mais atentamente. Pude reparar que já não se notavam as minhas costelas, como antes acontecia (para meu desagrado), pelos vistos estava a ganhar peso, a ficar com o corpo mais liso no lados. Mas isso contrastava com o relevo que se formava noutros locais. Abdominais sempre os tive definidos, nem muito demasiado, nem muito pouco. Abdominais típicos de nadador! Mas depois apercebi-me que os peitorais também estavam diferentes, mais definidos, mais cheios. Observei-me durante uns momentos. Senti-me tão bem com o meu corpo como nunca antes. E um pensamento me cruzou a cabeça: "E é todo dele...". Passando à parte em que eu deixo de ser pouco modesto acerca de mim mesmo...

Quando a mãe estava a escolher a roupa, isto já na C&A, ouvi a música que tocava. Um clique fez-se, ao ouvir a letra:
...So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
E pensei logo em alguém... Reconheces, K.? ;P Eu reconheci, e pensei logo em ti! xD

Mais tarde, consegui arrastar a família toda até à Pans & Company (como eu disse: Pans, para os amigos). Pedi rapidamente o que queria, e delocquei-me para guardar uma mesa, enquanto observava a família a tentar lutar contra os menus que desconhecia por completo. Ri-me com a situação, olhando em volta. Havia bastante gente àquela hora no fórum. Provavelmente vinham do cinema, depois de assistirem ao Harry Potter and The Deathly Hallows Part 2.

E estou ansioso por experimentar a roupa nova... Estava a pensar convidar a Bia para ir ao cinema amanhã, ver o Harry Potter, aproveito e estreio as minhas Skinnies brancas e as minhas sapatilhas da Pull...

Cheers!! =D

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Em que poça fui eu pôr o pé?

Numa lamacenta, com certeza! 

Às vezes os castigos pelas nossas ações tardam a chegar. E devo admitir, não é nada bonito quando se sabe do perigo eminente.

"Se os teus pais soubessem o que tenho aqui, terias muito que lhes explicar"

Ele disse algo assim. Seria de esperar que eu pensasse "O que é que ele tem?" ou "O que é que eu teria de explicar aos meus pais?", ou "que consequências poderei ter se não fizer o que ele quer?", ou ainda "como será que vou reagir ao que está para vir?". Estaria a mentir se dissesse que nada disso me passou pela cabeça. Mas havia uma coisa que me ecoava em alto e bom som. "E se ele contar aos meus pais, eles não aceitarem quem sou, e correr o risco de perder a pessoa que mais amo no mundo?". Vários filmes se formaram na minha cabeça. Mas só uma coisa me importa: não perder o meu porto seguro, a minha âncora, o meu refúgio, o que me prende à sanidade e no entanto me deixa nas núvens: o Elijah.

Cheguei então a uma conclusão. Eu estou pronto para todas as consequências que derem e vierem. Eu, apesar de não ser um lutador, sei que seria capaz de enfrentar um exército de centenas de homens armados se significasse que poderia estar com o homem que amo. E se é ele que desperta isto em mim, só terei uma coisa a recear: perdê-lo. Ele garantiu-me que isso não aconteceria. Eu confio nele. E assim, venha o que vier, sei que poderei enfrentar qualquer coisa, seja o que for.

Parece poético, tirado de um livro ou de uma qualquer história lendária. Mas não é à toa que os livros retratam o amor como uma força capaz de mover montanhas. O amor é de facto algo que nos faz querer lutar por ser alguém melhor, apenas para agradar e tornar feliz uma pessoa.

Se tenho medo das consequências que os meus atos possam trazer? Tenho medo sim. Se acho que estou ponto para enfrentar quaisquer coisas más que aí venham? Pronto não estou. Se serei capaz de enfrentar quaisquer consequências que aí venham, apesar de ter medo e sentir que não estou pronto? Sim, desde que ele esteja lá ao meu lado para me dar a mão.

domingo, 3 de julho de 2011

Vim agora mesmo do Karaoke...

... e foi brutal!!

Eu e a Bia cantámos duas músicas em conjunto: Stand By Me do Ben King e a Sweet Caroline do Neil Diamond. Na primeira ela estava um pouco tímida, mas na segunda lá cantou, se bem que agarrada ao meu braço... Acho que eu e ela nos tornámos o "casalinho" sensação do momento... Mal desconfiavam que ela é comprometida e eu sou gay... comprometido também, e por sinal, com alguém muuito especial ;)

Durante a maioria do tempo, estive a trocar sms com o Elijah, e, esporadicamente, a Bia "roubava-me" o telemóvel, lendo cada uma das sms, aprovando o que ele dizia e o que eu respondia. Ri-me com a  situação. E ocorreu um momento que nunca pensei possível... A dada altura ela inclina-se para a frente.
- Olha aquele rapaz da t-shirt verde, não é bué giro? - Pergunta.
Olhei na direção que ela apontou. Caracóis de um dourado acastanhado, alto, bem vestido... Encolhi os ombros.
- Tem o ar de sua graça... - Comento.
Mas não é quem eu gostava que fosse... termino para mim mesmo. Passado algum tempo, ela volta a inclinar-se e a falar.
- Oh, meu deus!! Eu agora olhei para o tipo da camisola verde e sorri-lhe e ele sorriu! Ai que fofo!
- Por amor à santa, controla-te mulher! - Respondo, rindo-me.
Nem dez minutos depois, lá estava ela de novo.
- Oh, olha para o rapaz da camisola da Chupa-chups, não é giro!! Atrás de ti!!
Tento olhar discretamente (ou seja, dei uma cana do caraças antes de conseguir ver o tipo).
- Mmm... Não é mau. - Mas sejamos realistas, havia melhores. E melhor, melhor, era mesmo só um...
Foi então que dei por mim. Eu estava a falar com a minha melhor amiga sobre rapazes? Desde quando é que isso não ia contra as leis da natureza? Ainda por cima com o pai mesmo ali ao pé? [E ele podia até nem ouvir a conversa por causa do som alto da música, mas ele percebeu que eu estava a observar...].

Mas então vem aquela música. Vinte Anos, do José Cid. É o tema da série Conta-me Como Foi, a minha série portuguesa preferida, gosto esse partilhado com o pai. De tal forma que essa música me faz sempre lembrar o pai. Claro, também me lembra a Bia, devido à letra, mas não consigo evitar pensar no pai quando oiço "vem, viver a vida amor, que o tempo que passou, não volta não. Sonhos que o tempo apagou, mas para nós ficou esta canção".

E finalmente, chegou o momento de eu ir cantar sozinho. It's My Life dos Bon Jovi. De início, sentia-me envergonhado. Mas assim que o meu pé começou a compassar ao som da batida, soltei a voz. "This ain't a song for the broken hearted, a silent prayer for the faith departed. And I ain't gonna be just a face in the crowd, you're gonna hear my voice when I shout it out loud!" Alguém atrás de mim comenta em voz alta: "Ele sabe!!". E sinto a adrenalina correr-me no sangue, solto a voz o mais que posso, marco o ritmo com a mão a bater na anca, desvio os olhos da letra que passa no ecrã, que sei tão bem de cor. Por todo o lado vejo olhares de aprovação e sorrisos de divertimento. Acompanham-me todos no refrão "It's my life, and it's now or never, I ain't gonna live forever, I just wanna live while I'm alive, it's my life, my heart is like an open highway, like Frankie said I did it my way, I just wanna live while I'm alife, it's my life". Pouco depois, chega a minha parte preferida. "Tenho de dar o tudo por tudo" penso. E chega finalmente a deixa. Tenho a certeza que algumas pessoas pensavam que a música tinha acabado, devido ao compasso de espera que se fez em que só se ouvia os instrumentos. Mas aparecem as letras no ecrã e eu canto com toda a garra "Better stand tall when they're calling you out, don't bend, don't break, baby, don't back down". A audiência assobia e dá-me os parabéns ruidosos brevemente, antes de me acompanhar de novo no refrão. Quando a música chega ao final, recebo aplausos. O meu ego subiu. Recordei ali porque gosto tanto de cantar. Porque me faz sentir... Não sei explicar. Apenas sei que me faz sentir como se estivesse na pele de uma personagem, como se a minha missão fosse transmitir uma mensagem, neste caso de poder e de diversão, não importa o que se cruze no meu caminho porque, afinal e apesar de tudo, "it's my life". Volto a sentar-me. O meu pai elogia-me. Aí, sinto a garganta arranhada. Faço um gesto rápido com a mão, como se estivesse a cortar a voz. Acho que amanhã vou acordar afónico. Mas se valeu a pena? Sim. Melhor sensação do que esta que tenho da voz depois de um esforço bem recompensado e agradado, só mesmo o que o Elijah me faz sentir. Aliás, ele é a razão pela qual canto. Ele faz-me sentir vivo o suficiente para fazer as coisas de que mais gosto. E não sei como agradecer a isso! Terás de te contentar com um "amo-te" sentido e verdadeiro, mio caro x)

Cheers! =D

sábado, 2 de julho de 2011

KARAOKE!!!

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Hoje, mais uma vez vou ao Karaoke com o pai. Mas agora a Bia também vem! =D

Aposto que vai ser divertido ;)

Hoje passei o dia com a Bia, e falámos de tudo um pouco - acerca da minha decisão de me assumir perante a família, acerca do que sinto pelo Elijah, acerca do namorado dela... Enfim, de tudo um pouco.

Quando a deixei em casa liguei ao Elijah. A primeira vez que falámos por voz desde que começámos o namoro. Eu estava tão nervoso! Mas podem ler tudo sobre esse momento aqui. ;) Tivemos os nossos momentos românticos, como sempre temos :)

Enfim, que mais há para dizer...? Não muito, estou de férias e o movimento é pouco... Mas provavelmente terei mais episódios engraçados para contar depois do Karaoke com a minha melhor amiga e com o meu pai.

Cheers!!! =D

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sem palavras

Acordei assim, sem palavras. Estou decidido e determinado a fazer uma coisa...

Bom, ontem, o projeto que eu e o Elijah temos em mente começou a tomar forma. Está para breve a grande revelação ;)

E isso fez-me pensar imenso... Eu estou a assumir um compromisso sério com o Elijah. Se me sinto capaz de fazer tudo como deve de ser? Não, acho que há a possibilidade de cometer algum erro. Mas sei que isto que estou a viver não é um erro. E pensando em assumir... Tomei uma decisão. É possível que, dentro de pouco tempo, vá a casa da Avó L. e do Avô A. A Avó L. tem estado muito presente na minha vida e tenho um carinho muito grande por ela. Foi ela que tomou conta de mim desde os primeiros meses até aos primeiros passos na escola. Foi ela que me ensinou muita coisa - trabalhos manuais, a ler!... Gosto imenso de passar tempo lá em casa, porque sei sempre que ela acaba por contar histórias do seu tempo de jovem ou, como há pouco tempo aconteceu, mostrar fotografias antigas onde o pai está igualzinho a mim, o primo D. igualzinho ao pai dele, o Padrinho, e a Prima M., irmã do primo D, igualzinha à irmã do pai e do Padrinho, a Tia M.

Eu já falei da tia M.? Acho que sim, já mencionei no blogue que ela é uma pessoa de mente aberta, engenhosa, com um sentido de humor gigantesco!! E sempre, sempre me dei bem com ela. Aliás, a primeira coisa que fazia depois de cumprimentar a Avó L. quando chegava a casa era perguntar pela Tia M. Ora, esta conversa toda não vem sem propósito! A decisão que tomei tem a ver exatamente com a Tia M., comigo, e com o Elijah. Como eu dizia, deve estar para breve o dia em que lá voltarei a casa da Avó L., onde também ainda mora a Tia M.. O que vou fazer é o seguinte: vou pedir à Tia M. que venha comigo dar uma volta, porque há algo que lhe quero contar, apenas a ela. E depois, falar-lhe-ei no Elijah.

Eu sei que ela não tem problema nenhum com a homossexualidade, aliás, ela até já o disse em alto e bom som, e ainda me recordo da piada que ela disse: "Ora, não é que eu queira estar a ver na rua dois rapazes aos beijos, assim como também não tenho interesse em ver um casal hetero a partilhar saliva em plena via pública... Mas se é para ver duas pessoas do mesmo sexo juntas, êpá, prefiro ver dois homens, porque duas mulheres? *choca as palmas das mãos várias vezes, mantendo os dedos unidos e as mão abertas* Duas mulheres...? Não acho piada... Epá, não encaixa!!". Nada contra as meninas que gostem de outras meninas, mas têm de admitir que ela, pelo menos, deu uma boa razão para dizer porque é que não gosta! LOL Não é porque Deus não gosta, nem é porque faz delas más pessoas, é só porque "não encaixam" uma na outra! xP (Sei perfeitamente que há brinquedos sexuais para resolver esse problema, mas a piada está lá!).

E pronto, foi isso que decidi. Se estou farto de viver perante a minha família e amigos atrás das aparências, terei de tomar um passo em frente para mudar, de forma gradual, essa situação. :)

Cheers!! =D 

domingo, 26 de junho de 2011

De volta

A viagem de volta não correu muito bem...

O pai puxou demasiado pelo carro e, com este calor, o motor deu de si. Mas já estou em casa e sem nenhum arranhão...

Sou capaz de ainda cá voltar para escrever alguma coisa. Mas para já, vou tratar da surpresa para o Elijah ;)

24/06/2011 [Noite]

[Deu muito que falar, por isso o post é mais comprido...]

Sinto-me tão mal... Acho que estou a entrar num estado repentino de depressão... Sinto um vazio dentro de mim, preenchido por uma batalha silenciosa constante... Não me sinto bem comigo mesmo... Acho que estou à beira de desabafar desesperadamente o que sinto aos meus pais... Estou a deixar-me ir abaixo... Tenho medo... Só quero tirar este peso de cima de mim, fazer desaparecer estas lágrimas que me escorrem - quentes e dilacerantes - pela cara abaixo. O que despoletou isto? Uma pequena discussão em que a minha mãe, após eu dizer que não queria ir às festas de S. João, me dizer: "Vais, nem que seja só 5 minutos, para o teu avô M., não dizer nada e não discutir com ninguém! Assim dás-lhe razão para vir discutir comigo, anda, só para ele ver que vais...!" E eu pensei: "O quê? Ir só para manter as aparências?! Manter as aparências... Sinto uma raiva profunda disso! Tenho de o fazer todos os incontáveis e dolorosos dias do ano! Da minha vida! Estou faro de manter as aparências, de não ser eu próprio!".

E para melhorar, o meu pai tentou usar o argumento infalível dele: "De certeza que não queres vir? Estão lá umas garinas mesmo giras...". Quando ele disse aquilo, quase me desfiz em lágrimas à sua frente, com vontade de gritar: "Não percebes que eu gosto de rapazes?! Pára de dizer essas m*****!!"

Agora, enquanto escrevo, derramo as lágrimas que não ousei derramar à sua frente...

E quero tanto aconchegar-me a alguém... Mas a única pessoa que me vem à cabeça é ele...

[Mais tarde]
Falei com ele... A tal "primeira pessoa que me veio à cabeça". Já me sinto melhor... Conseguiu fazer-me rir x)

Agora pareço uma criança, sentado à mesa, segurando o pacote do leite com chocolate com ambas as mãos, bebendo lentamente pela palhinha enquanto a mordisco...

Quando recordo a discussão, vêm-me as lágrimas ao canto dos olhos. Mas graças a ele, tenho palavras para recordar nesses momentos que me fazem sentir melhor.

Obrigado, Elijah, por seres tão bom amigo, tão compreensivo e por te importares tão pouco de me aturar xP

24/06/2011

[Manhã]
Não acordei muito cedo, para dizer a verdade. A madrinha foi quem me tirou do sono, anunciando que trouxera camisolas para eu e o mano vermos e experimentarmos. Devo dizer que adorei as t-shirts que ela trouxe!

Depois disso fui para a sala escrever um pouco... Tive uns sonhos um bocado estranhos... Levantei-me com a vontade de ir para o computador, mas o pai não está em casa e não sei onde estão os portáteis...

Na verdade, agora estou ansioso. Não sei a que horas - nem mesmo se ele vai fazê-lo - é que o meu ídolo me envia uma sms para eu lhe ligar. Será que vou conseguir que ele aceda ao meu pedido que eu lhe ando a fazer já há algum tempo...? Eu gostava de manter o meu nome, Elijah, por isso, por favor!!? haha. Logo à noite volto a escrever o que se passou durante o dia. Estou agora a escrever enquanto tenho as coisas frescas na cabeça. Ah! O J.T. ligou-me a perguntar se eu queria ir dar uma volta com ele. LOL. Respondi-lhe "Só se me quiseres vir buscar ao Norte, que eu não estou em Sintra, rapaz haha". Oh! A avó A. está a chamar para ir comer - batatas fritas!!

[Tarde]
voltei agora a casa. fui com os pais, o mano e a madrinha à Guarda. O pai comprou um fato para o casamento da prima P, e a mãe comprou um vestido.

Como combinado, o Elijah enviou-me uma sms a dizer que eu lhe podia ligar naquele momento. Assim que consegui afastar a abelha do mano e arranjar um sítio sossegado longe do pessoal, lá lhe liguei. Como sempre, fiquei nervoso, a tropecar um pouco nas palavras. ainda lhe tive de ligar mais umas vezes - primeiro só o consegui ouvir dizer "olá" antes de a chamada ir abaixo e, mais tarde, o ecrã tátil (que odeio seriamente) tornou-se uma desvantagem quando o encostei à cara...

A conversa não fui muito longa e tive de desligar para não gastar muito dinheiro. Por alturas do final da conversa, fiquei um bocadinho perdido com o som da sua voz (LOL?)... Lembro-me perfeitamente de conseguir descrever a voz do K. -calma, que transparece uma atitude ponderada sobre as coisas... -, mas a do Elijah? Nosso Senhor, que fiquei sem palavras para descrever aquela voz tão agradável ao meu ouvido.

Para que conste, odeio a letra com que estou a escrever neste caderno... tenho de a pôr toda em itálico e quase impercetivél para proteger o conteúdo deste texto de olhares curioso.

Já estou a divagar, mas enfim... Tenho de ir. À noite vamos às festas de S. João, cá na Aldeia... Mas não estou com vontade nenhuma de ir...

23/06/2011

[Nota, vou transcrever literalmente e sem suprimir nada do que escrevi no caderno que levei comigo para o norte.]

A viagem, apesar de se ter iniciado tarde, até se fez mais ou menos. Adormeci durante o caminho quase todo, e acabei a acordar entorpecido como nunca.. O resto do dia foi passado a dormir, desta vez numa cama, para recuperar da viagem, e um pouco do sono "perdido" na direta de ontem/hoje... Para ser sincero, não me arrependo nada de ter passado a noite numa conversa tão animada e com companhia deveras agradável.

Quando os meus pais souberam que eu fiz uma direta, quiseram saber o que é que eu tinha andado a fazer durante a noite. Num momento de "pânico", acabei a dizer que tinha estado a jogar... Acho que não seria muito boa ideia desabafar sobre a minha orientação sexual aos meus pais quando o pai teria 4 horas de viagem pela frente... Mas depois disso... Senti-me um bocado mal para com o Elijah, uma vez que foi com ele que estive a falar. Senti que estava  desvalorizar o momento, o que não tem nada a ver com o que eu queria fazer na realidade... Enfim...

Andei um pouco pelo quintal, onde encontrei inspiração para escrever um pouco. E, antes mesmo de escrever este texto, estive ainda com um pequeno surto de inspiração. [ Foi aqui, neste momento que escrevi algo inspirado no Elijah. Lembras-te de te ter falado nisso? ;)]

A avó A. foi deitar-se. Estou agora sozinho na sala e suspiro... Tenho esperanças que o que disseste seja verdade, Elijah, fosse verdade... Encontrar aqui o amor... Mas tenho medo disso... Sinto-me diferente, não sei explicar... Melancólico... Agora viria a calhar uma daquelas piadas de bombeiros a apagar fogos, hun? haha.

Enfim... Vou deitar-me. Apesar de ter dormido durante o dia sinto-me cansadíssimo...

Cheers! =D

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Back for a moment

Na verdade, nunca cheguei a sair... Fiz uma direta e arrastei o meu ídolo comigo! Foi a primeira direta dele! Eu já ando a estragar o rapaz, coitado... (Rapaz, como quem diz, o mio caro é mais de um mês mais velho que eu... haha).

Enfim, é hoje que vou para o norte... A vontade é pouca, mas será que conseguirei convencer o meu ídolo a aceder ao meu pedido? Please? haha.

Não há muito a dizer, ainda tenho uma viagem de carro pela frente, uns bons dias que hei-de aproveitar como fonte de inspiração... (deveria ser de estudo... Mas por mais que eu queira estudar para química, meu Deus, não consigo...).

Lá vamos para o meio das galinhas, porcos, coelhos, cães, gatos, patos, frangos... Não é que eu tenha nojo da bicharada e da terra, pelo contrário! Mas os avós nunca cá vêm, e depois queixam-se que nós (Sim, nós que não estamos reformados e temos escola/trabalho) só lá vamos muito de vez em quando... Enfim. O pai e a mãe passam paninhos quentes e eu, digo a única coisa que consigo dizer nestas situação, virando-me para os queridos ABBA: "The judges will decide, the likes of my abide"...

Mas pronto, parto dentro de horas para a Guarda (Já não digo para o Norte por causa de tu sabes bem quem... xD), e aqui ao blogue muito dificilmente virei... Mas se quiserem alguma coisa, basta mandaram um e-mail! x)

Cheers!! =D

sábado, 11 de junho de 2011

O Vício que corre na Família...

Começou com a Tia. Passou-o para mim, depois para o mano e para o pai e, mais recentemente, atingiu a  mãe. Não, não é um vírus grave, ou um vício mau... Ou pelo menos, muito mau. Refiro-me ao Farmville. Sim. Todos cá em casa jogamos Farmville, mas a minha mãe tem o caso mais crónico de sempre. O meu pai precisou do portátil por uns momentos. Dois minutos depois, sim dois minutos depois, estava já de volta de mim, suplicando-me para a deixar jogar no meu computador. Ela que nunca mais me diga que eu e o mano somos viciados nos jogos! ah-ah! O mais engraçado é quando ela me chama a mim e ao mano para a ajudar a jogar. Porque é que ela precisa de ajuda? Porque ela não sabe inglês, e o jogo está todo nesse idioma. Obviamente que eu e o mano sempre a vamos ajudando, enfim...

Como se o vício no Farmville não bastasse, à medida que escrevia este post, o Weasley pô-se a conversar comigo sobre, nada mais, nada menos do que MMORPGs... [Massive Multiplayer Online Role Playing Games]

sim, sou um aficionado do género, e já joguei muitos jogos online, entre eles:
  • World of Warcraft, 
  • Metin 2, 
  • Shayia, 
  • Fiesta, 
  • Champions Online (um dos meus preferidos), 
  • Dungeons & Dragons Online,
  • League of Legends, 
  • Fists of Fu (outro dos meus preferidos), 
  • Rumble Fighter,
  • Fantasy Tennis
  • Planet 51 Online (sim... Não me orgulho, mas joguei... xD)
  • Tm Nations Forever
  • Need For Speed World
  • Free Realms
  • Cloud Nine (o quão eu fiquei espantado quando descobri que tinha jogado um jogo cujo nome era igual ao título de uma letra dos Evanescence de que gosto imenso... xD)
  • Counter-Strike Source
  • Silkroad
  • Battle of The Immortals,
  • Project Powder,
  • Audition
  • Requiem: Memento Mori (muito gore, mas lindo até à última gota de sangue...)
  • Battle Forge,
  • Runes of Magic (outro dos meus preferidos)
  • Free Jack (um jogo online de Parkour... LINDOO *.*... Claro, eu gosto de fazer parkour... Mas só sei coisas muito básicas e já não pratico há imenso tempo... eu e o J.T. temos que combinar um dia e andar pela vila tipo macacos... xD)
  • Florensia,
  • Pirates of The Burning Sea (já imaginaram um jogo onde podem ser o pirata dos vossos sonhos? ´´E este jogo.)


Enfim... se forem a este site, encontram vários jogos online... Seria mais fácil dizer-vos que jogos da lista desse site é que eu ainda não joguei... xD

Mas por agora, o meu vício tem mesmo repousado no Champions Online. :) No entanto, tenho andado ansioso por experimentar Age of Conan, desde que anunciaram que ia ficar gratuito para jogar.

Cheers!! =D

domingo, 15 de maio de 2011

Visita de Estudo

[Este texto foi escrito no dia 11, no dia da visita de estudo, mas, devido a alguns problemas com o blogger, acabei por publicá-lo depois de umas edições que fiz, e o site assumiu que o queria publicar hoje...]

Não há muito a dizer. Foi uma visita de estudo agradável, mas normal... Para dizer a verdade, não sei se a conseguiria descrever... Digamos apenas que andei pelo mato e fomos a duas praias. Passei bons momentos com a turma. Quando cheguei a casa, constatei que não tinha a chave da porta. Muito bem, hoje é o dia em que o meu irmão sai mais cedo, por isso às cinco e cinquenta, ou seis já devia estar ali a abrir-me a porta... Pensei que tinha de esperar só dez minutos. Para mal dos meus pecados, o meu irmão foi para casa de um colega dele. E os meus pais andaram a passear. Resultado? Dez para as sete e chegam os meus pais à porta do prédio (reconheci a tossidela típica do meu pai). Arrastei-me pelo corredor do edifício, abrindo a porta. Eles olharam para mim surpreendidos, por me verem ali, ainda de mala às costas.
- Duas horas. - Disse, com uma voz grave. - Duas horas de eterna seca.
E eles riram-se! Mas, como lhes disse, a propósito de refilarem que muitas vezes me atraso à procura das chaves, é que eu não gosto de sair de casa sem levar as chaves. O que me vale e o Solitário no meu telem´vel, que sempre vai dando para passar o tempo...
Mas esse tempo foi passado muito dele a divagar (ainda para mais depois de o meu mp4 ter estoirado a bateria... É a acumulação de azares de fim do dia...). E divaguei por pensamentos que preferia não recordar, por serem maus, outros que preferia não ter recordado, porque eram tão bons... E queria tanto que se repetissem... Mas ainda vou ter de esperar algum tempo para que tal aconteça... Claro que o meu pensamento recaiu no K. [primeiro até foi a frustração de não poder estar a falar com ele porque o raio de um adolescente atrasado para a visita de estudo se esqueceu das chaves coma  pressa de chegar à escola a tempo...]. Eu penso muito nele. Ás vezes até inconscientemente. Aquele sorriso, aqueles olhos verdes... São duas das características dele que mais me marcam. Claro, duas das muitas que me marcam. Ele escreveu que eu tinha pedacinhos dele. Assim como ele tem pedacinhos meus. É o amor. Que é que se há-de fazer?

domingo, 1 de maio de 2011

O Dia de Ontem

Foi um dia preenchido. Saí de casa às dez e voltei à uma da manhã. Nos quatro posts anteriores, está descrito o meu dia com o K. Quis escrever, não só para ter isto registado em algum lado, já que a minha memória é uma treta no que toca a alguns pormenores, mas também para partilhar com os leitores, com intuito de dar esperança. Eu era uma pessoa que sempre fora muito pessimista no que tocava ao amor. Sempre sonhei em encontrar a minha cara metade, mas sempre pensei que isso nunca passaria de um sonho. Mas acredito que eu, um otimista por natureza, conseguiu dar a volta no único assunto onde era capaz de ser um pessimista de primeira categoria, então, todos conseguirão encontrar, mais cedo ou mais tarde, aquele ou aquela que os fará felizes.

Depois de ter estado com o K., fui com o meu pai ao Karaoke. Eu e o meu pai cantámos juntos a Sweet Carolin, do Neil Daimond, e o meu pai cantou sozinho a Don't Stand So Close to Me, dos Police. Eu estava a escolher a música, e, de repente lembrei-me que, com tantos clássicos que ali encontrei, eu teria de reclamar se não encontrassem aquele épico hino dos lutadores, aquele meu tema preferido. Corri as linhas e finalmente encontrei.
- É esta! - Digo ao meu pai, apontando com o dedo a linha, sorrindo imenso.
- De certeza? - Pergunta, com uma mistura de surpresa e de confiança.
- Sim.
Pouco depois, eles vêm a minha inscrição. O senhor afasta a cabeça do papel surpreendido. Olha para mim. Eu sorrio, encolhendo-me.
- É esta? - Interroga com o microfone em frente à boca.
- Sim. - Respondo.
- Élá, esta é que é! Mas vais mesmo cantá-la ou é só à experiência?
- Vou mesmo cantar, acho eu... - Digo, tremendo.
- Então pronto, temos aqui o Ragdoll - Apresenta ele. - E ele vai cantar uma música mesmo... Grande. Ora vamos lá a ver.
Ponho-me no palco improvisado. Os homens ao balcão do café ficam curiosos e espreitam para o papel. Ficam de olhos abertos e olham para mim, encorajando-me.
- Olha, fecha os olhos e em três minutos isto passa! - Graceja um.
Eu sorrio, depois de ele me fazer um gesto de encorajamento. Enganam-se a pôr a música.
- Não me parece que seja esta... - Comenta o anfitrião.
- Pois, também não me parece que seja esta, não. - Respondo, já para o microfone.
Finalmente põe a música certa. Oiço os incentivos dos que assistiam. Já parecia no ecrã o título da música. Já todos sabiam qual eu ia cantar. E aqueles que não tinham visto o título, reconheceriam de certeza a batida, que eu já acompanhava a bater o pé. E canto finalmente a música, aquele épico hino dos lutadores como o Rocky. Eye of The Tiger, dos Survivor. Começo um pouco nervoso, mas após alguns incentivos, e de ecoarem na minha cabeça as palavras do K. "Vês, tu até sabes cantar!", liberto a voz para aquele refrão.
It's the eye of the tiger, it's the thrill of the fight, riing up, for the challenge of our rival, and the last known survivor stalks his prey in the night, and he's watching us all in the... E chega a nota mais alta, dou o meu melhor... eeeeeeeeeeeeeeye of the Tiger. O Anfitrião acena com a cabeça, mostrando que lhe agradou a performance. Lá continuo a cantar a música, atrapalhando-me numa parte onde já me esquecia da letra. Quando acabou, aplaudiram-me.
- Aplausos, que ele merece por ter estado aqui a cantar isto!
Enfim, foi um dia bem passado com os dois homens da minha vida: o meu pai e o meu namorado.