domingo, 18 de março de 2012

Love is in the air

 


Só mais uma semana para as férias! Fui passar o fim-de-semana a casa dos meus avós. Bom, se leram o último post, devem ter ficado com a ideia e que a coisas entre mim e o Elijah estão muito más. Mas se leram o blogue que eu e ele escrevemos em conjunto, então sabem que afinal de contas, há males que vêm por bem. Acho que foi preciso irmos ao fundo para realmente voltarmos a trepar mais fortes do que nunca. Este fim-de-semana longe da internet deu para morrer de saudades!

Ele saiu agora do quarto. Mas ainda há pouco o estive a admirar... Sabem aquela sensação que têm quando olham para alguém e sentem o peito ficar mais leve, como se o coração falhasse uma batida, com borboletas no estômago? Aquela sensação que têm de extrema alegria quando vos dão ou conseguem arranjar algo que já andavam a querer há anos até? É assim que me sinto cada vez que olho para ele, cada vez que ele me entra no pensamento, cada vez que lhe digo que o amo. Deuses... O corpo dele... Na altura em que comecei o namoro com o Elijah, senti-me orgulhoso por me ter apaixonado pelo que é, e não pela sua aparência física. Mas vê-lo foi como apaixonar-me completamente de novo por ele. O corpo dele é o único que me dá vontade de passar as minhas mãos pela sua pele quente, poder saborear os seus lábios com os meus... E vou ficar por aqui, para tornar o post demasiado explicito, se é que me entendem. Sim porque eu amo-o literalmente dos pés à cabeça, com tudo o que vem pelo meio incluído...

Enfim, amo cada célula do seu corpo com toda a minha vida. O ser humano tem triliões de células. Agora imaginem como é amar uma célula com a nossa própria vida. E agora multipliquem isso por 3 triliões, e saberão quanto é um milésimo daquilo que eu o amo. Exagero? Não. E a cada segundo que passa, o meu amor por ele cresce exponencialmente e tende para mais infinito, como diria a minha professora de matemática. O meu coração já não bate sem pensar nele.

Às vezes ele dúvida do que sinto, não por mal, claro. Ele é um pouco inseguro. E às vezes, distraído como sou, faço passar a imagem de que me esqueci do que sinto por ele. No entanto, o que sinto por aquele rapaz de olhos castanhos com um pouco de verde é maior e mais inesquecível do que qualquer sentimento que outrora abalou o meu coração.

Escrevi que quando está partido, o meu coração não é capaz de te amar... na verdade... por mais espezinhado que o meu coração estivesse, nunca seria capaz era de deixar de te amar. Nunca.

Amo-te, mio caro. Com todo o meu coração, e com todos os pedacinhos do mesmo caso ele alguma vez se parta :)  

sábado, 3 de março de 2012

Escrevo aqui...



Porque pelos vistos voltei ao tempo em que se falo com alguém, tudo o que vou receber em troca é represálias.
Mas afinal, estou a ter o que mereço. Sim, a ter o que mereço… o que eu mereço é estar sozinho… E um dia disseste-me que eu não merecia isso. Que eu não merecia estar mal. E eu achei que eras diferente dos outros… Achei que… Achei que podia contar contigo para tudo.

Ficaste magoado comigo, percebo. E agora sou eu que estou magoado. Quando tu estavas magoado… Quando estavas magoado tentei dar o meu melhor para não te fazer sentir assim. Mas agora que eu estou assim… A ti convém ver-me assim. É agradável, satisfatório. Compreendo. Adoras ver-me, como diz a música, “would it make you feel better to watch me while I bleed”. Já me viste sangrar várias vezes. E agora o que fazes é como se metesses os dedos em cada lado da ferida e a rasgasses ao comprido fazendo-a maior.
Sim… A Skyscraper da Demi Lovato. Oiço-a vezes sem conta. Tu ouves a Parto f Me da Katy Perry. Sim, estás a brilhar, o teu momento de glória. E eu? “Do you have to make me feel like there’s nothing left of me” para te sentires glorioso?
Doentio.
É doentio. É a única palavra que consigo descrever. Doentia a forma como te magoei ao ponto de tu olhares para mim com desprezo, de me atirares com palavras deste tipo… Queres afastar-me? Pois bem, é o que estás a conseguir fazer. E agora realmente. Porque um dia, se as coisas se mantêm assim… A minha visão tornar-se-á mais clara. “As the smoke clears I awaken and untagle you from me”.
Mas se chegámos ao ponto em que já não posso contar contigo… Chegámos ao ponto em que a única coisa que te faz feliz é deitares-me abaixo. É? Então olha:
“Go on and try to tear me down
I will be rising from the ground
Like a skyscraper”
Porque sempre há algo positivo a tirar da tua atitude, sabes? Há algo bom no meio disto tudo. Fizeste-me mais forte. Se as coisas continuam assim… Perco a fé no amor. Como tu o fizeste um dia. Sabe-te bem? Estou a sentir-me exactamente como tu te sentiste! Sabe-te bem a vingança não é? Parece um jogo para ti… Exiges, exiges, exiges, fazes-me sentir que quero outra pessoa, culpas-me por isso, e nem sequer tentas esconder como adoras ver-me no estado em que tu estavas. Antes pelo contrário, fazes questão de me relembrar, no momento em que eu pensei estar tudo bem…
Os céus podem estar a chorar, e eu posso até estar a apanhar lágrimas com as minhas mãos… Mas nenhuma outra lágrima será deitada dos meus olhos em frente a mais ninguém, nem mesmo em frente ao espelho. Nem por ti. Nem por ninguém.
Pensei que fosses diferente, que fosses melhor… E por isso me apaixonei por ti, porque pensei que em ti poderia ter amor e apoio incondicional. Oh, sim, excepto quando te sabe bem veres-me assim.
Amas-me? Não. Não acredito que ames. E sabes porquê? Porque se ainda me amasses, farias de tudo para eu estar feliz, não de tudo para eu me sentir merdosamente só porque tu também já te sentiste assim.
“ah, tenho medo de te perder”
“ah, tenho ciúmes porque eu não sou musculado”
“ah, sou inseguro, mas sou assim, e compreendo que queiras outro”
Não. Não são essas coisas que me fazem querer outra pessoa. É esta situação que faz desejar que tu fosses diferente do que és. Mas pelos vistos já revelaste o teu lado escondido, aquele que nunca terei. E sabes porque nunca terei esse teu lado? Porque é o teu lado que pior me faz sentir.
“Faço tudo menos ficar a olhar”
“Fala lá com os teus amigos já que tens um namorado que não te apoia”
“Sim, faz-te lá te vítima e atira as culpas para cima de mim”
Não, não me vou fazer de vítima. Se é isso que achas que eu estou sempre a fazer quando baixo as minhas guardas em frente a ti, então não vale de nada. Vou simplesmente ser um arranha-céus, distante do chão, distante de ti, perto das nuvens, alheio ao que se passa lá em baixo, simplesmente vou ser de betão, com as minhas janelas ainda partidas, mas pelo menos ainda estou de pé.

Quando o meu coração está partido, não é capaz de amar...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Crenças

O meu blogue, coitado, parece estar quase ao abandono... Não que a vida tenha andado parada. Pelo contrário, por exemplo, na segunda-feira, o meu namorado, o Elijah até cá veio e tudo. É ainda um pouco surreal vê-lo deitado na mesma cama que eu, sendo essa cama a minha... Não que seja mau, pelo contrário, mas às vezes até parece bom demais para ser verdade...

Não esqueço os tempos em que deprimente era a palavra que melhor me descrevia... E não esqueço porque não quero voltar a eles. A sério que não... Ninguém quereria, obviamente. Hoje estive a falar um pouco com o J.T.. Ele queixou-se que já há imenso tempo que não vou lá a casa dele. Combinei que lá iria no sábado. E realmente, a verdade é essa. Antigamente, se dava o caso, de duas em duas semanas ia lá um sábado e acabava por ficar para jantar, a convite da sempre simpática Dona B., a mãe do J.T.. Somos quase, se não mesmo como, família. E espero nunca perder isso. O que acabamos sempre a fazer? Invariavelmente a jogar ou a ver filmes de terror.

Para quem lê o blogue há mais tempo, possivelmente lembra-se de eu já ter mencionado esse gosto que tenho por filmes de terror. Mas não se trata apenas de filmes, trata-se de tudo o que tenha a ver com o sobrenatural. Como curioso que sou, e com veia de cientista que tenho, adoro ler e conhecer algo que desafie o que eu posso desacreditar por provas científicas. Acredito na ciência? Sim. Se acredito que ela pode explicar tudo? Não. Não há verdade absoluta. Se acredito na vida além da morte? Não sei. Se acredito em fantasmas e espíritos que remanescem das pessoas que outrora habitaram certo lugar ou passaram por certo trauma mortal? Sim. Posso não acreditar em Deus, e não saber se há de facto um Inferno ou Paraíso depois de tudo isto. O que é certo é que acredito em espíritos e assombrações (chamem-me louco, se quiserem). E a verdade é que eu próprio já tive as minhas experiências paranormais. Coisas que me aconteceram e que não posso explicar. Não vou entrar em detalhes, pois poderia perder o anonimato aos olhos das pessoas que experimentaram o mesmo que eu, no mesmo sítio. (Sim, não fui o único a ter essas experiência no mesmo local, desde a sensação de ter alguém atrás de mim de tal maneira intensa que me virei para trás para ver quem era, ou sombras a mexerem-se quando não o fazíamos, ou até que não deveriam lá estar.). Mas já antes disso eu acreditava. E continuo a acreditar. E acreditarei sempre. Quanto aos céticos? Invejo-os. São ele que conseguem dormir à noite descansados até mesmp num sítio com fama de estar assombrado. Melhor. Não os invejo. Porque se eles dormissem descansados, poderiam ser apanhados desprevenidos, em contraste com alguém crente como eu, que estaria mais alerta...

Mas agora, cabe a cada um acreditar no que quiser. Gostos e cores não se discutem.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Algo que o meu querido namorado me pôs na cabeça e agora não paro de ouvir...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

e a Adele ganhou todos os Grammys para que estava nomeada.

Apesar de isso não me surpreender, o Elijah que o diga, eu sempre estive confiante de que ela ia ganhar todas as categorias para que estava nomeada, e assim aconteceu. No entanto, tenho de admitir, estou bastante orgulhoso da Adelita. :P

domingo, 12 de fevereiro de 2012

O meu mundo está a desabar a tal velocidade que nem consigo ainda acreditar que isto está a acontecer...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Forever With You (Drawing)

Para verem em melhor detalhe, cliquem aqui

Aqui está o desenho de que falei no post anterior... Surgiu-me na mente, e penso que não necessita de explicação... Melhor, não o vou explicar, deixo ao critério de cada um como o interpretar, pois é assim mesmo que é a arte ;)

Cheers! =D

Coisas do Passado, Desejos do Futuro

Já há muito tempo que não escrevo aqui. E já há muito tempo que não me sento a uma secretária e me dedico a desenhar. Não um daqueles desenhos para passar o tempo numa aula aborrecida, mas um dos desenhos que desenhei por gosto, por vontade, para praticar. Começo a tremer o braço, a perder o curso das linhas que outrora me saiam tão facilmente, tão fluídas... Apesar de sraro ser o desenho que me satisfaz, ultimamente nenhum o tem feito como deve de ser... E também estou a perder o contacto com muitos dos meus amigos... o J.T. e a Bia, por exemplo... Como J.T. tenho falado. A Bia anda lá com o namorado dela... mas para ser sincero, aquilo vai acabar mal. Espero que acabe apenas. Parece mau? Não é, acreditem. Ele fala mal com ela. E já foi violento à frente dela. inclusivé, já a empurrou "mas estava bêbado" e então? Isso não é desculpa. Espero que ela não acabe como a minha avô... 50 anos a aguentar abusos do homem que amava quando casou... Não só físicos mas psicológicos, aos ponto de terem de ser os filhos e netos a decidir tomar uma ação... Não desejo isso a ninguém.

Já não me lembrava como era desabafar por aqui por estas partes... Estou a mirrar. A saudade faz dessas coisas. Já não choro. Mas não é por força, é por cansaço. Cansado de chorar... Um "supremíssimo cansaço. Íssimo, íssimo, íssimo cansaço", tal qual como diz o Fernando Pessoa. Já não sei que mais escrever. A inspiração, ou o que resta dela, ainda vagueia por aqui... não sei a expressão em português... É como na My Immortal, dos Evanescence, "your presence still lingers here"... Ah! Sim! Ainda paira no ar a minha inspiração. Pouco, ténue, toca-me por vezes mas não me dá suficiente vontade para agrupar em letras, palavras e frases coerentes os pensamentos que me atingem o cérebro. Desenhar é o meu segundo escape. É... Tenho de desenhar... Vou fazê-lo talvez agora... Sim... Provavelmente acaberei por fazer alguma coisa... Sou capaz de depois pôr aqui no blogue... ou não... Não sei... Talvez... Se não me der esse íssimo cansaço...

Já não fazem sentido as minhas palavras... Estive 3 horas acordado involuntáriamente a criar cenários na minha cabeça que nunca existiriam. Em todos eles, o ELijah estava junto a mim. Ás vezes imaginar isso ajuda-me a aguentar, a esperar até ao dia... Mas hoje? Hoje nem por isso. Porque estou cansado de estar longe, e só anseio pelo dia em que estejamos perto uma vez mais. E já não vou escrever mais, porque já não consigo... Sou capaz de depois editar o post com o desenho que fiz... Capaz de... Não tenho a certeza...

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Adaptar-me às necessidades é uma coisa...

... ser o único a adaptar-me a uma relação é outra bem diferente. Tem sempre de existir um equilíbrio.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Um texto Aleatório



Vago vento silencioso. Sussurra-me fazendo a minha pele arrepiar, e a minha espinha obriga-me involuntariamente a estremecer, sem que eu queira ou possa controlar, tal como não quero e não posso controlar o pensamento que provoca essa briza de inverno. Embora poético, na escrita melancólico estou como no coração. Lembro os tempos que foram e já não são… Os tempos de risos e conversas longas até horas alargadas da noite, como se não houvesse amanhã e não necessitássemos sequer de dormir… Mas agora as minhas palavras soam ocas e escapam dos ouvidos de a quem eram dirigidas. Palavras. Pistas. Pequenas coisas que leio, que observo, que são pra mim sons claros e altos como o soar da campainha do meu despertador (daqueles estilo antiquado que faz “trrrrrrrrrrrrrrrrrrrrriiiim” até o desligarmos). Todas essas coisas que quando os outros emanam sem querer eu descubro e colho, interpreto e percebo. Todas essas coisas que, quando sou eu que emano, escapam a quem eram dirigidas. E depois fico olhando expectante até ao momento que finalmente as pistas são montadas pelos outros como a um puzzle, ou até ao momento em que percebo que as peças que dei eram já pequenas demais e em quantidade insuficiente para que o puzzle fosse completo. E porque não fazer de caixa aberta e dar logo por palavras o que sinto? Porque mesmo dentro de uma caixa aberta, um puzzle não vem já montado e cabe à pessoa que o estima como propriedade sua a tarefa de unir as peças para completar a imagem e a mensagem. Algumas imagens não são para todos os olhos, pois podem ofender e revoltar alguns. No entanto, tenho uma forma de dizer o que sinto. Junto outro tipo de peças noutro tipo de puzzle. Peças essas são as letras, puzzles esses são as frases construídas a horas que são já da madrugada e não da noite. É a minha forma de montar o puzzle em frente aos olhos de outros. Mas não dura muito… Pois bastam minutos, segundo até, talvez, para que o vago vento silencioso desmonte este fino puzzle de letras e o leve consigo de novo desmontando-o, para que alguém do outro lado do mundo as poça apanhar e montar na ordem que bem quer e lhe apetece, transformando as palavras numa distorção do que eram, e na beleza do que serão depois.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Folhas de Papel

Colho-as aqui e ali. Como se de plantações se tratassem, semeadas por todos os cantos por que passo, principalmente por aqueles a que chamo meus. O meu quarto, a minha estante, os meus livros, as minhas folhas. Escondidas sorrateiramente se arrastam para debaixo de objetos que vou pousando em cima das secretárias ou das prateleiras sem prestar atenção ao que estou a fazer. Quero libertar as minhas mãos e não importa em que sítio pouso o qualquer manual escolar ou placa de desenho digital que me ocupa os dedos que estremecem ao escrever no papel por já não o fazerem há algum tempo.

Suspiro e olho, observo o teto, na esperança que quando voltar a baixar o olhar já tenha passado o tempo que falta para o sentir de novo nos meus braços. Os meus olhos perscrutam freneticamente o parágrafo em busca daquelas palavras alienígenas trazidas pelo novo ortográfico. Tal como mudou a língua, mudaram os meus desejos e esperanças. mas tal como esta manteve as suas bases, também os meus desejos e esperanças mantêm as suas. folhas de papel que caiem levemente abraçadas pelas moléculas da atmosfera, aninha-se no chão a folha branca. Não. Já não está branca. Mas também não foi escrita por mim. Espreito. Até à pouca luz do candeeiro de cabeceira o desenho vibra com as várias cores. São os rabiscos genuínos e honestos de uma rapariguinha de seis anos, a prima M. . Olho para o desenho, com inveja. O produto das minhas inspirações de escriba mancham as linhas das folhas de papel, mas os devaneios de uma pequena e inocente criança enchem de cor um papel branco. Naquele desenho posso ver as cores, as cores, deuses, as cores que tanto enchem pedacinhos da minha vida, a pouco e pouco inundando-me de uma ingénua felicidade. Mas os borrões que vejo manchando as folhas de papel que reclamei para torturar com a ponta afiada da minha caneta são também um pedacinho de mim. Arrependimentos que me assombram, desejos que me atormentam. Esses... Esses são aqueles que me fazem ficar com nostalgia.

"Como aqueles que invocam espíritos invocam espíritos, invoco
A mim mesmo..." 
(Álvaro de Campos, A Tabacaria)

Quase como fazia o Campos, invoco como os que invocam espíritos invocam espíritos, mas não a mim mesmo e sim à sua presença... Aqueles braços que me envolvem com calor e carinho que me fazem sentir num porto seguro de onde posso viajar para outros mundos e voltar de novo tendo um sítio onde sempre lançar âncora. Quero ouvir de novo aquela orquestra solitária que é o bater do seu coração junto aos meus ouvidos, marcando o ritmo compassado a que passa a minha vida sempre a pensar nele, nos seus lábios que tanto quero voltar a beijar, e nos seus olhos...

Seus olhos...

Deuses, os seus olhos, os seus olhos... os seus olhos castanho profundo, memória longínqua parecem ser, com uma aura de um verde folha, como as folhas das árvores... das árvores que deitam abaixo para fazer as folhas de papel onde borro parágrafos longos e suspirados... Vejo naquelas folhas agora aquele castanho profundo dos troncos das árvores de que se fez o papel, e o verde que rodeia o castanho como uma aureola, tal como as folhas formariam uma copa no topo da árvora que abaixo foi deitada.

O bater do seu coração.
O carinho do seu olhar.
A proteção dos seus braços.
O calor do seu corpo.
O conforto dos nossos dedos entrelaçados.
A suavidade do seu cabelo.
O Aroma doce da sua pele.

Coisas perfeitas e sem igual neste mundo, obra dos deuses, certamente, obre de uma qualquer entidade que sem dúvida gosta de ser irónica, pois criou para mim o par perfeito, mas afastou-o de mim quilómetros e quilómetros, bem longe do alcance do meu abraço...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A Coca-Cola anda a evoluir...

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Estou com ele

E fazemos seis meses. Os melhores seis meses da minha vida. É tão bom estar apaixonado pelo Elijah. Deuses, como apenas uma semana já me enche de saudades...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Ventos de Inverno

Como o vento passa por entre os meus cabelos, também aquela presença passa por entre os meus dedos. 

Deixo-o escapar, com doçura e carinho, incompreendido pelos que me rodeiam, e um pouco também por mim mesmo. Vejo-o afastar-se, de cabeça baixa, hesitante, num impasse como o meu. Não sei se hei-de fica quieto a observá-lo afastar-se no caminho enregelado pela manhã fria de Dezembro, se hei-de correr para junto dele e repousar a minha mão no seu ombro. Os braços tremem-me, lutando contra a vontade de o segurar junto ao meu corpo. Vejo-o ficar cada vez mais pequeno, transformando-se num ponto no horizonte, e caio de joelhos exausto. Deito-me no chão, observando as nuvens cinzentas, ignorando as minhas costas frias. As pessoas passam e vão, tão depressa como vieram, mas nenhuma delas me marca como aquele... Nenhuma delas leva comigo um pedacinho de mim mesmo e dos meus sonhos e desejos. Nenhuma delas me dá vontade de lhe pegar na mão e caminhar a seu lado. As nuvens escuras empurradas para longe pelo vento, relembram-me daquela força invisível que me empurrava na sua direção mas contra a qual resisti, mas que não desiste de me querer fazer levantar do chão e correr. Um floco de neve cai, afastado da minha cara pelos ventos de inverno, como a força que não sei onde fui buscar me afastou dele. Da sua presença. Do seu sorriso. Fecho os olhos e resta-me a mente, que faz dançar à minha frente imagens desfocadas de mãos dadas caminhando pela neve, com risos cobrindo o som dos passos que se afundam nos flocos de gelo acumulados nas estradas e passeios. Finalmente levanto-me e sigo caminho, na direção oposta, afastando-me dele, daquele lucal, tentando fugir daquelas memórias que retornam a mim, e daquelas imagens que se querem fazer passar por memórias vagas mas que no entanto não o são porque nunca chegaram a acontecer. Surgem as dúvidas acerca da decisão que tão certa e democrática, racional e compreensível parecia ser na infeliz altura em que foi tomada. É-me agora inevitável caminhar sozinho, neste caminho gelado, até chegar ao verão quente trazido por outro alguém, que se seguirá depois pelo novo inverno que se instala após a sua partida. No fundo do meu peito brota e morre a esperança de que as coisas serão diferente para a próxima. Mas o ciclo das estações continuar, e os ventos de inverno continuam a enregelar-me os dedos até ao dia em que finalmente chegue a inspiração maior, aquele que traga o verão e que nunca mais deixe chegar o inverno.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Um almoço diferente (e delicioso)

Hoje fui almoçar fora com a Fernanda, autora do Demasiado Fiéis para Desistir. Eu já tinha conversado com ela antes, mas hoje foi mesmo um dia para nos conhecermos um ao outro. Só espero ter causado tão boa impressão como ela causou! (Aparte: O Pedro bem tinha razão quando me disse que ela era alta...) Fomos almoçar a um restaurante onde eu nunca tinha ido, mas que me pareceu bastante acolhedor. E soube-me tão bem o Hambúrguer... Ficámos a conversar durante quanto tempo não sei, só sei que perdi a noção das horas, mas que será algo a repetir. Fico com a sensação de que falei pelos cotovelos, mas pronto... Até podia dar uma narrativa detalhada de como correu o dia, mas a conversa foi tão espontânea que acho que tocámos todos os assuntos possíveis imaginários. Desde livros, já que ambos somos apaixonados leitores, passando pela música, até à família, já para não falar nos mergulhos na piscina ou na vista paradisíaca na casa de outras pessoas que infelizmente não é a nossa... E até me deu um presente a mim e outro ao Elijah. Devo dizer que fica mesmo bem e que adorei! ;)

E agora me lembro que ela ficou de me dar uma série de links onde arranja livros e CDs mais baratos... :P

Cheers! =D

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Tenho de escrever qualquer coisa...

o quê é que já não sei... Talvez presenteie os leitores com algum texto sobre alguma coisa... Talvez... O espírito do natal ainda não entrou completamente em casa... (Está um sol brilhante lá fora, e a árvore ainda não foi montada...)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

estou frustrado com as tecnologias...

Estão completamente contra mim e dão.me vontade de as atirar pela janela... admira-me como os homens das cavernas não viviam pacificamente sabendo que as tecnologias estão por trás das minhas estribeiras perdidas e das de muita gente...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Sempre adorei isto...

Yep, sempre adorei os anúncios publicitários da IKEA, e sempre adorei lá ir (faz-me dar asas à imaginação e imaginar como seria a minha casa perfeita...). Mas isto, tirado daqui e vindo daqui, é de qualidade superior...


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

o meu novo delírio?

DC Universe Online. Adoro a Wonder Woman, o Flash, então, até inspirou a minha personagem: aqui fica um preview. já sabem, se se cruzarem com o Flashglower, ele ajudar-vos-á no que precisarem!


domingo, 27 de novembro de 2011

Tropecei ainda hoje nesta pérola

No jogo Disney Sing it.



Aparentemente é da banda sonora do filme The Wild (Selvagem, aqui para as nossas bandas), e inclui outras músicas como uma da minha banda preferida, a Good Enough dos Lifehouse, e outra dos Coldplay, a Clocks.

Mas esta... Esta ficou-me no ouvido e não consigo evitar dançar ao som dela! Ora aqui vai a letra para o caso de quererem acompanhar ;)
I'm a real wild child

Well I'm just outta school
Like I'm real, real cool
Gotta dance like a fool
Got the message that I gotta be
A wild one
Oh yeah, I'm a wild one

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

Gonna meet all my friends
Gonna have ourselves a ball
Gonna tell my friends
Gonna tell them all
That I'm a wild one
Oh yeah, I'm a wild one

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
Oh baby, I'm a wild one (I'm a wild one)

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

I'm a real wild one
And I like a wild fun
In a world gone crazy
Everything seems hazy
I'm a wild one
Oh yeah, I'm a wild one

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
Oh baby, I'm a wild one (I'm a wild one)

Gotta break it loose
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child

I'm a real wild child, now
I'm gonna break it loose
Gonna keep it wild (gonna keep it wild)
I'm a real wild child

I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
I'm a wild one (I'm a wild one)
Oh baby, I'm a wild one (I'm a wild one)

Gotta break it loose (gotta break it loose)
Gonna keep 'em movin' wild
Gonna keep a swingin' baby
I'm a real wild child, now

I'm a wild one (I'm a wild one) (4x)


I'm a real wild child