quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Crenças

O meu blogue, coitado, parece estar quase ao abandono... Não que a vida tenha andado parada. Pelo contrário, por exemplo, na segunda-feira, o meu namorado, o Elijah até cá veio e tudo. É ainda um pouco surreal vê-lo deitado na mesma cama que eu, sendo essa cama a minha... Não que seja mau, pelo contrário, mas às vezes até parece bom demais para ser verdade...

Não esqueço os tempos em que deprimente era a palavra que melhor me descrevia... E não esqueço porque não quero voltar a eles. A sério que não... Ninguém quereria, obviamente. Hoje estive a falar um pouco com o J.T.. Ele queixou-se que já há imenso tempo que não vou lá a casa dele. Combinei que lá iria no sábado. E realmente, a verdade é essa. Antigamente, se dava o caso, de duas em duas semanas ia lá um sábado e acabava por ficar para jantar, a convite da sempre simpática Dona B., a mãe do J.T.. Somos quase, se não mesmo como, família. E espero nunca perder isso. O que acabamos sempre a fazer? Invariavelmente a jogar ou a ver filmes de terror.

Para quem lê o blogue há mais tempo, possivelmente lembra-se de eu já ter mencionado esse gosto que tenho por filmes de terror. Mas não se trata apenas de filmes, trata-se de tudo o que tenha a ver com o sobrenatural. Como curioso que sou, e com veia de cientista que tenho, adoro ler e conhecer algo que desafie o que eu posso desacreditar por provas científicas. Acredito na ciência? Sim. Se acredito que ela pode explicar tudo? Não. Não há verdade absoluta. Se acredito na vida além da morte? Não sei. Se acredito em fantasmas e espíritos que remanescem das pessoas que outrora habitaram certo lugar ou passaram por certo trauma mortal? Sim. Posso não acreditar em Deus, e não saber se há de facto um Inferno ou Paraíso depois de tudo isto. O que é certo é que acredito em espíritos e assombrações (chamem-me louco, se quiserem). E a verdade é que eu próprio já tive as minhas experiências paranormais. Coisas que me aconteceram e que não posso explicar. Não vou entrar em detalhes, pois poderia perder o anonimato aos olhos das pessoas que experimentaram o mesmo que eu, no mesmo sítio. (Sim, não fui o único a ter essas experiência no mesmo local, desde a sensação de ter alguém atrás de mim de tal maneira intensa que me virei para trás para ver quem era, ou sombras a mexerem-se quando não o fazíamos, ou até que não deveriam lá estar.). Mas já antes disso eu acreditava. E continuo a acreditar. E acreditarei sempre. Quanto aos céticos? Invejo-os. São ele que conseguem dormir à noite descansados até mesmp num sítio com fama de estar assombrado. Melhor. Não os invejo. Porque se eles dormissem descansados, poderiam ser apanhados desprevenidos, em contraste com alguém crente como eu, que estaria mais alerta...

Mas agora, cabe a cada um acreditar no que quiser. Gostos e cores não se discutem.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Algo que o meu querido namorado me pôs na cabeça e agora não paro de ouvir...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

e a Adele ganhou todos os Grammys para que estava nomeada.

Apesar de isso não me surpreender, o Elijah que o diga, eu sempre estive confiante de que ela ia ganhar todas as categorias para que estava nomeada, e assim aconteceu. No entanto, tenho de admitir, estou bastante orgulhoso da Adelita. :P

domingo, 12 de fevereiro de 2012

O meu mundo está a desabar a tal velocidade que nem consigo ainda acreditar que isto está a acontecer...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Forever With You (Drawing)

Para verem em melhor detalhe, cliquem aqui

Aqui está o desenho de que falei no post anterior... Surgiu-me na mente, e penso que não necessita de explicação... Melhor, não o vou explicar, deixo ao critério de cada um como o interpretar, pois é assim mesmo que é a arte ;)

Cheers! =D

Coisas do Passado, Desejos do Futuro

Já há muito tempo que não escrevo aqui. E já há muito tempo que não me sento a uma secretária e me dedico a desenhar. Não um daqueles desenhos para passar o tempo numa aula aborrecida, mas um dos desenhos que desenhei por gosto, por vontade, para praticar. Começo a tremer o braço, a perder o curso das linhas que outrora me saiam tão facilmente, tão fluídas... Apesar de sraro ser o desenho que me satisfaz, ultimamente nenhum o tem feito como deve de ser... E também estou a perder o contacto com muitos dos meus amigos... o J.T. e a Bia, por exemplo... Como J.T. tenho falado. A Bia anda lá com o namorado dela... mas para ser sincero, aquilo vai acabar mal. Espero que acabe apenas. Parece mau? Não é, acreditem. Ele fala mal com ela. E já foi violento à frente dela. inclusivé, já a empurrou "mas estava bêbado" e então? Isso não é desculpa. Espero que ela não acabe como a minha avô... 50 anos a aguentar abusos do homem que amava quando casou... Não só físicos mas psicológicos, aos ponto de terem de ser os filhos e netos a decidir tomar uma ação... Não desejo isso a ninguém.

Já não me lembrava como era desabafar por aqui por estas partes... Estou a mirrar. A saudade faz dessas coisas. Já não choro. Mas não é por força, é por cansaço. Cansado de chorar... Um "supremíssimo cansaço. Íssimo, íssimo, íssimo cansaço", tal qual como diz o Fernando Pessoa. Já não sei que mais escrever. A inspiração, ou o que resta dela, ainda vagueia por aqui... não sei a expressão em português... É como na My Immortal, dos Evanescence, "your presence still lingers here"... Ah! Sim! Ainda paira no ar a minha inspiração. Pouco, ténue, toca-me por vezes mas não me dá suficiente vontade para agrupar em letras, palavras e frases coerentes os pensamentos que me atingem o cérebro. Desenhar é o meu segundo escape. É... Tenho de desenhar... Vou fazê-lo talvez agora... Sim... Provavelmente acaberei por fazer alguma coisa... Sou capaz de depois pôr aqui no blogue... ou não... Não sei... Talvez... Se não me der esse íssimo cansaço...

Já não fazem sentido as minhas palavras... Estive 3 horas acordado involuntáriamente a criar cenários na minha cabeça que nunca existiriam. Em todos eles, o ELijah estava junto a mim. Ás vezes imaginar isso ajuda-me a aguentar, a esperar até ao dia... Mas hoje? Hoje nem por isso. Porque estou cansado de estar longe, e só anseio pelo dia em que estejamos perto uma vez mais. E já não vou escrever mais, porque já não consigo... Sou capaz de depois editar o post com o desenho que fiz... Capaz de... Não tenho a certeza...

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Adaptar-me às necessidades é uma coisa...

... ser o único a adaptar-me a uma relação é outra bem diferente. Tem sempre de existir um equilíbrio.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Um texto Aleatório



Vago vento silencioso. Sussurra-me fazendo a minha pele arrepiar, e a minha espinha obriga-me involuntariamente a estremecer, sem que eu queira ou possa controlar, tal como não quero e não posso controlar o pensamento que provoca essa briza de inverno. Embora poético, na escrita melancólico estou como no coração. Lembro os tempos que foram e já não são… Os tempos de risos e conversas longas até horas alargadas da noite, como se não houvesse amanhã e não necessitássemos sequer de dormir… Mas agora as minhas palavras soam ocas e escapam dos ouvidos de a quem eram dirigidas. Palavras. Pistas. Pequenas coisas que leio, que observo, que são pra mim sons claros e altos como o soar da campainha do meu despertador (daqueles estilo antiquado que faz “trrrrrrrrrrrrrrrrrrrrriiiim” até o desligarmos). Todas essas coisas que quando os outros emanam sem querer eu descubro e colho, interpreto e percebo. Todas essas coisas que, quando sou eu que emano, escapam a quem eram dirigidas. E depois fico olhando expectante até ao momento que finalmente as pistas são montadas pelos outros como a um puzzle, ou até ao momento em que percebo que as peças que dei eram já pequenas demais e em quantidade insuficiente para que o puzzle fosse completo. E porque não fazer de caixa aberta e dar logo por palavras o que sinto? Porque mesmo dentro de uma caixa aberta, um puzzle não vem já montado e cabe à pessoa que o estima como propriedade sua a tarefa de unir as peças para completar a imagem e a mensagem. Algumas imagens não são para todos os olhos, pois podem ofender e revoltar alguns. No entanto, tenho uma forma de dizer o que sinto. Junto outro tipo de peças noutro tipo de puzzle. Peças essas são as letras, puzzles esses são as frases construídas a horas que são já da madrugada e não da noite. É a minha forma de montar o puzzle em frente aos olhos de outros. Mas não dura muito… Pois bastam minutos, segundo até, talvez, para que o vago vento silencioso desmonte este fino puzzle de letras e o leve consigo de novo desmontando-o, para que alguém do outro lado do mundo as poça apanhar e montar na ordem que bem quer e lhe apetece, transformando as palavras numa distorção do que eram, e na beleza do que serão depois.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Folhas de Papel

Colho-as aqui e ali. Como se de plantações se tratassem, semeadas por todos os cantos por que passo, principalmente por aqueles a que chamo meus. O meu quarto, a minha estante, os meus livros, as minhas folhas. Escondidas sorrateiramente se arrastam para debaixo de objetos que vou pousando em cima das secretárias ou das prateleiras sem prestar atenção ao que estou a fazer. Quero libertar as minhas mãos e não importa em que sítio pouso o qualquer manual escolar ou placa de desenho digital que me ocupa os dedos que estremecem ao escrever no papel por já não o fazerem há algum tempo.

Suspiro e olho, observo o teto, na esperança que quando voltar a baixar o olhar já tenha passado o tempo que falta para o sentir de novo nos meus braços. Os meus olhos perscrutam freneticamente o parágrafo em busca daquelas palavras alienígenas trazidas pelo novo ortográfico. Tal como mudou a língua, mudaram os meus desejos e esperanças. mas tal como esta manteve as suas bases, também os meus desejos e esperanças mantêm as suas. folhas de papel que caiem levemente abraçadas pelas moléculas da atmosfera, aninha-se no chão a folha branca. Não. Já não está branca. Mas também não foi escrita por mim. Espreito. Até à pouca luz do candeeiro de cabeceira o desenho vibra com as várias cores. São os rabiscos genuínos e honestos de uma rapariguinha de seis anos, a prima M. . Olho para o desenho, com inveja. O produto das minhas inspirações de escriba mancham as linhas das folhas de papel, mas os devaneios de uma pequena e inocente criança enchem de cor um papel branco. Naquele desenho posso ver as cores, as cores, deuses, as cores que tanto enchem pedacinhos da minha vida, a pouco e pouco inundando-me de uma ingénua felicidade. Mas os borrões que vejo manchando as folhas de papel que reclamei para torturar com a ponta afiada da minha caneta são também um pedacinho de mim. Arrependimentos que me assombram, desejos que me atormentam. Esses... Esses são aqueles que me fazem ficar com nostalgia.

"Como aqueles que invocam espíritos invocam espíritos, invoco
A mim mesmo..." 
(Álvaro de Campos, A Tabacaria)

Quase como fazia o Campos, invoco como os que invocam espíritos invocam espíritos, mas não a mim mesmo e sim à sua presença... Aqueles braços que me envolvem com calor e carinho que me fazem sentir num porto seguro de onde posso viajar para outros mundos e voltar de novo tendo um sítio onde sempre lançar âncora. Quero ouvir de novo aquela orquestra solitária que é o bater do seu coração junto aos meus ouvidos, marcando o ritmo compassado a que passa a minha vida sempre a pensar nele, nos seus lábios que tanto quero voltar a beijar, e nos seus olhos...

Seus olhos...

Deuses, os seus olhos, os seus olhos... os seus olhos castanho profundo, memória longínqua parecem ser, com uma aura de um verde folha, como as folhas das árvores... das árvores que deitam abaixo para fazer as folhas de papel onde borro parágrafos longos e suspirados... Vejo naquelas folhas agora aquele castanho profundo dos troncos das árvores de que se fez o papel, e o verde que rodeia o castanho como uma aureola, tal como as folhas formariam uma copa no topo da árvora que abaixo foi deitada.

O bater do seu coração.
O carinho do seu olhar.
A proteção dos seus braços.
O calor do seu corpo.
O conforto dos nossos dedos entrelaçados.
A suavidade do seu cabelo.
O Aroma doce da sua pele.

Coisas perfeitas e sem igual neste mundo, obra dos deuses, certamente, obre de uma qualquer entidade que sem dúvida gosta de ser irónica, pois criou para mim o par perfeito, mas afastou-o de mim quilómetros e quilómetros, bem longe do alcance do meu abraço...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A Coca-Cola anda a evoluir...

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Estou com ele

E fazemos seis meses. Os melhores seis meses da minha vida. É tão bom estar apaixonado pelo Elijah. Deuses, como apenas uma semana já me enche de saudades...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Ventos de Inverno

Como o vento passa por entre os meus cabelos, também aquela presença passa por entre os meus dedos. 

Deixo-o escapar, com doçura e carinho, incompreendido pelos que me rodeiam, e um pouco também por mim mesmo. Vejo-o afastar-se, de cabeça baixa, hesitante, num impasse como o meu. Não sei se hei-de fica quieto a observá-lo afastar-se no caminho enregelado pela manhã fria de Dezembro, se hei-de correr para junto dele e repousar a minha mão no seu ombro. Os braços tremem-me, lutando contra a vontade de o segurar junto ao meu corpo. Vejo-o ficar cada vez mais pequeno, transformando-se num ponto no horizonte, e caio de joelhos exausto. Deito-me no chão, observando as nuvens cinzentas, ignorando as minhas costas frias. As pessoas passam e vão, tão depressa como vieram, mas nenhuma delas me marca como aquele... Nenhuma delas leva comigo um pedacinho de mim mesmo e dos meus sonhos e desejos. Nenhuma delas me dá vontade de lhe pegar na mão e caminhar a seu lado. As nuvens escuras empurradas para longe pelo vento, relembram-me daquela força invisível que me empurrava na sua direção mas contra a qual resisti, mas que não desiste de me querer fazer levantar do chão e correr. Um floco de neve cai, afastado da minha cara pelos ventos de inverno, como a força que não sei onde fui buscar me afastou dele. Da sua presença. Do seu sorriso. Fecho os olhos e resta-me a mente, que faz dançar à minha frente imagens desfocadas de mãos dadas caminhando pela neve, com risos cobrindo o som dos passos que se afundam nos flocos de gelo acumulados nas estradas e passeios. Finalmente levanto-me e sigo caminho, na direção oposta, afastando-me dele, daquele lucal, tentando fugir daquelas memórias que retornam a mim, e daquelas imagens que se querem fazer passar por memórias vagas mas que no entanto não o são porque nunca chegaram a acontecer. Surgem as dúvidas acerca da decisão que tão certa e democrática, racional e compreensível parecia ser na infeliz altura em que foi tomada. É-me agora inevitável caminhar sozinho, neste caminho gelado, até chegar ao verão quente trazido por outro alguém, que se seguirá depois pelo novo inverno que se instala após a sua partida. No fundo do meu peito brota e morre a esperança de que as coisas serão diferente para a próxima. Mas o ciclo das estações continuar, e os ventos de inverno continuam a enregelar-me os dedos até ao dia em que finalmente chegue a inspiração maior, aquele que traga o verão e que nunca mais deixe chegar o inverno.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Um almoço diferente (e delicioso)

Hoje fui almoçar fora com a Fernanda, autora do Demasiado Fiéis para Desistir. Eu já tinha conversado com ela antes, mas hoje foi mesmo um dia para nos conhecermos um ao outro. Só espero ter causado tão boa impressão como ela causou! (Aparte: O Pedro bem tinha razão quando me disse que ela era alta...) Fomos almoçar a um restaurante onde eu nunca tinha ido, mas que me pareceu bastante acolhedor. E soube-me tão bem o Hambúrguer... Ficámos a conversar durante quanto tempo não sei, só sei que perdi a noção das horas, mas que será algo a repetir. Fico com a sensação de que falei pelos cotovelos, mas pronto... Até podia dar uma narrativa detalhada de como correu o dia, mas a conversa foi tão espontânea que acho que tocámos todos os assuntos possíveis imaginários. Desde livros, já que ambos somos apaixonados leitores, passando pela música, até à família, já para não falar nos mergulhos na piscina ou na vista paradisíaca na casa de outras pessoas que infelizmente não é a nossa... E até me deu um presente a mim e outro ao Elijah. Devo dizer que fica mesmo bem e que adorei! ;)

E agora me lembro que ela ficou de me dar uma série de links onde arranja livros e CDs mais baratos... :P

Cheers! =D

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Tenho de escrever qualquer coisa...

o quê é que já não sei... Talvez presenteie os leitores com algum texto sobre alguma coisa... Talvez... O espírito do natal ainda não entrou completamente em casa... (Está um sol brilhante lá fora, e a árvore ainda não foi montada...)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

estou frustrado com as tecnologias...

Estão completamente contra mim e dão.me vontade de as atirar pela janela... admira-me como os homens das cavernas não viviam pacificamente sabendo que as tecnologias estão por trás das minhas estribeiras perdidas e das de muita gente...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Sempre adorei isto...

Yep, sempre adorei os anúncios publicitários da IKEA, e sempre adorei lá ir (faz-me dar asas à imaginação e imaginar como seria a minha casa perfeita...). Mas isto, tirado daqui e vindo daqui, é de qualidade superior...


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

o meu novo delírio?

DC Universe Online. Adoro a Wonder Woman, o Flash, então, até inspirou a minha personagem: aqui fica um preview. já sabem, se se cruzarem com o Flashglower, ele ajudar-vos-á no que precisarem!


domingo, 27 de novembro de 2011

Tropecei ainda hoje nesta pérola

No jogo Disney Sing it.



Aparentemente é da banda sonora do filme The Wild (Selvagem, aqui para as nossas bandas), e inclui outras músicas como uma da minha banda preferida, a Good Enough dos Lifehouse, e outra dos Coldplay, a Clocks.

Mas esta... Esta ficou-me no ouvido e não consigo evitar dançar ao som dela! Ora aqui vai a letra para o caso de quererem acompanhar ;)
I'm a real wild child

Well I'm just outta school
Like I'm real, real cool
Gotta dance like a fool
Got the message that I gotta be
A wild one
Oh yeah, I'm a wild one

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

Gonna meet all my friends
Gonna have ourselves a ball
Gonna tell my friends
Gonna tell them all
That I'm a wild one
Oh yeah, I'm a wild one

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
Oh baby, I'm a wild one (I'm a wild one)

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

I'm a real wild one
And I like a wild fun
In a world gone crazy
Everything seems hazy
I'm a wild one
Oh yeah, I'm a wild one

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
Oh baby, I'm a wild one (I'm a wild one)

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

I'm a real wild child, now
I'm gonna break it loose
Gonna keep it wild (gonna keep it wild)
I'm a real wild child

I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
Oh baby, I'm a wild one (I'm a wild one)

Gotta break it loose (gotta break it loose)
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child, now

I'm a wild one (I'm a wild one) (4x)


I'm a real wild child

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Trovoada. Chuva. Sol. Divagações.

Troveja lá fora e torrencialmente chove. Odeio chuva, a não ser que ela esteja lá fora e eu bem resguardado dentro de casa. Não gosto de sentir a roupa fria e molhada colada ao corpo. Gosto mais de sentir a água junto á pele quando nado. É uma sensação de liberdade que poucas coisas me dão...

Quero o sol. Nasci no outono, mas gosto mais do verão. Por outro lado... As minhas roupas de inverno são giras. No verão só posso usar calções e t-shirt, e é se não me quero alagar no meu próprio suor... Até porque não gosto das roupas frias e coladas ao meu corpo.

Estou apenas a divagar... Estou ansioso pela próxima vez que possa estar com o Elijah.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Unrelenting Force

É um Thu'um - Shout - um feitiço formado na língua dos Dragões, no jogo The Elder Scrolls V: Skyrim...
Sinto-me como se me tivessem gritado as palavras Fus Ro Dah! Esta é a sua forma mais poderosa, e deita os inimigos ao chão, empurrando-os para longe e causando-lhes algum dano. E sim, sinto-me assim... Derrotado... Tento escrever e não escrevo para ninguém, tento escrever e as palavras já... Já não têm significado... Para mim têm, bastante. Mas quem dá o significado, ou o tira, ás palavras, não sou eu, mas sim aqueles a quem elas são dirigidas... E se a única coisa que me restam são as palavras para poder expressar o que sinto, porque hei-de perder até isso?

Não sei... Já não digo coisa com coisa, porque me sinto derrotado e... Já não sei. Estou desamparado, perdido... Já estive irritado, também... Não por causa dele, mas por causa da distância que nos separa que me impede de proferir palavras e formar gestos que algum significado tenham e... E não sei, abala-me saber que já nem para ele as minhas palavras significam alguma coisa... 

e como se tal não bastasse, sou atingido por erros, erros de coisas que eu nem consigo controlar (coisas como os sonhos), e que para mim tiveram um significado, mas pessoas alheias decidiram distorcer e analisar o sonho para si mesmas, como se a minha mente fosse uma imagem retorcida da pessoa que realmente quero ser. Não serve de nada dizer que senti nojo de mim mesmo, por estar a reviver de novo aqueles momentos em sonho. Para gente alheia, eu sentia desejo daquilo. Sim, daquilo que destruiu grande parte de mim. É completamente lógico imaginar que relembro com terrível saudade e desejo algo que me fez arrepender-me redondamente, e olhar para o meu próprio corpo com desprezo, náusea e repugnância, por não me sentir bem dentro daquela prisão suja e decadente. Sim, foi exatamente isso, sonhei com isso, não porque a minha subconsciência me queria relembrar de que foi assim que me senti depois de cometer aquele erro e que não o devia voltar a cometer, mas porque estou desejo de fazer de novo a mesma coisa...

Será que as minhas palavras chegaram ao ponto de valerem menos do que o sentido lógico do pensamento? Se assim é... Resta-me esperar que os algoritmos de pensamentos do cérebro de outrem se ponha no lugar... e soltar as lágrimas de saudade (não, não daquele tempo em que me sentia repugnado comigo mesmo, mas saudades dos momentos em que me senti a pessoa mais feliz da terra junto a ele), as lágrimas de desespero, e as lágrimas... Já nem sei do quê...

E pronto, foi um desabafo. Foi para isso que criei este blogue em primeiro lugar...