domingo, 28 de agosto de 2011

Desafio dos Livros

O Pedro e o Rich desafiaram-me para responder a estas perguntas, e eu só pude responder agora... Mas cá está ;)

1 - Existe um livro que relerias várias vezes?
"Harry Potter", "Eragon" e "A Lua De Joana", são os que nunca me canso de reler ;) Ah, e isto pode at´parecer estranho mas... Digam qualquer um do Júlio Verne e eu releio x)

2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
"Os Maias" -.- Mais palavras para quê? haha.

3 - Se escolhesses um livro para ler no resto da tua vida, qual seria?
Mmm... Não sei... Talvez um do Júlio Verne... Ou da Juliet Marillier... Definitivamente da Julliet Marillier.

4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?

"The Elder Scrolls: The Infernal City" e "The Elder Scrolls: Lord of Souls"... São inspirados na minha série de jogos preferida, mas nunca li porque ainda não os encontrei à venda (sinto-me tentado em comprar pela net... xP)

5 - Que livro leste cuja «cena final» jamais conseguiste esquecer?
"A Lua de Joana" (Foi a primeira pergunta a que respondi). Fico sempre com as lágrimas atravessadas na garganta sempre que relembro aquele final.

6 - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual o tipo de leitura?
Claro, desde novo. o livro que eu mais lia (que até o sabia de cor) era o resumo do filme "O Rei Leão", mas desde novo que comecei a ler aquilo a que os meus amigos chamavam de "Bíblias"... Aqueles mesmo grossos? principalmente aventura e romance. Mas lembro-me de uma série que me marcou incontestavelmente: Arrepios. A série era constituída por vários livros (sem ligação obrigatória ente si), cada livro era uma história de terror.

7 - Qual o livro que achaste chato, mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
"Túneis". Opá, não sei... Li até ao fim para ver se ficava interessante... :P
E os de "Uma Aventura"... Peço desculpa, mas li tantas vezes que enjoei... x(

8 - Indica alguns dos teus livros preferidos.
"Harry Potter", O cilco da Herança ("Eragon", "Eldest", "Brisingr" e o próximo que vai sair...), A Lua de Joana e (agora é a parte em que vão gozar bué comigo) "Os Lusíadas"

9 - Que livros estás a ler?
"Assassin's Creed: Irmandade" (inspirado no jogo) e "Dracula" (em ingês.)

10 – Agora nomear 10 pessoas.
Epah... esta é a parte mais difícil... okidoki, vamos cá ver:
Weasley
E assim de repente não me lembro de ninguém... Mas sejam livres de aceitar o desafio por iniciativa própria ;)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pedaço de Terra Meu

Afinal, não fomos ao norte. O carro deu problemas, e nem vinte minutos andámos. Já voltámos, o carro foi rebocado, e um táxi foi chamado. Mas já disse à mãe que não queria lá ir. Porquê? Porque os meus avós têm mais facilidade em vir cá do que nós lá, e, no entanto, depois é o que se vê. A defesa da minha mãe? "Mas sabes como é... Eles têm lá o quintal e..." Eu interrompi-a. "Não vás por aí, que eu também cá tenho tudo em Lisboa e não é isso que me impede de lá ir.". Acabei por soltar no ar aquela do "para eles, um pedaço de terra tem mais importância que vir visitar a família." Isso revolta-me. Sim, já cá passaram uma temporada, os meus avós... Apenas porque o meu avó precisava de fazer uma operação num médico de boa qualidade. Sim, afinal, eles acabam por cá vir apenas devido a pensamentos auto-centrados como esses... Nunca cá vêm porque simplesmente pensaram "mhm, apetece-me ir visitar a filha e os netos...". Nop, vieram cá porque "Preciso de um doutor que me ponha bom num instante para poder voltar a ir para o quintal.". E a minha mãe continua a fazer-lhes a vontadinha cómoda. Eu? Já não vou ficar mais calado. Sim, já chateei a minha mãe. Não vou lá. Porque haveria eu de ir visitar um par de pessoas que, para além de não terem tido muito partido na minha educação (nem da minha mãe, já que ela e a irmã foram criadas pela minha bisavó) e que, além do mais, a desculpa que dão para não irem lá é que têm de plantar meia dúzia de couves e uma mão cheia de batatas? Essa é uma das razões pelas quais eu não vou lá. As outras? Primeiro, o calor é de tal forma insuportável que nem dá para sair à rua, logo precisamente no único sítio onde posso sair sempre que quero e bem me apetece, para onde quero e bem me apetece. Depois? Tenho muito pouco com que me entreter por lá (já que não posso sair por causa do calor, capito?). Gosto de lá ir, a sério que sim! Mas quando o tempo está ameno, por alturas da Páscoa... Quero dizer, no natal, tenho duas escolhas, ou fico em casa em frente à lareira e os olhos me incham que nem balões (sou alérgico ao fumo), ou então fico no meu quarto onde morro enregelado. Sair à rua no Inverno? Até saia, se não fosse o frio extremo que me obriga a ir encasacado... E claro, tenho de voltar para dentro, ou arrisco-me a ficar sem a ponta dos dedos... No verão? nem preciso de estar a mexer-me para soar que nem um porco, debaixo do calor abrasador (que pelos vistos lá faz neste momento). Agora, eles? Não vêm cá porque tem de cuidar do quintal... é sempre bom saber que eles olham para a família como uma prioridade secundária em relação a um pedaço de terra... 

A minha mãe insiste que, assim que arranjarmos carro (possivelmente amanhã) lá vamos. Eu e o meu irmão recusamo-nos. E é como digo, cansei-me de ficar calado. Esta situação já se arrasta à demasiado tempo. A parte que mais me põe fulo? É que a minha mãe os defende exactamente com o argumento que me tira toda a  vontade de lá ir.

Porque se eu tivesse um pedaço de terra meu, ele não viria primeiro que os meus filhos e netos.

Verão no Norte

Vou voltar para o norte, ainda hoje. Era suposto ter ido de manhã, mas os meus pais adormeceram e, como querem evitar a hora de maior calor, decidiram ir um bocado mais tarde. Mas enfim... Não vou estar activo durante duas semanas x( O melhor disto tudo é que já tenho chamadas grátis para a minha rede, o que significa que vou poder ligar ao Elijah sem e preocupar com o dinheiro *.* (Há males que vêm por bem... :P)

O pai já falou em ir às piscinas, por isso o calor deve ser mais suportável... Se bem que agora nesta altura lá faz um calor praticamente insuportável... Mas enfim... Quando voltar, já as aulas estão quase a começar (e ainda não fui à praia este ano GRRR)... Depois, durante as aulas o tempo passa muito mais depressa. Então... BOa continuação de férias, people ;)

domingo, 14 de agosto de 2011

The End?

Depois de imensa conversa, e de se fazer de convidado o Miguel lá me conseguiu convencer a ir falar com ele. Ficou combinado para as 3, em frente ao café onde eu estava. Mas ele ficou surpreendido ao ver a Bia. Segundo ele, queria ter uma conversa comigo para "acabar tudo", como se as coisas ente mim e ele já não tivessem terminado há bastante tempo. A conversa foi assim:
- Olá. - Cumprimentou.
- Olá. - Cumprimentámos eu e a Bia.
- Preciso de falar contigo. - Disse ele.
- Então força. - Incentivei.
- Mas não é assim... - Comentou.
- Assim como? - Interroguei.
- Ai é? ´Tá bem. Adeus.
E ele virou costas.
- Uoi? Que se passou? Mas ele ´tá parvo? - Exclama a Bia.
- Então agora vais-te embora? - Inquiro.
- Vai atrás dele! - Aconselha a Bia.
Claro que não fui atrás dele. Afinal de contas, ele é que estava ansioso por falar comigo, não era eu que estava ansioso por o ouvir, muito pelo contrário. Pelos vistos ficou intimidado pela Bia. Ele sabe perfeitamente que ela iria saber da conversa de qualquer das maneiras! Mas mesmo que o problema fosse a presença dela, ele não manifestou tal problema. Simplesmente virou costas, sem explicar o que o estava a incomodar. Tanto pelo que sei, poderia ser ate o facto de estarmos naquele sítio, ou de eu ter aquela roupa vestida. De qualquer das formas, também não me voltou a mandar nenhuma sms. E é como disse, jogarei o jogo dele... com as minhas regras. Perdeu a última oportunidade de falar comigo. Ele afastou-se pelo seu próprio pé, sem explicar o porquê, apesar de ser ele o único a querer falar. Depois disto, é o fim. The end. Finito.

O resto do dia foi basicamente recordar esse momento épico. A Bia acha que ele se sentiu intimidado por ela. E não é caso para menos! Se foi isso, ou não, pouco me importa. Só sei que desta vez vou poder finalmente ficar em paz! Afinal, tudo bem que eu errei, mas demonstrei que estava arrependido. Mesmo depois disso ele espalhou por toda a gente o que se passou entre nós, e diz cenas totalmente... nem sei dizer, ficaremos por difamatórias acerca de mim e do meu namorado. Nop, isso eu não estou para aturar.

Enfim, lá passei uma boa tarde com a Bia. E comprei uns calções brancos que me ficam bem. Bom, pelo menos o Elijah aprovou-os, isso é que importa xP

Cheers! =D

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"What You Want"

É o conselho do novo single dos Evanescence, algo como "faz o que queres". Eu estava ansioso pelo novo single e, agora que ele saiu, estou ansioso pelo álbum. Desta vez, os Evanescence esmeraram-se e tocaram exatamente o que quiseram. Continuam a ser a mesma banda, com o mesmo estilo, mas com uma lufada de frescura porque, apesar de tudo, não é exatamente a mesma coisa que, por exemplo, o seu primeiro álbum, Fallen. Este novo álbum, auto-intitulado Evanescence é como nada antes que a banda fez. Continua a haver o rock pesado, com o piano de fundo, com a voz inconfundível da Amy Lee e com as suas letras. Segundo a vocalista, e ao contrário de Fallen, Anywhere But Home e The Open Door, este novo álbum nao é tão focado na tristeza e na perda, mas sim na liberdade. É compreensível, dado o facto de que a Amy está num bom momento da sua vida. Lembro-me que, uma coisa que me chamou a atenção na banda, para aém da melodia e da vocalista, foram as letras, com que me identificava. E supreendentemente, apesar da diferença no tema, continuo a identificar-me com as letras, e qualquer outra pessoa o faria. na altura da minha tristeza, identificava-me com as letras por descreverem como eu me sentia. Mas se, nessa altura, por exemplo, ouvisse a What You Want, identificar-me-ia igualmente com a letra, uma vez que traduziria todos os meus desejos. Demoraram cinco anos a fazer um novo álbum, mas a espera, sem dúvida, valeu a pena.

Aqui fica uma entrevista que a MTV fez à Amy Lee, acerca do novo single:


e já agora, aqui fica o épico single ;)


e aqui a letra para acompanharem ;)

Do what you, what you want
If you have a dream for better
Do what you, what you want
Till you don't want it anymore (remember who you really are)

Do what you, what you want
Your world's closing in on you now (it isn't over)
Stand and face the unknown
You've got to remember who you really are

Every heart
In my hands
Like a pale reflection

Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
We can break through

Do what you, what you want
You don't have to lay your life down (it isn't over)
Do what you, what you want
Till you find what you're looking for
(you've got to remember who you really are)

But every hour
Slipping by
Screams that I have failed

Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe

Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe

There's still time
Close your eyes
Only love will guide you home
Tear down the world that brings us down
Till we crash, we'll forever...
Down, down, down, down

Hello, hello, it's so not me
Infecting everything you love
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe

Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe

Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
We can break through

Remember who you really are
Do what you, what you want

Cheers!! =D

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Ao acordar

Eu hoje de manhazinha, acordei, sem conseguir voltar a adormecer (mantive-me antes num estado de desorientação, num limbo entre o dormir e estar acordado). E já não me lembrava como tinha acordado. E lembrei-me agora mesmo, repentinamente, do que me acordou de manhã.

Foram os seus passos no meu quarto. Sabia que eram dela, porque estava em saltos altos, e ela é a única pessoa cá em casa que usa saltos altos. Sabia que era ela porque reconheci o som da sua respiração, a forma como ela me ajeitou os lençóis, como já não fazia há anos, e como me deu um beijo na testa. Acho que ela queria ter a certeza de que eu lá estava, de que o filho dela não tinha desaparecido de novo... A única coisa de que me arrependo no que fiz, foi tê-los feito passar por aquilo.


uou...

Bom, sobre o dia de ontem, vou dar um resumo rápido...

Decidi ir ter com o Elijah. Bom, não foi ontem que decidi isso, foi já há algum tempo que iria ter com ele ontem. O problema é que eu não conseguira contar aos meus pais e acabei por ir sem eles saberem.

O resultado? Eles ficaram preocupados...

No entanto, eu deixara-lhes uma carta, onde descrevia a situação pormenorizadamente. Sobre como foi o tempo passado com o Elijah, falarei no As Seen From The Stars.

Como ontem cheguei às tantas da manhã, a minha mãe acabou por dizer que teríamos de conversar hoje, porque naquele momento ela e o meu pai não estavam em condições para ter aquela conversa. E tive-a ainda há pouco.

Fiquei a saber que eles estavam mal com o facto de eu ter saído de casa sem os avisar, e não pelos motivos que me levaram ao Algarve. E estão preocupado com os desafios e obstáculos que a sociedade enfrenta. O meu pai, a dada altura, olhou para mim e disse: 
- Vou fazer-te uma pergunta, e falei com a tua mãe ainda há bocado sobre isso... E quero que respondas com sinceridade. Sabes que nós temos um grupo de psicólogos à nossa disposição para seguir a família... E achas que precisas? É que um psicólogo poderia ajudar-te... 
- Para ser sincero...? - respondi. - Não sei. Se vocês quiserem pôr-me num psicólogo, eu vou...
- Quando eu digo que é para te ajudar, não digo que é para te ajudar a mudar o que és...
- Sim, eu sei, eu percebi que era no sentido de me dar apoio, e se eu achar que preciso de apoio profissional,  peço, mas acho que por enquanto não é o caso...
O pai acabou por dizer que ia falar com o Psicólogo, para saber se ele estava disposto a seguir o caso, e que logo se veria. Ele confessou que tinha receio de não conseguir dar-me o apoio que eu preciso, e medo que eu me fosse abaixo com tudo o que terei de enfrentar e, além disso, eu tinha um pouco de dificuldades em falar com eles. A dada altura, ele levantou-se, quando eu estava  tentar conter as lágrimas.
- Vem cá. - Disse, acenando.
Eu aproximei-me, e ele envolveu-me com os seus braços. Acabei por chorar com a cabeça enterrada no seu peito.
- Eu tinha medo de vos perder... - Chorei
- olha para mim. - Pediu, segurando a minha cara entre as suas mãos. - Só nos perderás uma vez. Ou nós a ti, dependendo de quando Deus quiser levar algum de nós. Mas promete-me que daqui para a frente nos vais contar tudo, sem medo.
- Prometo. - Digo, olhando-o nos olhos.
E pronto. Assim foi. A Mãe ainda está um pouco na fase do "tens a certeza...?" Mas o meu pai está bem com a situação. Ficou no ar o que faríamos em relação à família, mas sei que os avós paternos e a Tia G. não têm problemas com a situação. O problema é mesmo a família conservadora da parte da mãe. Mas pronto, terei de enfrentar tudo isso. Para ser sincero, o meu maior medo era que os meus pais não me aceitassem. A partir  do momento em que eles me aceitam, o resto é-me indiferente.

E no final disto tudo? Sinto-me tãããão leve :)

Cheers!! =D

Ontem foi um dia cheio de emoções...


Frenéticas, avassaladoras... Mas as boas superam as más, porque, afinal de contas, quando pego naquele búzio sinto-me muito melhor, a ouvir o mar, a imaginar-me com ele na praia, a relembrar o toque da sua mão... É tão bom já não precisar de imaginar mas, em vez disso, relembrar...

Vou postar algo a contar tudo o que se passou ontem. Mas por agora, terei de adiar isso... O pai vem cá almoçar. E provavelmente será algo um pouco demorado...

sábado, 6 de agosto de 2011

Lazyness

O Verão tem passado muito nisso, na preguiça. Não tenho feito muito, para além de ajudar o Pai nas obras com a nova loja. Agora a firma onde ele trabalhava mudou-se para aqui para a zona. O que é muito bom, já que assim o Pai fica mais perto de casa, o que lhe dá mais tempo para estar connosco e, inclusive, controlar melhor o meu irmão no que toca a atrasos com a escola.

Por isso não tenho postado muito... Não é porque vos esteja a negligenciar, caros leitores, é só porque não ocorre nada digno de nota. Bom... Para dizer a verdade, aconteceu algo digno de nota, mas isso ficará para outra altura por razões que, talvez, venha a divulgar. Não é que não confie em vós, é só que há coisas que é melhor deixar por contar até tudo estar bem definido.

Mas bom, era mais para dar ares de estar vivo... Estou ansioso pelo início das aulas, apesar de este Verão ter sido muito bem passado na companhia do meu namorado. Bom, não é companhia física, mas o Skype é um ótimo instrumento de comunicação. Através da webcam e do microfone, posso vê-lo e ouvi-lo... E apesar de não poder sentir o seu toque, uma coisa é certa, já estou viciado naquele rosto sorridente e naquela voz que ainda não consigo descrever. É uma voz que me acalma, não sei, só sei o amo. Ponto final.

Quando ao resto, tudo tem estado calmo, sem dramas de maior... Quero dizer, houve um pequeno drama comigo (e neste momento há também acontecimentos mais delicados a ocorrer na vida de outrem, mas não me vou pronunciar sobre a vida das outras pessoas), mas, de resto, tudo tem estado calmo. Hoje acordei com vontade de ir à praia, mas terei de aguentar um pouco mais o desejo. Quem sabe, posso deitar-me de papo para o ar a apanhar sol num futuro próximo.

Cheers!! =D

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O Casamento da Prima P.

Foi para isso que fui ao Norte. Agora a prima P. e o Primo P. Estão casados. Como foi? Lindo. Sim, ao final de 13 horas de rave eu estava exausto de tal forma, que fiquei um pouco rabugento, e como não podia falar com o meu baby, ainda fiquei mais rabugento! [possivelmente falarei melhor do assunto no As Seen From The Stars] Mas tirando isso, foi lindo.

Adorei ver a minha prima em vestido de noiva, e ela sabe mesmo como usar aquele vestido! Ora, vejam só, o primeiro momento! Tivemos uma piñata. O objetivo era que um dos noivos estivesse vendado, enquanto o outro o guiava até à piñata... E aceitavam-se apostas! O dinheiro revertia depois para os noivos. O primeiro a ser vendado foi o Primo P. Falhou. DEpois, foi a vez da noiva. Ela conseguiu chegar à piñata, mas não conseguia rebentá-la! Tentava e tentava... Nem mesmo com a ajuda do noivo conseguiu! Até que finalmente, tirou a venda dos olhos. E não é que eu assisto (e filmo) a primeira grande proeza da noiva? Imaginem-na, toda apraltada, com um vestido de noiva... e agora, a fazer uma pose à la artes marciais, a puxar o braço direito atrás, com a vara na mão, a fazer pontaria, fechando um dos olhos, e a manejar a vara, atirando o braço para  frente, rompendo a piñata, provocando uma chuva de doces (na minha direção). Eu fiquei parvo... Mas não seria a última vez nesse casamento! Lá mais para a tardinha, o DJ pôs um kuduro a bombar. E a minha prima? Em vestido de noiva, a abanar as ancas, como se o espírito nato de uma mulher africana a tivesse possuído, descendo até ficar de cócoras. O meu queixo caiu, os meus olhos ficaram esbugalhados a única coisa que conseguia pensar era: "Mas ela é mulher casada ou uma solteira numa rave de arromba?!" Bom... talvez fesse uma mistura das duas... haha

A assim foi passado o meu Domingo... E aproveitei também para namorar muito como o rapaz da minha vida :3 (P.S: Amo-te :P)

Cheers!! =D

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ausente

Pelo menos até ao fim da semana... Amanhá vou para o norte. O casamento da Prima P. é já no Sábado!

Eu e ela sempre fomos muito unidos e, apesar de ela ser uma década mais velha do que eu, sempre soube como ser criança. Pregávamos partidas ao mano, brincávamos juntos, até inventávamos músicas que se encaixassem em vários momentos. a música que mais ficou, foi depois de o mano ter entornado um iogurte, pouco depois de eu ter entornado um pouco de leite. O mano disse logo: "hey, pelo menos não sou o único!". A minha prima responde cantando, improvisando por entre risos: "Não, não sou o único, não sou o único... a sujar o chão" e eu continuo, na onda de improviso: "e quando as nódoas saírem, vais ver o chão brilhará, o chão brilhará!". e lembro-me de outro episódio... Quando em novo, o mano tinha muito a mania de correr à frente, quase a sair da nossa vista... Um dia, a andarmos pela aldeia, a caminho de casa dos avós, ele fez isso. A Prima P. chamou-o várias vezes, mas ele continuava a desafiá-la. Quando ele vira costas e corre ao longo da rua, a Prima toca-me no braço e diz: "Vamos por aqui, que ele já vê o que é bom para a tosse." e viou para uma ruela à direita. A rua subia, depois alargava e descia, comunicando com o fim da rua por onde o meu irmão tinha corrido. Ainda antes de fazermos a última curva, já o ouvíamos chorar, a chamar pelos nossos nomes. "É para aprenderes a ficares aqui ao pé, seu malandro!" repreendeu a Prima. Se foi um pouco duro...? Eu não diria. O mano nunca mais voltou a fazer aquilo.

E agora ela vai casar... Mas espero que nunca se esqueça de ser aquela criança que tanto a define. Claro, ela consegue ser séria quando necessário, mas tem sempre aquele toque de humor que, quando damos por ela, nos está a baralhar com o seu sarcasmo jocoso.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A Minha Cerveja...

Ok, não, não sou um bêbado com apenas dezasseis anos, pelo contrário, até nem gosto de bebidas alcoólicas (excepto da caipirinha do Padrinho, para desgosto do Pai... talvez um dia conte a história dessa rivalidade entre irmão causada por mim ao pormenor haha!).

Mas admito, sempre gostei de me refrescar com uma boa bebida gelada, principalmente leite no Inverno, Iced Tea no Verão. Mas o Ucal éa minha cerveja... Abre-se como uma garrafa de cerveja, bebe-se um atrás do outro como cerveja... Sem os inconvenientes do sabor que me desagrada e do risco de me embebedar, pôr m coma alcoólico ou, pior ainda, de me matar...

Mas com o leite sempre foi assim, sempre bebi leite como quem bebe sumo. De tal forma que o A., uma vez chegou a casa e eu estava a beber um copo de leite e ele exclama: "A beber leite a esta hora do dia?! é quase hora de almoço" ao que eu respondo: "que queres? estava com sede!" e ele replica: "Bem, tu bebes mesmo leite como se fosse água ou sumo... eu a custo consigo bebê-lo, mesmo com açúcar e chocolate..."

Pois... Leite quente sem açúcar não aprecio, mas quando está freso, sabe bem quando e simples :)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Recordações

Foi estranho, no mínimo, ter voltado a entrar naquela escola. Passei o cartão magnético, como sempre fazia antes de entrar. Com um estalido, o portão gradeado e pintado de verde destrancou-se. Empurrei-o com esforço. É mais pesado do que eu me lembrava! O porteiro continua distraído a olhar para o computador. Eu sigo caminho. Já fizera aquele percurso bastantes vezes. O meu destino? a Papelaria da escola, para comprar as matrículas. Olhei para a minha direita. Lá estava o sítio onde a turma se costumava reunir, em frente ao pavilhão onde tínhamos mais aulas. Ainda os podia ver, ali sentados no muro branco, a conversar, a rir... Olhei para o chão, sacudindo estes pensamentos da mente, e tirei os phones dos ouvidos, desliguei o mp3 e segui caminho pela esquerda. Também dava para ir pela direita... Mas não estava com muita vontade de enfrentar as memórias que aconteceram depois do lance de escadas à esquerda. Foi nessa zona que a Bia se agarrou a mim pela primeira vez a chorar por causa do namorado dela. Continuei, subindo as escadas que se postavam diante do pavilhão principal. Desde aí, era sempre em frente até chegar ao pavilhão onde se encontra a papelaria, a cantina, e o bar, logo depois de mais um lance de escadas. Relembro como a escola, construída por cima de terreno inclinado, está evidentemente projetada de modo a formar vários patamares. No primeiro e mais abaixo, está o pavilhão central e o pavilhão onde costumo ter mais aulas, no segundo estão outros três pavilhões de salas. Num desses pavilhões encontra-se a sala de teatro e noutro o auditório. No terceiro estão os laboratórios de Giologia, na ala esquerda do piso térreo, e o laboratório de geologia, mais pequeno (e na minha opinião acolhedor, apesar dos frascos cheios de animais preservados em etanol), encontra-se na parte mais à direita do pavilhão. Ainda nesse patamar, pode encontrar o campo, o pavilhão de ginástica e o bloco com os balneários exteriores. No terceiro, o último e mais alto patamar da escola, encontra-se o meu destino. Quando finalmente lá chego, comprimento a senhora, já familiar. Digo-lhe o que quero, os impressos para a matricula do 12º ano, e entrego-lhe o meu cartão da escola. Ela diz-me a quantia, eu pago, recebo o troco e olho para trás. Estão lá afixadas as notas. Caminho para lá, para ver as notas dos meus exames. Uma senhora de cabelos castanhos, com tons vermelhos escuros olha-me curiosa.
- És da turma da Sara? - Pegunta.
- Da Sara Borges? - Interrogo.
- Sim!
- Oh, sou sim!
- Sou a mãe dela!
- ah, eu sou o James.
E daaí, começámos a conversar, primeiro sobre a filha dela (uma rapariga que se importa mais com a vida social do que propriamente com a escola, apesar de ser inteligente. Nunca me dei muito com ela, mas já várias vezes trocámos ideias na aula de Biologia, quando nos sentamos no mesmo grupo no laboratório. Não é má pessoa, só nunca calhou darmo-nos mais vezes.). A conversa evoluiu, e tocou a turma, professores, a carreira que eu queria seguir. À saída, cruzei-me com a professora que me vai deixar mais saudades. A professora de Inglês. É uma mulher às direitas. Sabe impor respeito quando tem de ser, mas também gosta de brincar connosco e formou laços com a turma que nenhuma outra professora deve ter criado. Ela é realmente quase como uma avó (jovem, apesar de tudo). É uma mulher cheia de cultura geral, sempre pronta a aprender mais e a partilhar aprendizagens. Talvez seja por me identificar com ela que a guardo tão bem no meu coração. Mas enfim. Eu, a professor e a mãe da Sara falámos durante algum tempo, mas depois a professora, pedindo desculpa, ausentou-se, pois tinha uma reunião. A mãe da Sara ofereceu-me boleia. A princípio recusei educadamente, mas depois de lhe dizer mais ou menos onde eu moro, de ela ter dito que ficava de caminho e ter oferecido de novo, aceitei, agradecendo. A conversa continuou um pouco mais no carro.
- Pois... Mas é assim, a minha Sara é preguiçosa e já não sei o que hei-de fazer
- Eu também sou preguiçoso, e peco por isso... Mas enfim, se não trabalharmos agora, não temos oportunidades no futuro.
- Ah! Tu podes até ser preguiçoso, mas ao menos és jovem e já pensas assim! A Sara nem por isso...
Entretanto chegamos à passadeira em frente à minha rua. Anunciei que era ali a minha passagem, despedi-me e agradeci novamente a boleia. Cheguei a casa satisfeito com a visita que fiz à escola. Pousei os papeis em cima do móvel da sala, e sentei-me em frente ao computador. Já tinha uma sms do Elijah, e respondi-lhe.

E foi então que me caiu em cima. Daqui a pouco já estou de novo na escola. Mais um mês e pouco, e acabam-se as férias. E depois... Depois, posso finalmente ter-te nos meus braços :)

Cheers! =D

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A propósito da música...

Várias vezes aconteceu alguma música de uma banda marcante ter passado para a banda sonora de algum filme... Aqui estão algumas das que mais gosto que fazem parte da banda sonora de alguns filmes:
[Peço desculpa, mas tinha de começar por aqui...]

  • Evanescence - My Immortal (Derdevil [Demolidor])
  • Muse - Supermassive Black Hole (Twilight [Crepúsculo]: Cena onde os Cullen jogam Baseball)
  • Paramore - Decode (Twilight [Crepúsculo])
  • 30 Seconds to Mars - Kings and Queens (Hugo)
  • Natasha Bedingfield - Pocketful of Sunshine (Easy A [Ela é Fácil]: Cena onde Olive (Emma Stone) abre o cartão de aniversário, que começa a dar esta música, que acaba por se tornar a banda sonora do seu fim-de-semana)
  • The Fray - How To Save a Life (Stealth) [Tenho de agradecer a este rapaz por me ter dado a dica ;) ]

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Assustado...

Como já há muito não me sentia...

É uma sensação terrível...

Quando sentes medo, refugias-te no teu lar. Aquela casa que já conheces bem, cujos recantos e esconderijos já te são tão familiares como os traços do teu próprio rosto. Aquele lar acolhedor onde mora a tua família, quer sejam pais, irmão avós... Pessoas que têm connosco laços de sangue e mais profundos do que a superficialidade que muitas vezes conota toda a vida humana.

Mas sinto um medo que me gela o sangue que, literalmente, me faz querer pegar num cobertor porque me arrepia os braços... O medo de nem na minha própria casa me sentir seguro.

Que posso eu fazer quando o meu principal refúgio, a minha última fortaleza, pode ser facilmente invadida pelos Espectros que me assombram o passado. Eles que podem até mesmo fazer da minha família um cavalo de Tróia, já que a minha família não conhece a face desse Espectro e lhe abrirá facilmente os portões sem hesitar...

Mas o medo. O medo leva-me à raiva. Não posso simplesmente ficar de braços cruzados a ver as minhas muralhas a colapsar e a serem espezinhadas! Não, esse medo transformou-se rapidamente numa força, uma força que me diz que eu vou lutar, mesmo que seja um exército de um só homem contra o mundo inteiro. Este é o meu Santuário, e vou defendê-lo com tudo o que estiver ao meu alcance. E se eu tiver que usar a força, não hesitarei, mesmo que tenha de me tornar aquele guerreiro que poucos (ou mesmo nenhuns) me viram tornar.

E se isso não resultar? Uma coisa é certa, não vou estar de novo dentro das mesmas quatro paredes que a minha Tormenta. Se tiver de ser, passo para o outro lado das muralhas e tomo a Fortaleza de assalto. Não sei. Uma coisa é certa, estou cansado de estar à mercê de alguém como esse Espectro.

Hoje, isso acabou. De vez.

Can't Stop Listening to this...

Esta (aliás, como todas as músicas dos 30 Seconds To Mars) é sem dúvida épica. Tem um grande significado para mim... Sinto sempre arrepios pela espinha quando oiço músicas deles... Principalmente esta (Kings and Queens), a Vox Populi, a Closer to The Edge, e a This is War... Mas aqui fica a Kings And Queens


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Evanescence - Taking Over Me

Tenho ouvido imenso esta... xP Gosto da introdução com o piano, da forma como ela a canta... O meu próximo desafio? Aprender o resto da letra que me falta aprender para poder cantá-la x)




P.S. A interface do Youtube mudou, ou é de mim? É que está muuuuito brutal, agora xP

As Gémeas

Hoje fui dar um volta com as Gémeas.

Devo dizer que houve poucos momentos em que não nos estávamos a rir. Com elas é sempre assim: rir a bom rir, genuinamente, com cenas icónicas das nossas vidas, recordações, invenções, piadas improvisadas... xP Já para não falar na figuras que fizemos a tentar tirar fotos! xD

Agora, só me falta mesmo ir à praia... Enfim, veremos se em Agosto consigo convencer o pai a levar-me à praia xD

Pequenos Prazeres que Me Alegram

Já não me lembro de quando foi a última vez que fui às compras...

Hoje o pai e a mão levaram-me a mim e ao mano ao Fórum, para comprarmos a roupa para o casamento da Prima P. Assim que vi a Pull & Bear, corri para lá. Nem dez minuto depois e saí lá mais do que satisfeito! Pela primeira vez comprei Skinnies (Não sei se é assim que se escreve...). Lembrei-me do K., como é claro. É o tipo  de jeans que ele usa xP Nunca pensei que me ficassem bem a mim, mas experimentei. Então ficou assim a minha vestimenta: Skinnies escuras, quase pretas; sapatilhas de tecido escuro também, sem atacador, mas com os furos como se fosse suposto ter atacadores, mas é de elástico (e bastante confortáveis.); t-shir com decote em V e botões, de cor azul escura, com ricas finas brancas horizontais; camisa de um azul muito pálido, quase branco. E tive um bónus: comprei algo que já desejava há muito: um par de jeans brancos. Pronto, admito, também são sknnies, mas vá, ficaram-me mesmo bem...

Depois de ter escolhido a roupa, chegou a altura de a experimentar. Vi como aquilo que tinha escolhido me ficava bem, e a minha mãe deixou-me sozinho no camarote para trocar para a minha roupa. Eu nunca fui muito vaidoso. Quando me vejo ao espelho, costuma ser para fazer caretas a mim mesmo, ou para refilar com a minha juba. Já há algum tempo que não me via em tronco nu ao espelho. Por mero acaso, isso aconteceu lá no camarote de provas. A minha primeira reação foi "Who the fuck is that?!". Depois olhei mais atentamente. Pude reparar que já não se notavam as minhas costelas, como antes acontecia (para meu desagrado), pelos vistos estava a ganhar peso, a ficar com o corpo mais liso no lados. Mas isso contrastava com o relevo que se formava noutros locais. Abdominais sempre os tive definidos, nem muito demasiado, nem muito pouco. Abdominais típicos de nadador! Mas depois apercebi-me que os peitorais também estavam diferentes, mais definidos, mais cheios. Observei-me durante uns momentos. Senti-me tão bem com o meu corpo como nunca antes. E um pensamento me cruzou a cabeça: "E é todo dele...". Passando à parte em que eu deixo de ser pouco modesto acerca de mim mesmo...

Quando a mãe estava a escolher a roupa, isto já na C&A, ouvi a música que tocava. Um clique fez-se, ao ouvir a letra:
...So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
E pensei logo em alguém... Reconheces, K.? ;P Eu reconheci, e pensei logo em ti! xD

Mais tarde, consegui arrastar a família toda até à Pans & Company (como eu disse: Pans, para os amigos). Pedi rapidamente o que queria, e delocquei-me para guardar uma mesa, enquanto observava a família a tentar lutar contra os menus que desconhecia por completo. Ri-me com a situação, olhando em volta. Havia bastante gente àquela hora no fórum. Provavelmente vinham do cinema, depois de assistirem ao Harry Potter and The Deathly Hallows Part 2.

E estou ansioso por experimentar a roupa nova... Estava a pensar convidar a Bia para ir ao cinema amanhã, ver o Harry Potter, aproveito e estreio as minhas Skinnies brancas e as minhas sapatilhas da Pull...

Cheers!! =D

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ah, já lá vai algum tempo que eu não postava por aqui...

Não tem acontecido nada de muito memorável, se excluirmos aqueles bons momentos que passo a conversar (e a escrever) com o Elijah.

Bom, e se excluirmos ainda o Pão Nosso de Cada Dia que é o Miguel... As novidades acerca dessa criatura (desculpem, mas não consigo chamá-lo pessoa.) são sempre das melhores... [O sarcasmo está bem implícito nesta frase...]

Bom, veremos por pontos.
  1. Arranjou um namorado, até aí tudo bem.
  2. Um não lhe chegava, queria uma relação a três
  3. Acusa-me de ser inútil porque me esqueci de aceder ao pedido que ele fez (com maus modos, como se mandasse em mim). Que pedido era esse? Um dado tão relevante como a hora a que eu nasci.
  4. Acaba o namoro com o outro rapaz porque "não tem tempo para namorados".
  5. Depois do ponto 4., tem a lata de me atirar à cara que eu uso as pessoas
  6. Depois do ponto 2., tem a lata de me acusar de ser desesperado por amor
Veremos. Tudo bem, eu errei com ele. Usei-o? Sim. Apercebi-me do meu erro? Sim. Arrependi-me? Imenso. Agora, quando ele me diz todas aquelas coisas de eu usar as pessoas, como se fosse melhor que eu, já é difícil de engolir, mas engulo, porque a verdade é que eu não o devia ter feito. Mas quando começa a insultar o que sinto pelo Elijah, a relação que tenho com ele, e o que ele sente por mim, então, meu amigo, estamos mal. Muito mal. Enquanto a história das bocas eram só sobre mim e contra mim, não tenho problemas com isso, seria menos do que eu merecia, mas quando as bocas recaem sobre outros que não têm culpa do que aconteceu, não consigo ficar calado.

E depois, ele sai-se com esta pérola, após eu lhe ter dito que "amar verdadeiramente só se ama uma vez na vida". Transcrevendo o que ele disse: "Sim, é bom saber isso, porque sempre te amei e ainda te amo. Mas só não luto por ti porque não te quero magoar." A melhor parte? Depois de ele me ter dito essa pérola, a Bia contou-me as más notícias: o Miguel fez questão de espalhar pelos amigos que tínhamos em comum um relato pormenorizado daquilo que tínhamos feito um com o outro. E quando digo pormenorizado, estou a dizer literalmente pormenorizado. Até mesmo a pessoas que não sabiam da minha orientação sexual. Mas enfim, quem me olhar de lado, só demonstra o quão bom amigo foi. Os que guardo cá dentro com mais carinho, sabem da história toda e apoiam-me. Os outros? São os outros.

Mas depois de toda esta história, fiquei cansado. Cansado dele, cansado das intrigas dele, cansado das... cenas dele, que é para não usar uma palavra mais forte... Enfim. Acabei por lhe dizer para não mandar mais sms, porque eu não responderia. Claro, ele continua a envia-las, fazendo ouvidos de mercador. O pior? Algumas não consigo deixar de ler (porque o telemóvel me mostra sempre uma "preview" das sms quando as recebo), e diz lá coisas... Bom, coisas que não me deveriam atingir, mas que estaria a mentir se dissesse que não o fazem. Claro, não quero dar importância a isso. O que me importa é que estou mais feliz do que nunca, e muuito mais apaixonado do que nunca. E isso tudo devo a apenas uma pessoa, e não é o Miguel. É o Elijah.

E pronto... Já que não postava há algum tempo, aqui ficam com um post recheado ;)

Cheers!! =D