As minhas duas músicas preferidas de um dos filmes da minha infância.
Once Upon a December
Journey to The Past
domingo, 18 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
Parabéns...
Hoje é um dia especial para o meu Elijah... Eu sei que devia estar animado. E estou, em parte. Por um lado, estou contente por ele. Ele está a divertir-se... Enfim, é o dia dele, e por mim era esse dia todos os dias. Aliás, tento que ele sinta que todos os dias são os dias dele. Mas estou longe... E longe não posso fazer o que mais quero...
- Acordar de manhã, sussurrar-lhe "Parabéns" e dar-lhe um beijo na testa,
- Ordenar-lhe que fique na cama enquanto eu preparo um pequeno almoço colorido e variado para lhe levar à cama,
- Ficar o resto da manhã deitado junto a ele, a trocar carícias, até irmos almoçar (fora, a um restaurante memorável),
- Passar a hora a preparar as coisas em casa para receber a família ao jantar 8com um pouco de namoro pelo meio)
- Receber a família em casa, com o meu braço a envolver a sua cintura, em frente à porta, enquanto nos cumprimentam alegremente e lhe dão os parabéns,
- Jantar e cantar os parabéns, dando-lhe um beijo terno depois de ele apagar as velas,
- Despedir-nos com um sorriso na cara dos últimos convidados a sair,
- Dar-lhe uma prenda (somem dois mais dois: é de noite, nós os dois sozinhos em casa, com uma cama só para nós...)
- Cantar-lhe antes de ele adormecer,
- Ficar a vê-lo dormir com um sorriso sereno nos lábios, até eu próprio adormecer...
Mas nada disso pode ser, porque eu estou longe. E sinto-me de pés e mãos atadas porque não posso fazer nada para eliminar esta distância já e agora, como eu bem gostaria de fazer, como eu gostaria de ter feito já há algum tempo...
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Fim de Semana...
Hoje é sexta-feira. Não tenho vontade de ir para as aulas. Quero dizer, eu, até agora, gosto dos professores que tenho tido (falta conhecer o professor de Educação Física)... Química parece-me que há-de ser a minha disciplina preferida este ano para além de Biologia, Português não deve ficar muito atrás e Matemática será aquela em que terei de me aplicar mais. Tenho sempre a vantagem de a professora de Matemática ser a mesma do ano passado, e, portanto é a mesma também do 10º. Até pode ser a professora mais exigente da escola, mas é a professora de matemática que melhor ensina, disso não há dúvidas.
Daqui a pouco terei de ir... Mas eu sei o porquê desta minha pouca falta de interesse em ir às aulas... Não que a turma não seja simpática (aliás, juntaram três turmas, alguns eu já conhecia de vista, mas há aquelas divisões bem feitas...), mas... O meu horário é absolutamente incompatível com o do Elijah... Terei de me habituar a isso durante o resto do ano, mas já não vejo a hora de acabar este ano lectivo para poder estar com ele todos os dias...
Ugh, tenho mesmo de erguer o queixo e pôr-me ao trabalho! Este ano eu TENHO de ter boas notas, ou lá se vai o plano de ser este o último ano em que moro longe do meu namorado...
Tenho alguns colegas na minha turma que eram já da minha turma o ano passado e, sorte a minha, até eram do grupo com quem eu me costumava dar. Quanto a eles... Nem quanto a eles nem quanto aos restante... Não faço a mínima do que acham acerca da homossexualidade... Não vou gritar aos sete ventos que sou gay. Se perguntarem, também não vou mentir... Mas a professora de Português disse que as nossas apresentações orais teriam de ser essencialmente argumentativas e, quanto mais polémico fosse o tema, melhor... Adivinham em que tema eu pensei logo para a minha? Mas para fazer uma apresentação oral sobre homossexualidade, vou esperar lá mais para o final do período... Não me vou expor já dessa maneira... Claro, é apenas uma ideia, não é algo definitivo, é apenas até encontrar algo melhor...
Cheers! =D
Crescer...
O ser humano nunca cessa de crescer. Sim, às vezes regride, mas eventualmente acaba por retornar ao caminho do crescimento. Não me refiro a um crescimento físico, esse é já uma constante com que temos de contar. Refiro-me a um crescimento psicológico. Eu, por experiência própria, sei como esse crescimento ás vezes se desvia do que era suposto, mas, se a pessoa for realmente matura e consciente de si mesma, acabará, tal como eu, a continuar a crescer.
Com o crescer vêm as responsabilidades, pesos para os quais nem todos estão prontos. Eu? Sempre gostei daquela sensação de importância que ter uma responsabilidade me dá. Veja-se agora, que tenho mais uma alma para cuidar aqui no meu quarto.
A mente humana cresce, e intriga-me. É uma realidade fantasiosa que se contorce nas linhas da existência de forma versátil e um tanto ou quanto vulnerável. Há aqueles que tentam fazer-se de fortes, mas, modéstia aparte e sem intenções de me enaltecer a mim mesmo de forma orgulhosa, consigo ver para lá dessas barreiras. Quer seja aquele que ergue barreiras porque foi magoado por alguém que outrora as ultrapassara, quer seja aquele que esconde os ciumes e medos de perder alguém por trás de rebeldias inconstantes e aparentemente sem razão de ser, quer seja aquele que se esconde por trás de uma máscara de cinismo por achar que todos merecem pior que aqueles males que ele passou outrora no seu passado. Dom, maldição, perspicácia, chamai-lhe o que quiserem, mas eu não cesso de tentar, com êxito, compreender a mente humana. Não num todo, pois tal seria impossível, e não por completo, pois a mente, tal como referi, está em constante mudança, mas sim num modo geral, em cada individuo. Por trás de cada ação está um acontecimento catalisador, que ateia a chama da irracionalidade. Às vezes, essa chama é do amor, outras, é de algo semelhante, mas mais corrosivo. E assisto de fora, às mentes que se destroem de forma degradante, por algo que sentem, algo belo, mas do qual fazem algo terrível por agirem de tal forma. Mas às vezes, surge uma mente sã perto dessas mentes que se degradam, uma mente que causa uma iluminação de espírito e que acaba por ajudar, por servir de exemplo. E isso também faz parte do crescimento. Não só a tentativa e erro, mas também o aprender ao observar as tentativas e erros (ou falta deles em certos aspectos) de outras pessoas. Mas, isto vai tocar, novamente, outro tema: Ser um exemplo a seguir, é uma responsabilidade apenas suportável por aqueles que são maduros o suficiente. Seguir um exemplo também requer consciência ou responsabilidade. Requer cuidado na escolha. Às vezes as escolhas de exemplos a seguir tornam-se desilusões quando nos apercebemos que afinal era uma mente algo caótica apenas à espera de se libertar. Bom, verdade seja dita, só se tornam desilusões se nos aperceber-mos do quão erróneo é seguir aquele exemplo. Quando não se tem a capacidade para isso, então, a mente caótica arrasta mais mentes consigo.
Afastei-me do tema. Crescer. Como uma certa pessoa escreveu uma vez (uma pessoa com quem, admito, me identifico [talvez não em todos mas em muitos aspectos]): Gosto de sentir que estou a crescer, e da sensação de ter uma nova responsabilidade (no meu caso, essa responsabilidade encarna-se numa Hamster de nome Pulga. no caso de outros... Deixou de encarnar e sinto realmente pena de tal acontecer).
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Regresso às aulas...
... ainda hoje. Mas só lá mais para tardinha, como manda o horário... Aproveito o tempo para pôr algumas coisas em ordem. o meu quarto mais parece uma sala de arrumações, com caixas e moveis a um canto... Mas ainda não tive paciência para o arrumar, pelo contrário, só tive preguiça para estrear o meu novo portátil... Enfim x)
Não sei que mais escrever, mas mais logo sou capaz de falar sobre como foi o meu primeiro dia de aulas. Até lá, desejo um bom regresso às aulas àqueles a quem a carapuça serve xD
Cheers! =D
Não sei que mais escrever, mas mais logo sou capaz de falar sobre como foi o meu primeiro dia de aulas. Até lá, desejo um bom regresso às aulas àqueles a quem a carapuça serve xD
Cheers! =D
sábado, 10 de setembro de 2011
Um novo membro da família
Tenho um novo membro na família. Ela mudou-se para o meu quarto. A Jú perguntou se eu queria ter um hamster, que ela me o dava. Afinal, fiquem com uma hamster, chamada Pulga. É branquinha e mesmo fofa! :3 Agora ela esta na sua cama, dentro da gaiola, a dormir :) Já se habituou à casa nova e tudo! e é tão mansinhaaaa :) adoro quando ponho o dedo dentro da gaiola, ela ergue-se nas patas de trás, segura-se ao meu dedo com as da frente e começa a cheirar, para de seguida voltar ao que estava a fazer. Acho que também já se habituou a mim, que assim que ela chegou a casa não a deixei em paz! Mas já experimentou quase tudo na gaiola: a cama, o comedouro, o tubo por onde sobe para a plataforma onde está a cama... Só ainda não foi ao bebedouro (pelo menos que eu tenha visto) e ainda não brincou com a roda (apesar de já ter subido por si mesma lá para cima). é mais uma pequena mudança...
Também hoje, o meu pai comprou-me um portátil (aproveitou uma promoção em que, pelo preço do portátil, davam a impressora e um disco rígido externo não de 200GB, nem de 500GB, mas, nada mais, nada menos, do que 1 TERABYTE de espaço livre (cerca de 1024 GB*.* É um MUNDOOO). Também andámos pela Moviflor ontem (e eles ainda foram hoje à IKEA [Na verdade ainda lá estão neste momento], eu só não fui porque estou meio esquisito, com dores de barriga e mal disposto), a ver móveis. O meu pai queria comprar uma secretária... Entretanto eu fui vendo e também já sei que secretária quero, que cadeira par a secretária quero... e também andei a ver camas (de casal ^^)... Os meus pais já prometeram que eu poderia escolher a mobília para o meu quarto e também a cor de que quisesse pintar as paredes :3 (Será azul haha). Aind ahá pouco o meu pai enviou uma foto de uma cama que eu gostei e que ate é barata, dado ser uma cama de casal, feita de madeira maciça e robusta :)
Eu gosto de ver mobílias... E imaginar como será o meu quarto perfeito. Quanto a cama, eu e o Elijah já sabemos qual seria a perfeita (ambos adoramos aquela ideia)...
Cheers! =D
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
O Mundo é Pequeno
Sempre me vi como uma pessoa adaptável. Tenho a minha personalidade, mas posso adaptar-me às conversas e às pessoas que me rodeiam. No entanto, sempre me imaginei como alguém que tem três esferas na sua vida: A dos Amigos, da Família, e esta, a Homossexualidade, que inclui as minhas vivências como um rapaz homossexual, o blogue onde escrevo sob um pseudónimo, os leitores com quem às vezes falo e, eventualmente, as minhas relações amorosas com outros rapazes... A esfera da Família e a dos Amigos, sempre se interceptaram uma com a outra. E tentei manter o mais afastado possível a Homossexualidade das outras esferas... Mas agora... Agora, a esfera da Homossexualidade começa a interceptar-se parcialmente com a da Família, não digo totalmente porque há pessoas na família que não sabem e há coisas que nem os meus pais sabem (apenas porque ainda não calhou falar com eles sobre isso). E a esfera da Homossexualidade também já intercepta muito a dos Amigos. E ás vezes... Às vezes há pessoas da minha esfera de Amigos que tem ligações à minha esfera da Homossexualidade que desconhecem. Algumas até eu mesmo desconhecia... E quando finalmente as descubro, faz-me pensar... O Mundo é pequeno.
Um Dia Inesquecível...
Não vou dar muitos pormenores sobre o tempo que passei com o Elijah, isso farei mais tarde no As Seen From The Stars, já que isso tem tudo a ver com a nossa relação. Resta-me dizer que foi um dia fantástico, e que tenho imensas boas memórias dele.
Quando ao que vou contar aqui... Tem mais a ver com o Pai e a Mãe. Quanto à Mãe, ela pareceu um pouco... como hei-de explicar...? Um pouco acanhada em relação ao Elijah. O Pai, por outro lado, ainda tentou fazer conversa ao jantar. Mas essa tentativa saiu-lhe mais bem sucedida depois, no carro e no Terminal Rodoviário de Sete Rios, onde o Elijah apanhou o autocarro de volta a casa. O Pai perguntou-me como eu o tinha conhecido, e eu contei-lhe muito resumidamente a história: "Na altura andava com aqueles sentimentos de que eu não deveria ser quem sou, e depois encontrei o blogue onde o Elijah (claro que o pai o conhece pelo nome verdadeiro hahaha) escrevia sobre as suas experiências de vida, depois entrei em contacto com ele e daí nasceu uma amizade...". Depois ele perguntou se isso tinha dado em namoro ou se já nos tínhamos conhecido há mais tempo. Foi então que ele nos perguntou à quanto tempo nos conhecíamos e percebemos que já nos conhecemos à cerca de nove meses. Quase um ano, se forem a ver bem. Mas ainda assim, eu e ele estivemos sete meses como amigos, dois como namorados e sempre a contar. E percebi como o tempo passa depressa. Não me parecia assim há tanto tempo. A melhor parte de saber que o tempo passa depressa? Vai custar menos esperar por finalmente o ter de novo nos meus braços, e o ter nos meus braços todos os dias :)
Depois de deixar o Elijah (e de me despedir dele devidamente), eu e o pai fomos andando para o carro. Primeiro fez-se um silêncio um pouco constrangedor. Mas depois o pai acabou por falar. "Eu fui falar com um psicólogo, meu amigo, e expliquei-lhe a situação, para saber se ele poderia ajudar. Ele disse-me que não era a pessoa indicada, mas deu-me o contacto de uma colega dele que se especializa no assunto, em acompanhar pessoas como tu, assumidas a inserir-se na sociedade. Se achares que precisas de apoio, basta dizeres e eu ligo-lhe.". Eu concordei. Agora acho que me caiu ainda mais em cima isso... O ser assumido. Para os meus pais, para os meus amigos e, graças à delicadeza de um certo individuo que conhecem como Miguel, é bem provável que para a escola inteira... Como disse ao meu pai, por enquanto não preciso... Mas depois... Eu sei como não é fácil. O ser gozado por causa disso, os olhares que as outras pessoas nos dão...Se bem que, se querem saber, os olhares são fáceis de ignorar. Apercebi-me disse quando passeava pelas margens do Tejo e pelo Oceanário de mão dada com o Elijah. As pessoas olharam (acho que as que não olharam com estranheza foram só os funcionários do Oceanário hahaha), mas eu simplesmente ignorei... Mas consegui fazê-lo porque sabia que tinha aquela mão quente e macia a envolver a minha, e que me protegeria de tudo. Quando as aulas começarem... Apenas terei a memória dessa mão. Mas acho que será uma boa razão para lutar: para voltar a sentir o meu namorado a dar-me a mão, a acariciar-me o rosto, a beijar-me. Isso, de certeza, dar-me-à forças. E sei que terei o apoio dos meus pais, dos meus amigos, e do Elijah. Mas não nego que às vezes seja sensato pedir o apoio de uma pessoa especializada no assunto... Até porque entre os meus pais e o meus amigos, poucos sabem da situação, e talvez ainda menos saibam que conselhos me dar. e eu sei como é... Ver alguém falar connosco e não saber o que dizer ou fazer... Acaba-se a desejar que a pessoa encontre alguém que saiba como a ajudar. Eu tenho a sorte de ter isso. E nunca tive aversão a ir a um psicólogo. Por enquanto, não sinto que precise, até porque estou numa das fases mais felizes da minha vida. Mas agora que tenho essa oportunidade, não hesitarei em usá-la em caso de necessidade :)
Cheers!! =D
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sábado, 3 de setembro de 2011
Adele... Oh, não espera, é o Chester Bennington!
Com esta coisa toda de ouvir adele até mais não, cruzei-me com esta pérola, uma cover que os Linkin Park fizeram da Rolling In The Deep. Devo dizer, eu sabia que o Chester tinha uma voz poderosa, ou não tivesse esta banda sido outrora a minha preferida... Mas isto? Ultrapassa todas as minhas expectativas... Quem diria que ele é um cantor de rock do pesado, hein? (Agora mais rap, mas pronto, eu gosto mais dos Linkin Park quando eles cantavam rock e rock e...enfim...). Mas sem mais demoras, aqui está a dita pérola:
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Adele
É o que tenho andado a ouvir. Nunca pensei que fosse gostar tanto desta cantora mas, de facto, para além de ser uma pessoa cativante, é uma artista espantosa e, sem dúvida, dotada. Devo admitir, foi o K. que me mostrou pela primeira vez a música dela. Ainda hoje, as primeiras que ele me mostrou estão entre as minhas predilectas desta cantora , são eas a Rolling In the Deep e a Set Fire To The Rain. Claro, a lista é um pouco mais extensa, e inclui outros temas, tal como Cold Shoulder, Chasing Pavements e Hometown Glory, do primeiro álbum, e Turning Tables, Rumour Has It, My Shame e Lovesong. Claro, muitos artistas acabam por fazer covers de outros, já que todos temos aquela música que sempre gostaríamos de cantar. e descobri que, numa edição especial do seu álbum 19, onde Adele acrescentou alguns temas cantados ao vivo em acústico, ela cantou uma música do Sam Cook: That's it, I Quit, I'm Movin' On. E devo dizer: Adorei! Como aliás adorei todas as suas músicas. Na verdade... desde que fui para o norte (altura em que passei as músicas dela para o meu mp4), que não tenho ouvido outra coisa senão Adele. Sim, Evanescence serão sempre os meus eternos favoritos, e até porque são um género de música radicalmente diferente do da Adele... Mas ainda assim, arrisco a dizer-me que descobri uma nova pretendente a "uma das favoritas"
domingo, 28 de agosto de 2011
Desafio dos Livros
O Pedro e o Rich desafiaram-me para responder a estas perguntas, e eu só pude responder agora... Mas cá está ;)
1 - Existe um livro que relerias várias vezes?
"Harry Potter", "Eragon" e "A Lua De Joana", são os que nunca me canso de reler ;) Ah, e isto pode at´parecer estranho mas... Digam qualquer um do Júlio Verne e eu releio x)
2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
"Os Maias" -.- Mais palavras para quê? haha.
3 - Se escolhesses um livro para ler no resto da tua vida, qual seria?
Mmm... Não sei... Talvez um do Júlio Verne... Ou da Juliet Marillier... Definitivamente da Julliet Marillier.
4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?
"The Elder Scrolls: The Infernal City" e "The Elder Scrolls: Lord of Souls"... São inspirados na minha série de jogos preferida, mas nunca li porque ainda não os encontrei à venda (sinto-me tentado em comprar pela net... xP)
5 - Que livro leste cuja «cena final» jamais conseguiste esquecer?
"A Lua de Joana" (Foi a primeira pergunta a que respondi). Fico sempre com as lágrimas atravessadas na garganta sempre que relembro aquele final.
6 - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual o tipo de leitura?
Claro, desde novo. o livro que eu mais lia (que até o sabia de cor) era o resumo do filme "O Rei Leão", mas desde novo que comecei a ler aquilo a que os meus amigos chamavam de "Bíblias"... Aqueles mesmo grossos? principalmente aventura e romance. Mas lembro-me de uma série que me marcou incontestavelmente: Arrepios. A série era constituída por vários livros (sem ligação obrigatória ente si), cada livro era uma história de terror.
7 - Qual o livro que achaste chato, mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
"Túneis". Opá, não sei... Li até ao fim para ver se ficava interessante... :P
8 - Indica alguns dos teus livros preferidos.
"Harry Potter", O cilco da Herança ("Eragon", "Eldest", "Brisingr" e o próximo que vai sair...), A Lua de Joana e (agora é a parte em que vão gozar bué comigo) "Os Lusíadas"
9 - Que livros estás a ler?
"Assassin's Creed: Irmandade" (inspirado no jogo) e "Dracula" (em ingês.)
10 – Agora nomear 10 pessoas.
Epah... esta é a parte mais difícil... okidoki, vamos cá ver:
1 - Existe um livro que relerias várias vezes?
"Harry Potter", "Eragon" e "A Lua De Joana", são os que nunca me canso de reler ;) Ah, e isto pode at´parecer estranho mas... Digam qualquer um do Júlio Verne e eu releio x)
2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
"Os Maias" -.- Mais palavras para quê? haha.
3 - Se escolhesses um livro para ler no resto da tua vida, qual seria?
Mmm... Não sei... Talvez um do Júlio Verne... Ou da Juliet Marillier... Definitivamente da Julliet Marillier.
4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?
"The Elder Scrolls: The Infernal City" e "The Elder Scrolls: Lord of Souls"... São inspirados na minha série de jogos preferida, mas nunca li porque ainda não os encontrei à venda (sinto-me tentado em comprar pela net... xP)
5 - Que livro leste cuja «cena final» jamais conseguiste esquecer?
"A Lua de Joana" (Foi a primeira pergunta a que respondi). Fico sempre com as lágrimas atravessadas na garganta sempre que relembro aquele final.
6 - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual o tipo de leitura?
Claro, desde novo. o livro que eu mais lia (que até o sabia de cor) era o resumo do filme "O Rei Leão", mas desde novo que comecei a ler aquilo a que os meus amigos chamavam de "Bíblias"... Aqueles mesmo grossos? principalmente aventura e romance. Mas lembro-me de uma série que me marcou incontestavelmente: Arrepios. A série era constituída por vários livros (sem ligação obrigatória ente si), cada livro era uma história de terror.
7 - Qual o livro que achaste chato, mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
"Túneis". Opá, não sei... Li até ao fim para ver se ficava interessante... :P
E os de "Uma Aventura"... Peço desculpa, mas li tantas vezes que enjoei... x(
8 - Indica alguns dos teus livros preferidos.
"Harry Potter", O cilco da Herança ("Eragon", "Eldest", "Brisingr" e o próximo que vai sair...), A Lua de Joana e (agora é a parte em que vão gozar bué comigo) "Os Lusíadas"
9 - Que livros estás a ler?
"Assassin's Creed: Irmandade" (inspirado no jogo) e "Dracula" (em ingês.)
10 – Agora nomear 10 pessoas.
Epah... esta é a parte mais difícil... okidoki, vamos cá ver:
Weasley
E assim de repente não me lembro de ninguém... Mas sejam livres de aceitar o desafio por iniciativa própria ;)
E assim de repente não me lembro de ninguém... Mas sejam livres de aceitar o desafio por iniciativa própria ;)
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Pedaço de Terra Meu
Afinal, não fomos ao norte. O carro deu problemas, e nem vinte minutos andámos. Já voltámos, o carro foi rebocado, e um táxi foi chamado. Mas já disse à mãe que não queria lá ir. Porquê? Porque os meus avós têm mais facilidade em vir cá do que nós lá, e, no entanto, depois é o que se vê. A defesa da minha mãe? "Mas sabes como é... Eles têm lá o quintal e..." Eu interrompi-a. "Não vás por aí, que eu também cá tenho tudo em Lisboa e não é isso que me impede de lá ir.". Acabei por soltar no ar aquela do "para eles, um pedaço de terra tem mais importância que vir visitar a família." Isso revolta-me. Sim, já cá passaram uma temporada, os meus avós... Apenas porque o meu avó precisava de fazer uma operação num médico de boa qualidade. Sim, afinal, eles acabam por cá vir apenas devido a pensamentos auto-centrados como esses... Nunca cá vêm porque simplesmente pensaram "mhm, apetece-me ir visitar a filha e os netos...". Nop, vieram cá porque "Preciso de um doutor que me ponha bom num instante para poder voltar a ir para o quintal.". E a minha mãe continua a fazer-lhes a vontadinha cómoda. Eu? Já não vou ficar mais calado. Sim, já chateei a minha mãe. Não vou lá. Porque haveria eu de ir visitar um par de pessoas que, para além de não terem tido muito partido na minha educação (nem da minha mãe, já que ela e a irmã foram criadas pela minha bisavó) e que, além do mais, a desculpa que dão para não irem lá é que têm de plantar meia dúzia de couves e uma mão cheia de batatas? Essa é uma das razões pelas quais eu não vou lá. As outras? Primeiro, o calor é de tal forma insuportável que nem dá para sair à rua, logo precisamente no único sítio onde posso sair sempre que quero e bem me apetece, para onde quero e bem me apetece. Depois? Tenho muito pouco com que me entreter por lá (já que não posso sair por causa do calor, capito?). Gosto de lá ir, a sério que sim! Mas quando o tempo está ameno, por alturas da Páscoa... Quero dizer, no natal, tenho duas escolhas, ou fico em casa em frente à lareira e os olhos me incham que nem balões (sou alérgico ao fumo), ou então fico no meu quarto onde morro enregelado. Sair à rua no Inverno? Até saia, se não fosse o frio extremo que me obriga a ir encasacado... E claro, tenho de voltar para dentro, ou arrisco-me a ficar sem a ponta dos dedos... No verão? nem preciso de estar a mexer-me para soar que nem um porco, debaixo do calor abrasador (que pelos vistos lá faz neste momento). Agora, eles? Não vêm cá porque tem de cuidar do quintal... é sempre bom saber que eles olham para a família como uma prioridade secundária em relação a um pedaço de terra...
A minha mãe insiste que, assim que arranjarmos carro (possivelmente amanhã) lá vamos. Eu e o meu irmão recusamo-nos. E é como digo, cansei-me de ficar calado. Esta situação já se arrasta à demasiado tempo. A parte que mais me põe fulo? É que a minha mãe os defende exactamente com o argumento que me tira toda a vontade de lá ir.
Porque se eu tivesse um pedaço de terra meu, ele não viria primeiro que os meus filhos e netos.
Verão no Norte
Vou voltar para o norte, ainda hoje. Era suposto ter ido de manhã, mas os meus pais adormeceram e, como querem evitar a hora de maior calor, decidiram ir um bocado mais tarde. Mas enfim... Não vou estar activo durante duas semanas x( O melhor disto tudo é que já tenho chamadas grátis para a minha rede, o que significa que vou poder ligar ao Elijah sem e preocupar com o dinheiro *.* (Há males que vêm por bem... :P)
O pai já falou em ir às piscinas, por isso o calor deve ser mais suportável... Se bem que agora nesta altura lá faz um calor praticamente insuportável... Mas enfim... Quando voltar, já as aulas estão quase a começar (e ainda não fui à praia este ano GRRR)... Depois, durante as aulas o tempo passa muito mais depressa. Então... BOa continuação de férias, people ;)
domingo, 14 de agosto de 2011
The End?
Depois de imensa conversa, e de se fazer de convidado o Miguel lá me conseguiu convencer a ir falar com ele. Ficou combinado para as 3, em frente ao café onde eu estava. Mas ele ficou surpreendido ao ver a Bia. Segundo ele, queria ter uma conversa comigo para "acabar tudo", como se as coisas ente mim e ele já não tivessem terminado há bastante tempo. A conversa foi assim:
- Olá. - Cumprimentou.
- Olá. - Cumprimentámos eu e a Bia.
- Preciso de falar contigo. - Disse ele.
- Então força. - Incentivei.
- Mas não é assim... - Comentou.
- Assim como? - Interroguei.
- Ai é? ´Tá bem. Adeus.
E ele virou costas.
- Uoi? Que se passou? Mas ele ´tá parvo? - Exclama a Bia.
- Então agora vais-te embora? - Inquiro.
- Vai atrás dele! - Aconselha a Bia.
Claro que não fui atrás dele. Afinal de contas, ele é que estava ansioso por falar comigo, não era eu que estava ansioso por o ouvir, muito pelo contrário. Pelos vistos ficou intimidado pela Bia. Ele sabe perfeitamente que ela iria saber da conversa de qualquer das maneiras! Mas mesmo que o problema fosse a presença dela, ele não manifestou tal problema. Simplesmente virou costas, sem explicar o que o estava a incomodar. Tanto pelo que sei, poderia ser ate o facto de estarmos naquele sítio, ou de eu ter aquela roupa vestida. De qualquer das formas, também não me voltou a mandar nenhuma sms. E é como disse, jogarei o jogo dele... com as minhas regras. Perdeu a última oportunidade de falar comigo. Ele afastou-se pelo seu próprio pé, sem explicar o porquê, apesar de ser ele o único a querer falar. Depois disto, é o fim. The end. Finito.
O resto do dia foi basicamente recordar esse momento épico. A Bia acha que ele se sentiu intimidado por ela. E não é caso para menos! Se foi isso, ou não, pouco me importa. Só sei que desta vez vou poder finalmente ficar em paz! Afinal, tudo bem que eu errei, mas demonstrei que estava arrependido. Mesmo depois disso ele espalhou por toda a gente o que se passou entre nós, e diz cenas totalmente... nem sei dizer, ficaremos por difamatórias acerca de mim e do meu namorado. Nop, isso eu não estou para aturar.
Enfim, lá passei uma boa tarde com a Bia. E comprei uns calções brancos que me ficam bem. Bom, pelo menos o Elijah aprovou-os, isso é que importa xP
Cheers! =D
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
"What You Want"
É o conselho do novo single dos Evanescence, algo como "faz o que queres". Eu estava ansioso pelo novo single e, agora que ele saiu, estou ansioso pelo álbum. Desta vez, os Evanescence esmeraram-se e tocaram exatamente o que quiseram. Continuam a ser a mesma banda, com o mesmo estilo, mas com uma lufada de frescura porque, apesar de tudo, não é exatamente a mesma coisa que, por exemplo, o seu primeiro álbum, Fallen. Este novo álbum, auto-intitulado Evanescence é como nada antes que a banda fez. Continua a haver o rock pesado, com o piano de fundo, com a voz inconfundível da Amy Lee e com as suas letras. Segundo a vocalista, e ao contrário de Fallen, Anywhere But Home e The Open Door, este novo álbum nao é tão focado na tristeza e na perda, mas sim na liberdade. É compreensível, dado o facto de que a Amy está num bom momento da sua vida. Lembro-me que, uma coisa que me chamou a atenção na banda, para aém da melodia e da vocalista, foram as letras, com que me identificava. E supreendentemente, apesar da diferença no tema, continuo a identificar-me com as letras, e qualquer outra pessoa o faria. na altura da minha tristeza, identificava-me com as letras por descreverem como eu me sentia. Mas se, nessa altura, por exemplo, ouvisse a What You Want, identificar-me-ia igualmente com a letra, uma vez que traduziria todos os meus desejos. Demoraram cinco anos a fazer um novo álbum, mas a espera, sem dúvida, valeu a pena.
Aqui fica uma entrevista que a MTV fez à Amy Lee, acerca do novo single:
Aqui fica uma entrevista que a MTV fez à Amy Lee, acerca do novo single:
e já agora, aqui fica o épico single ;)
e aqui a letra para acompanharem ;)
Do what you, what you want
If you have a dream for better
Do what you, what you want
Till you don't want it anymore (remember who you really are)
Do what you, what you want
Your world's closing in on you now (it isn't over)
Stand and face the unknown
You've got to remember who you really are
Every heart
In my hands
Like a pale reflection
Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
We can break through
Do what you, what you want
You don't have to lay your life down (it isn't over)
Do what you, what you want
Till you find what you're looking for
(you've got to remember who you really are)
But every hour
Slipping by
Screams that I have failed
Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
There's still time
Close your eyes
Only love will guide you home
Tear down the world that brings us down
Till we crash, we'll forever...
Down, down, down, down
Hello, hello, it's so not me
Infecting everything you love
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
We can break through
Remember who you really are
Do what you, what you want
Cheers!! =D
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Ao acordar
Eu hoje de manhazinha, acordei, sem conseguir voltar a adormecer (mantive-me antes num estado de desorientação, num limbo entre o dormir e estar acordado). E já não me lembrava como tinha acordado. E lembrei-me agora mesmo, repentinamente, do que me acordou de manhã.
Foram os seus passos no meu quarto. Sabia que eram dela, porque estava em saltos altos, e ela é a única pessoa cá em casa que usa saltos altos. Sabia que era ela porque reconheci o som da sua respiração, a forma como ela me ajeitou os lençóis, como já não fazia há anos, e como me deu um beijo na testa. Acho que ela queria ter a certeza de que eu lá estava, de que o filho dela não tinha desaparecido de novo... A única coisa de que me arrependo no que fiz, foi tê-los feito passar por aquilo.
uou...
Bom, sobre o dia de ontem, vou dar um resumo rápido...
Decidi ir ter com o Elijah. Bom, não foi ontem que decidi isso, foi já há algum tempo que iria ter com ele ontem. O problema é que eu não conseguira contar aos meus pais e acabei por ir sem eles saberem.
O resultado? Eles ficaram preocupados...
No entanto, eu deixara-lhes uma carta, onde descrevia a situação pormenorizadamente. Sobre como foi o tempo passado com o Elijah, falarei no As Seen From The Stars.
Como ontem cheguei às tantas da manhã, a minha mãe acabou por dizer que teríamos de conversar hoje, porque naquele momento ela e o meu pai não estavam em condições para ter aquela conversa. E tive-a ainda há pouco.
Fiquei a saber que eles estavam mal com o facto de eu ter saído de casa sem os avisar, e não pelos motivos que me levaram ao Algarve. E estão preocupado com os desafios e obstáculos que a sociedade enfrenta. O meu pai, a dada altura, olhou para mim e disse:
- Vou fazer-te uma pergunta, e falei com a tua mãe ainda há bocado sobre isso... E quero que respondas com sinceridade. Sabes que nós temos um grupo de psicólogos à nossa disposição para seguir a família... E achas que precisas? É que um psicólogo poderia ajudar-te...
- Para ser sincero...? - respondi. - Não sei. Se vocês quiserem pôr-me num psicólogo, eu vou...
- Quando eu digo que é para te ajudar, não digo que é para te ajudar a mudar o que és...
- Sim, eu sei, eu percebi que era no sentido de me dar apoio, e se eu achar que preciso de apoio profissional, peço, mas acho que por enquanto não é o caso...
O pai acabou por dizer que ia falar com o Psicólogo, para saber se ele estava disposto a seguir o caso, e que logo se veria. Ele confessou que tinha receio de não conseguir dar-me o apoio que eu preciso, e medo que eu me fosse abaixo com tudo o que terei de enfrentar e, além disso, eu tinha um pouco de dificuldades em falar com eles. A dada altura, ele levantou-se, quando eu estava tentar conter as lágrimas.
- Vem cá. - Disse, acenando.
Eu aproximei-me, e ele envolveu-me com os seus braços. Acabei por chorar com a cabeça enterrada no seu peito.
- Eu tinha medo de vos perder... - Chorei
- olha para mim. - Pediu, segurando a minha cara entre as suas mãos. - Só nos perderás uma vez. Ou nós a ti, dependendo de quando Deus quiser levar algum de nós. Mas promete-me que daqui para a frente nos vais contar tudo, sem medo.
- Prometo. - Digo, olhando-o nos olhos.
E pronto. Assim foi. A Mãe ainda está um pouco na fase do "tens a certeza...?" Mas o meu pai está bem com a situação. Ficou no ar o que faríamos em relação à família, mas sei que os avós paternos e a Tia G. não têm problemas com a situação. O problema é mesmo a família conservadora da parte da mãe. Mas pronto, terei de enfrentar tudo isso. Para ser sincero, o meu maior medo era que os meus pais não me aceitassem. A partir do momento em que eles me aceitam, o resto é-me indiferente.
E no final disto tudo? Sinto-me tãããão leve :)
Cheers!! =D
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Pensamentos
Ontem foi um dia cheio de emoções...

Frenéticas, avassaladoras... Mas as boas superam as más, porque, afinal de contas, quando pego naquele búzio sinto-me muito melhor, a ouvir o mar, a imaginar-me com ele na praia, a relembrar o toque da sua mão... É tão bom já não precisar de imaginar mas, em vez disso, relembrar...
Vou postar algo a contar tudo o que se passou ontem. Mas por agora, terei de adiar isso... O pai vem cá almoçar. E provavelmente será algo um pouco demorado...
sábado, 6 de agosto de 2011
Lazyness
O Verão tem passado muito nisso, na preguiça. Não tenho feito muito, para além de ajudar o Pai nas obras com a nova loja. Agora a firma onde ele trabalhava mudou-se para aqui para a zona. O que é muito bom, já que assim o Pai fica mais perto de casa, o que lhe dá mais tempo para estar connosco e, inclusive, controlar melhor o meu irmão no que toca a atrasos com a escola.
Por isso não tenho postado muito... Não é porque vos esteja a negligenciar, caros leitores, é só porque não ocorre nada digno de nota. Bom... Para dizer a verdade, aconteceu algo digno de nota, mas isso ficará para outra altura por razões que, talvez, venha a divulgar. Não é que não confie em vós, é só que há coisas que é melhor deixar por contar até tudo estar bem definido.
Mas bom, era mais para dar ares de estar vivo... Estou ansioso pelo início das aulas, apesar de este Verão ter sido muito bem passado na companhia do meu namorado. Bom, não é companhia física, mas o Skype é um ótimo instrumento de comunicação. Através da webcam e do microfone, posso vê-lo e ouvi-lo... E apesar de não poder sentir o seu toque, uma coisa é certa, já estou viciado naquele rosto sorridente e naquela voz que ainda não consigo descrever. É uma voz que me acalma, não sei, só sei o amo. Ponto final.
Quando ao resto, tudo tem estado calmo, sem dramas de maior... Quero dizer, houve um pequeno drama comigo (e neste momento há também acontecimentos mais delicados a ocorrer na vida de outrem, mas não me vou pronunciar sobre a vida das outras pessoas), mas, de resto, tudo tem estado calmo. Hoje acordei com vontade de ir à praia, mas terei de aguentar um pouco mais o desejo. Quem sabe, posso deitar-me de papo para o ar a apanhar sol num futuro próximo.
Cheers!! =D
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O Casamento da Prima P.
Foi para isso que fui ao Norte. Agora a prima P. e o Primo P. Estão casados. Como foi? Lindo. Sim, ao final de 13 horas de rave eu estava exausto de tal forma, que fiquei um pouco rabugento, e como não podia falar com o meu baby, ainda fiquei mais rabugento! [possivelmente falarei melhor do assunto no As Seen From The Stars] Mas tirando isso, foi lindo.
Adorei ver a minha prima em vestido de noiva, e ela sabe mesmo como usar aquele vestido! Ora, vejam só, o primeiro momento! Tivemos uma piñata. O objetivo era que um dos noivos estivesse vendado, enquanto o outro o guiava até à piñata... E aceitavam-se apostas! O dinheiro revertia depois para os noivos. O primeiro a ser vendado foi o Primo P. Falhou. DEpois, foi a vez da noiva. Ela conseguiu chegar à piñata, mas não conseguia rebentá-la! Tentava e tentava... Nem mesmo com a ajuda do noivo conseguiu! Até que finalmente, tirou a venda dos olhos. E não é que eu assisto (e filmo) a primeira grande proeza da noiva? Imaginem-na, toda apraltada, com um vestido de noiva... e agora, a fazer uma pose à la artes marciais, a puxar o braço direito atrás, com a vara na mão, a fazer pontaria, fechando um dos olhos, e a manejar a vara, atirando o braço para frente, rompendo a piñata, provocando uma chuva de doces (na minha direção). Eu fiquei parvo... Mas não seria a última vez nesse casamento! Lá mais para a tardinha, o DJ pôs um kuduro a bombar. E a minha prima? Em vestido de noiva, a abanar as ancas, como se o espírito nato de uma mulher africana a tivesse possuído, descendo até ficar de cócoras. O meu queixo caiu, os meus olhos ficaram esbugalhados a única coisa que conseguia pensar era: "Mas ela é mulher casada ou uma solteira numa rave de arromba?!" Bom... talvez fesse uma mistura das duas... haha
A assim foi passado o meu Domingo... E aproveitei também para namorar muito como o rapaz da minha vida :3 (P.S: Amo-te :P)
Cheers!! =D
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