segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dead Silence (Silêncio Mortal, em Português)

Se sentem um nervosismo inexplicável quando frente a frente com um boneco de ventríloquo, então aconselho a ver este filme, se o que procuram é um bom susto. Se acham que não sentem medo algum junto a um destes bonecos, este filme vai fazer-vos pensar duas vezes antes de se voltarem a aproximar de um... Resumindo e concluindo? Um dos filmes de terror de que mais gosto ;)
File:Dead silence.jpg

E eu vibro sempre com aquelas palavras repetidas três vezes durante o filme:
Beware the stare of Mary Shaw,
She had no children, only dolls,
And if you see her in your dreams,
Be sure you never, ever scream.

(Cuidado com o olhar de Mary Shaw,
Ela não tinha filhos, apenas bonecos,
E se a vires nos teus sonhos,
Certifica-te de que nunca, jamais gritarás)

Para um 200º Post...

Disse o Fernando Pessoa:
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

Bom, consigo relacionar-me com isso... x)

Se eu tivesse uma arma de fogo à mão...

... já tinha dado um tiro na cabeça... [Não se assustem, eu não ando com ideias suicidas, era só uma metáfora].

Falei agora mesmo com o Miguel... Aquela história toda de ter cometido um erro, bom, tinha a ver com ele. Passo a explicar rapidamente:

  1. O namoro com o K. terminou.
  2. O Miguel viu a oportunidade e "atacou"
  3. Eu deixei-me levar por uns certos desejos carnais que tive
  4. As coisas entre nós forma acontecendo e ele disse que não se importava que eu me aproveitasse dele
  5. Eu não gosto de me aproveitar assim das pessoas e pensei que, iniciando uma relação com ele, tecnicamente não estaria a abusar dos seus sentimentos.
  6. Percebi o erro que tinha cometido e que não fora a melhor solução...
Então, falei com ele. O Miguel tem uma facilidade em ler o que sinto que me assusta imenso (E esta é uma coisa que completa a pergunta que o Weasley me fez ontem: Pessoas que sabem exatamente o que sinto sem eu dizer nada assustam-me... lol). Quando lhe disse que eu não me sentia muito bem com isto, ele simplesmente disse "Pois, eu já desconfiava... Só não precisavas de o ter feito, mas pronto.". E foi aqui que me apeteceu pegar numa arma. Andei o dia todo de ontem a rebolar-me pelo chão por causa disto e afinal ele já sabia como eu me sentia...

Cheguei à conclusão que, por muito que eu gostasse de ter uma relação, por enquanto não me sinto pronto para uma relação deste tipo... Talvez surja alguém que mude essa minha sensação, mas até lá...

[Uma nota à parte... O Leitor comentou que achava que eu era maturo... Onde está agora a maturidade nos meus atos? x( Não me parece que esteja, por isso, acho que me podem atirar com tudo o que tiverem à mão...]

Falando em Inconstante?

Pois.... Hoje acordei com bom humor... Uma vontade terrível de saltar pela casa a gritar aos céus, sei lá, um Eye of the Tiger ou Another One Bites The Dust. Dados os acontecimentos dos dois últimos dias, acho que a ordem cronológica do meu organismo me está a pregar partidas. Ontem tinha muito mais razões para acordar de bom humor do que hoje!

Mas enfim... Tomei a decisão de não me preocupar demasiado com certas coisas até elas acontecerem. Claro, isso não inclui os exames. Quando penso que amanhã tenho um, dou em doido... Mas enfim.

Digam adeus! ao James depressivo! Não quero voltar aquele buraco escuro. Não vale a pena para ninguém... E o pai já me carregou o meu telemóvel, o que significa que já vou poder falar com uma quantidade desmesurável de gente sem ter de sair da secretária de trabalho. (Tenho uma para o computador e outra na outra ponta do quarto, virada de costas para a vil máquina... É uma forma fácil de não haver tentações... No entanto, acabo sempre a fazer os trabalhos em frente ao computador...)

Falando em razões para estar feliz... Tive um série de sonhos muito estúpidos, que incluíam a série Glee onde também entrava a minha stôra de Educação Física e o meu colega do lado, o Gui. Depois sonhei com morar na rua, e depois numa casa pequena cheia de tralha onde, vá-se lá saber porquê, o telefone fixo servia de antena da TV... E depois, depois sonhei com algo que... Bom, não fez sentido, ou até fez... Sim, pensando bem no que aconteceu, fez sentido. Foi um sonho um bocado explícito que quero guardar para mim devido aos intervenientes, mas pronto...

Enfim, o que importa é que não estou com paciência para me tornar alguém tristonho, como era quando comecei a escrever o Blogue. Eu agora sinto-me bem com a minha orientação sexual, já não olho para ela como uma espécie de maldição, apesar de ter certas limitações na facilidade com que falo nisso e a quem falo nisso; até agora todos os amigos a quem tenho contado têm aceite muito bem; e tenho pessoas na minha vida realmente preocupadas com a forma como me sinto. Que mais posso pedir? Não ter cometido os erros que cometi. Mas a única coisa que tenho a fazer é seguir em frente, aprender com eles, compensar o mal que fiz. Afinal de contas, errar é mesmo parte da natureza humana e eu também sou humano, também tenho direito à minha quota-parte de erros a cometer. Mas uma coisa é certa - andar a desesperar pelos cantos da casa não é solução para resolver os problemas.

Agora que tenho sms grátis de novo, o primeiro nome que me aparece na lista é o dele... Tenho de lhe contar... Enfim, veremos como corre... Provavelmente o melhor é contar amanhã? Não sei. Já estou como o outro "Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje...". Neste caso é mesmo o que devo fazer hoje...

domingo, 19 de junho de 2011

Cabeça minha que pensas demais, Cabeça minha que não pensaste o suficiente na altura certa...

Retumbante na escuridão dos meus pensamentos encontra-se sempre aquele sentimento. É frio, desconfortável. Um ser que se agiganta para lá das linhas do meu medo, atravessa-me o peito e incapacita-me. Antes ria, mas agora mal consigo fazer um sorriso que não seja melancólico. Antes cantava, mas até as notas me falham na voz já fraca e gasta. Antes desenhava, mas o caderno e o lápis caem-me no chão, tentando escapar dos meus traços escuros e rudes. Antes escrevia, mas agora as letras ficam sem significado. Antes lia, mas as palavras tornam-se disformes e fogem-me dos olhos sem que as consiga interpretar a não ser como adagas que me perfuram o peito, zombando de mim. Zombado daquilo que eu queria e já não tenho, daquilo que finjo ser a melhor opção. Mas eu sei que não é a melhor opção. Para ser franco, não é de todo uma opção. É algo com que me conformo. No entanto, agora, cada fibra dos meus músculos, cada célula do meu corpo, combatem contra mim.

É como um mau presságio que se difunde subtilmente pelas bocas das pessoas, assim é este sentimento que me consome por dentro. Semanas de tentativas frustradas de deitar para o lado os pensamentos caem agora sob os meus ombros. Sinto neles o peso de todos os erros que cometi, magoas que causarei.

Olho para aquela janela de computador com a sua fotografia. Na minha mente cruza-se a imagem da sua face retorcida de dor, raiva, desespero...

O que é feito de mim, que me deixei levar para aquele sítio de que sempre me quis manter longe?

Eu sempre dissera a mim mesmo que não me poderia aproveitar dele. Uma coisa, seria algo sem compromissos, completamente despido de sentimentos líricos. Outra coisa é quando existem sentimentos desses nutridos por uma das partes, e eu continuo em frente.

"Talvez, talvez se a relação for séria, seja melhor. Assim ele fica contente, e eu tenho o que tenho vontade de ter, sem precisar de me preocupar com o poder estar a usá-lo."

Foi isto que disse a mim mesmo. Acreditas!? Eu! uma pessoa que sempre tentou fazer o que está correto, num momento flagrante de estupidez aguda, acabou por ir pelo caminho que magoará o próximo, apenas porque não me queria sentir culpado quando estivesse com ele como nunca antes tinha estado com outro rapaz! E agora?! Agora, monkeyboy, agora tens de arcar com as culpas de teres mentido, de teres magoado!

E que sentimento é este que já não dava a face a conhecer à muito tempo? Desapontamento. Estou completamente desapontado comigo próprio. Merecia que uma multidão me chamasse toda uma gama de nomes execráveis e humilhantes. Fiz o que eu sempre pensei que nunca faria. E o que me sobre agora? Uma panóplia de incapacidades motoras.

Estou a definhar. Dramático? Talvez até esteja a ser um pouco. Mas como seria suposto sentir-me se fiz algo contra o que sempre lutei - mentir a alguém que não merecia?

Tenho exame de Biologia e Geologia esta terça-feira. Provavelmente cruzar-me-ei com ele na escola. Quanto mais depressa der o golpe de misericórdia, mais tempo ele terá para sarar... Ou para me odiar. Mas eu mereço isso, e muito pior...

Aquela caneca...

Às vezes há coisas que me fazem sentir tão bem, e no entanto são tão irrelevantes à primeira vista...

Agora mesmo, com fome para lanchar, mas sem vontade de comer, fui preparar uma caneca de leite com cacau. Fi-la como sempre faço. Peguei numa caneca, pus duas colheres e meia de açúcar, duas e meia de cacau, um pouco de leite e misturei até fazer uma pasta, com a consistência e o sabor de mousse de chocolate. Quando finalmente cheguei à textura desejada, enchi a caneca e misturei. É como que um ritual de preparação que sigo mais ou menos religiosamente, dependendo do tempo que tenho disponível. Sentei-me ao computador, e bebi o leite. A frescura acariciou-me o estômago, deixando-me com uma sensação confortável de satisfação. Foi então que olhei para a caneca e me apercebi qual era. Azul por dentro, amarela por fora, com uma cara sorridente com um nariz e palhaço vermelho, um par de mãos e pés desenhados cumprimentaram-me jovialmente. Era aquela caneca. A caneca que já não usava há anos. Aquela caneca onde eu, quando novo, bebia todas as manhãs o meu leite com chocolate. Era aquela cara sorridente que me cumprimentava no acordar de todos os dias, animando-me para mais um dia de escola, com a companhia dos meus amigos. Era aquela caneca que, na altura, tinha de pegar com as duas mãos em volta dela, pois ainda não tinha habilidade nem força para a segurar pela asa. Na altura, uma das mãos que a segurava passava por dentro da asa, sentido o conforto do leite quente na palma e o contraste da porcelana fria no outro lado da mão. Hoje, já só consigo, a muito custo, pôr três dedos dentro daquele espaço. E já consigo segurá-la apenas pela asa. Acabei o leite. E fiz como eu fazia quando era novo. Peguei nela e espreitei lá para dentro. Sentia o aroma deixado pelo leite achocolatado misturado com a porcelana, numa esperança vã de que o líquido saboroso não tivesse ainda acabado definitivamente. E depois levava-a para o lava-loiça, para ser lavada, pronta a usar no dia a seguir. Mas hoje, ela não vai já para o lava-loiça... Hoje vou arrastar a companhia que ela me faz... Merece que eu lhe dê esse pequeno tributo, para compensar os anos que ficámos sem estarmos em contato.

Depois de ouvir isto...



Quero voltar a ver isto...


Porque é um dos meus filmes preferidos da...


Para além deste...


e deste...

Um Soco no Estômago...

Foi o que senti hoje...

Acho que as coisas me caíram em cima. Talvez seja só um dia mau? Espero que sim.

Senti um soco no estômago.

Porque tive saudades de algo que tive em tempos, mas que já não tenho.

Porque sei que há coisas na minha vida que não são exatamente o que eu quero.

Porque sei que há coisas na minha vida que são exatamente o que quero, mas que me assusta que as queira.

...

Passaram vinte minutos desde que acabei de escrever a frase acima. Desde então tenho apagado e rescrito o texto.

As palavras já não me saem como eu quero. Que é feito de mim?! Será que perdi a última coisa sobre a qual tinha controlo? Até mesmo as palavras se revoltam contra mim, já não chegava o meu próprio ser revoltar-se contra o que fiz, por saber que o que fiz torna errado o que quero realmente fazer?!

E o que quero eu?! Tenho medo de não saber o que quero. Mas sei. Eu sei bem o que quero. Sei perfeitamente. Mas nem sempre o que quero está de acordo com o que é correto, com o que é bom para mim, com o que não me vai magoar. Tentei agradar a um, pensado que me agradaria a mim. Mas as coisas não foram assim. Porque a tentar agradar a essa pessoa, senti-me deslocado. Senti que as pessoas à minha volta não concordavam com aquilo. E sei que vou sair magoado desta situação. Ou pelo menos um de nós vai. E se for essa pessoa, a culpa vai dominar-me, como sempre fez. Nunca tive problemas em ir contra os preconceitos da ociedade. Mas nunca me senti bem em ir contra os conselhos dos que me são mais próximos.

E porque raios neste mundo o que eu quero é sempre o impossível? Porque raios neste mundo o que eu quero é sempre aquilo que sei que é impossível de ter? E porque raios neste mundo o que eu quero vai sempre contra os ideais da sociedade?

Será que neste mundo há lugar para mim?

Será que eu serei capaz de emendar os meus erros?

Ou será que me vou acobardar e viver para sempre com eles?

...

Não quero... Por um lado, não quero viver com os meus erros para sempre. Por outro, não tenho a coragem de os emendar.

Porque é que tinha de ser agora? Porque é que tinha de me sentir assim tão deslocado neste momento? Porque é que tinha de me sentir tão perdido, sem saber como, ou o que fazer, sem ter nada por garantido? Ou por só ter garantido que vou magoar-me, quer emende os erros, quer não...

Mas será que tenho o direito de emendar os meus erros, sem olhar a quem magoo com isso?
Mas será que tenho o direito de manter os meus erros, sem olhar ao que me deixa neste estado?

...

Estou a desabar. O meu mundo - a escrita -, até mesmo o meu mundo se está a virar contra mim! Aquelas a quem eu chamava minhas súbditas, por expressarem o que eu queria expressar, mesmo que não fosse o que eu sentia, estão  revoltadas. As palavras já não querem expressar exatamente o que sinto... Será que é porque o que sinto é confuso? Irracional?

Nunca fui muito à bola com pessoas inconstantes, que parecia que não sabiam o que queriam.
Agora, não vão muito à bola comigo mesmo, porque me sinto inconstante, apesar de saber o que quero.
E agora sinto compaixão por essas pessoas inconstantes.
Só estando nesta situação é que se consegue compreender o quão avassalador isto se pode tornar.
E arrependo-me de ter sido duro com amigos meus que passaram por isto.
O que eles queriam era o meu apoio e os meus conselhos, não o meu julgamento. Para serem julgados, já lhes bastava a eles próprios...

E sinto um soco no estômago. Uma vontade de desaparecer. Este mundo é cruel para mim.

Pergunto-me que mal fiz eu para merecer isto?

Estúpido. É óbvio que sei o que fiz mal para merecer isto. E isso corrói-me. Porque não estou a ter mais do que o que mereço.

sábado, 18 de junho de 2011

Quantidade ou Qualidade?

Ultimamente, a quantidade de acontecimentos tem sido pouca, mas a qualidade dos mesmos não se discute! Conversas deveras interessantes no msn, um bocadinho de jogo... Enfim, podia fazer isto todos os dias. Deitei-me de novo a altas horas da matina, mas valeu a pena. Deu para conviver um bocadinho xP

Tenho de começar a pensar em estudar, mas não tenho muita cabeça para isso. Hoje estou naqueles dias em que não me apetece fazer nada. Acho que vou é deitar-me no sofá, beber qualquer coisa fresca e ver um bocadinho de TV...

Este post está um bocadinho pobre... Mas enfim, talvez mais lá para a tarde tenha qualquer coisa mais para postar. Se não for mais, poderá ser um desenho, mas logo se verá ;)

Cheers!! :)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Já faz um tempinho desde que postei o meu primeiro rabisco da tartaruga
Este foi um que acabei de fazer:
Sabem aquela pequena expressão do "Há sempre uma primeira vez para tudo"? Oui, parece que ultimamente eu tenho sido a encarnação de tal frase... E muito mais não digo.

Ontem continuei na conversa com o Leitor. Claro, o meu querido computador, como me adora, decidiu que ia bloquear-me tudo e que não me ia deixar continuar a "conversa". Enfim. Hoje é um novo dia. E a verdade é que quando se está em boa companhia [E que boa companhia era... xP], nem se dá pelo tempo passar.

Hoje, acordei às nove, olhei para o despertador, virei-me para o outro lado e só me lembro de ter acordado de novo às onze! xP Boa vida! Férias e tal... Hehe, não é para quem quer, é para quem pode. Hoje, o Mano vai a uma visita de estudo e eu, cá fico em casa a ver navios passar... Mas pelo menos posso dar-me ao luxo de tal coisa!

E sobre hoje, pouco há mais a dizer. E que novidades há? Bem...Descobri algumas coisas que me atraem num rapaz e nas quais nunca tinha pensado muito... [Bom, excepto talvez a terceira e a segunda, mas pronto...] :
  • A voz (Há vozes que conseguem ser meesmo sensuais!)
  • A roupa interior (se lhe fica bem, mesmo com um dos pares que menos gosta, então fico doido! xP)
  • Aquela linha de pêlos que vai do umbigo em direção aos recônditos do Paraíso... É como que um caminho que marca de forma provocante a direção que temos a seguir para chegar ao Grande Prémio.
  • Se fica bem de barba, é uma mais valia! xP
Mas também (re)descobri algo sobre mim. (Cristo, e eu que dizia que lá por ser Escorpião que não era assim tão mau.) No fundo, no fundo, até gosto de ser "mau"... Em certas coisas dá sempre prazer ser mauzinho... E eu hoje não estou nada devassado, hein!? [Ah, agora é só a aprender palavras novas hehe]

Cheers!! =D

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Criei uma nova secção, aqui em cima, na barra de separadores. Lá podem encontrar um pequena lista das pessoas que já mencionei aqui no blogue e que, de uma forma ou de outra, têm estado presentes na minha vida. Umas mais outras, menos, mas pronto. Achei por bem fazer isto porque, a dada altura, eram tantos nomes que até eu tinha dificuldades em acompanhar tudo. :)

Cheers!! =D

Dormi até às onze... E depois? Depois fiquei bem acordado! xP

Pois, como diria o bom do Eça se isto fosse um dos seus Romances, ontem tive uma autêntica soirée. [Não tenho a certeza se é assim que se escreve, mas o caro Leitor, deverá saber corrigir-me, caso eu esteja errado... Ele é que é bom a falar francês... Quanto a mim? Je ne parle pas français! haha]. Já lá vão os tempos em que eu ficava na conversa com alguém até às quatro da madrugada. Foi recorde! Fui deitar-me duas horas antes de os meus pais acordarem. O Resultado? Até ás onze ainda me encontrava a ressonar, que nem um rei abastado, naquele leito onde já muito aconteceu. E onde muito haveria de acontecer nesse dia... E de que ficámos a falar até Às quatro da manhã? Bom, coisas banais... Até que as perguntas começaram a ficar mais atrevidas. A dada altura já nos tínhamos posto "anatomicamente alterados". Mas enfim, sono não senti, até porque a companhia era boa.

Quando acordei, foi com o meu irmão a fazer um estrondo com a porta de casa que até fez a minha cama tremer. Voltei dos anjinhos... Ou melhor, acordei, que isto de ir parar ao céu ontem ganhou uma conotação mais retorcida com a conversa das doze badaladas após a meia-noite... Se não estão a perceber nada do que eu estou para aqui a escrever, é porque ainda estou a recuperar o sono perdido haha. Enfim, foi só o tempo de tomar banho, lavar os dentes e vestir os boxers, e o Miguel tocou à porta. E bom... Eu devia ficar bem com aqueles boxers. Não eram o par preto que me fica a matar, mas era iguais, só que cinzentos... Enfim, só sei que eu devia estar mesmo apetecível, que ele se atirou logo a mim. Daí a pouco, estávamos na cama. O tempo passou a voar, e ele acabou por ter de ir para a aula. Mas prometeu-me que voltaria. Eu vesti-me, ele saiu. Uma hora depois já cá estava de novo. Tinha saído mais cedo, mas estava cansado. O caminho é íngreme. Achei por bem que não o deveria cansar ainda mais, não fosse correr o risco de lhe dar um fanico cá em casa. Ficámos simplesmente deitados na cama, juntos um ao outro, com as pernas entrelaçadas. Não chegámos sequer a tirar roupa nenhuma.
"É estranho estar assim contigo" Comentou.
Fiquei um bocado aparvalhado, principalmente porque percebi a indireta na sua frase.
"O quê? Achavas que eu estava contigo só pelo sexo?!" Respondi, fingindo-me indignado.
"Não sei... Mas sabes que eu não me importava..."
"Mas importo eu. E não te estou a usar só para me satisfazeres. Também consigo ser romântico quando quero!"
"Ah, quem diria!" Riu-se "mas é tão bom estar assim contigo..."
"Sim, só tu e eu, nada mais. O sexo é bom, mas não é tudo!"
Ironicamente, quinze minutos depois desta conversa, e depois de termos estado a trocar carícias em silêncio, já estávamos de novo a tirar a roupa... Como digo, o sexo não é tudo... Mas é uma parte boa... Enfim. Devo dizer que quase adormeci ao seu lado. E não me importava de o fazer. É difícil de explicar o que se sente quando se está assim com alguém. Cá bem no fundo, eu próprio tinha essa dúvida, se não estaria com ele só pelo sexo. Mas eu nunca fui uma pessoa de me aproveitar dos outros. Sim, viver a minha vida em pleno, tudo bem, mas sem magoar os que me rodeiam! E a verdade é que me sinto bem assim. Se haveria alguém que me poderia fazer sentir melhor? Não sei. Já estou como o Descartes* Socrates - "Só sei que nada sei".

Cheers!! =D

*Não liguem a esta parte do Descartes, é uma piada dirigida ao Leitor ;P Ele sabe muito bem a que situação me refiro MUHAHA! xP [eu avisei que gostava de picar as pessoas... I'm a mean Scorpio xP]
Hoje o Miguel voltou cá a vir a casa. Apenas adianto que nos divertimos um com o outro. E como uma [Óóótima]* pessoa disse "Isto agora é todos os dias?!" Pois é... Temos que aproveitar quando temos a casa só para nós, que depois entra o meu irmão em férias e lá se vai o poder estar juntinhos no sofá (ou na cama). Enfim, não há muito a acrescentar, não vá acontecer como no último post e ficar demasiado explícito... xP

Depois, comecei a jogar, mais ou menos às oito, Age of Mythology com o mano. Fazemos uma dupla invencível, com uma armada capaz de deitar abaixo o mais poderoso dos titãs!! Eu e ele, contra os exércitos de mais quatro jogadores guiados pelo computador! Bem... Podemos ter tido a vida um pouco facilitada, que os últimos não deram muita luta... Mas os primeiros, que pensávamos serem os mais fracos, já que só tinham duas bases, foram o osso mais duro de roer! Tinham apenas duas bases, mas protegiam-nas com unhas e dentes, reconstruindo-as sempre que uma vaga do meu exército por lá passava... e o titã deles lá andava a brincar com as minhas tropas como se fossem bonequinhos de borracha... Mas conseguimos vencer, a muito custo, isso é certo, mas a vitória para nós cantou uma doce melodia convidativa, que nos motivou a esmagar com poder militar todos os restantes líderes do mapa!

Enfim, apesar de ter acontecido pouca coisa, foi um dia "muuuuuito bom". ;)

Cheers! =D

*better like this? hehe ;)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Agora as amigas dele querem ver-nos a beijar xD Enfim, em que raio de mundo me vim eu enfiar...?

De novo juntos...

Ele trouxe o filme. E as pipocas. Finalmente, íamos voltar a estar juntos. Tentámos conter-nos. O beijo nem sequer foi trocado assim que ele chegou, só depois de ter posto as pipocas no microondas. Ele estava ofegante, tinha estado a correr para chegar a horas. Disse-lhe que não era preciso. Pus o filme a dar. Sentados no sofá, entreolhamo-nos pelo canto do olho. Nenhum de nós queria deixar de resistir e, ao mesmo tempo, apenas nos queríamos voltar a entregar um ao outro. Como da outra vez. Naquele mesmo sofá... Finalmente, ele cedeu, e beijou-me de novo calorosamente. Impulsionei o peso do meu corpo para a frente, fazendo-o deitar-se de costas no sofá. Pouco depois, roupa era atirada para o chão, com desprezo - eram aquelas barreiras de tecido que impediam as nossas peles quentes de se tocar! O filme? Ainda tentámos refrear-nos para o ver. De tronco nu, ele deitado com a cabeça no meu peito enquanto lhe acariciava os cabelos... Ainda assistimos o suficiente para ver o DiCaprio  a dar uns quantos tiros. Mas nem a ação do filme A Origem nos desprendeu um do outro. Poucos minutos depois, e estávamos de novo sem roupa. Do Sofá, fomos para a cama. As suas mãos faziam-me gemer de prazer, e quis retribuir. Quando sentiu o orgasmo chegar, gritou pelo meu nome. Beijei-o, continuando os movimentos com a mão, sentindo-o vibrar sob o meu abraço. Pouco depois, fui eu que soltei uma exclamação bem ouvida de prazer quando ele retribuiu, fazendo-me chegar a um pico de prazer que eu nunca antes tinha alcançado. Entreguei-me nos seus braços, e fomos até à banheira tomar um duche rápido para limpar a pele.

As pipocas ainda mal tinham sido tocadas. Enquanto acabava de me vestir, ia tirando algumas. E ele deu-me umas quantas à boca. Comentámos o que faríamos se aparecesse alguém ali nesse momento, conversámos sobre como seriam as coisas daqui para a frente. Como serão? Não sei. Só sei que gosto de como elas estão agora.

Passámos por muito. Fi-lo sofrer também, assim como ele também me magoou. Mas havia sempre algo a impelir-me a perdoá-lo, algo que nos fazia reaproximar inevitavelmente. E também tivemos sempre aqueles momentos bons, em que riamos juntos, comentávamos as coisas doidas que fazia-mos em conjunto com os nossos amigos.

E agora... Ainda sinto o toque da sua mão na minha, o peso da sua cabeça no meu peito. O bater do meu coração rápido. E nunca pensei que satisfazer alguém me pudesse dar tanto prazer... Ouvir aqueles gemidos, ver o seu corpo torcer-se... E saber que era por minha causa... É uma sensação nova, estranha, mas agradável.

E subitamente, este post tornou-se mais explícito do que eu inicialmente esperava... Mas enfim. Que se pode fazer?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Uma tarde de Culinária...

Yap. Tive visitas cá em casa. A mãe queria fazer queques, mas segundo as superstições dela, de uma mulher toca nas receitas nos dias em que "o Benfica joga em casa", a massa não sai bem. Resultado? Acabei eu a fazer os queques. A mãe este lá a supervisionar, mas quem os fez fui mesmo eu... Enfim. Felizmente fizeram sucesso, que desapareceram todos em três tempos. A Tia até me deu uma dica: pôr um bocado de chocolate negro no meio de cada queque antes de levar a massa ao forno. Da próxima vez que fizer, já sei como eles vão ficar bons, e como eu gosto hehe.

Depois do lanche, fomos jantar a casa dos meus avós. Conversámos de tudo um pouco, eu, os avós e a tia. Principalmente de alimentos que ajudam a preservar a memória... Já não me lembro de quais eram... LOL acho que estou mesmo a precisar... Só me recordo dos Bróculos e do Chocolate x)

Era para ter ido dar um passeio a Sintra com o Miguel... Mas parece que esses planos tiveram de ser adiados. No entanto, amanhã, ele vem cá a minha casa outra vez, e já podemos estar juntos x) Vamos fazer o tal programa de ver o filme, comer pipocas... E qualquer coisa mais... hehe, mas isso é outra história!

Cheers!! =D

Já lá vai o tempo em que vi isto, mas continuo a adorar...

domingo, 12 de junho de 2011

Dulce Pontes

Quando era novo, ouvia esta mulher - o pai punha-me o CD a tocar. E punha sempre aquelas que sabia que eram as duas de que mais gostava. Há anos que não as ouvia, mas redescobri-as hoje:

Laurindinha


Canção do Mar


São ritmos que nunca esqueço, e que me são intemporais. Sou sempre capaz de acompanhar a letra, pode ate nem ser por inteiro, mas consigo acompanhar...

Repentino Pensamento Que me Surgiu ao Relembrar

Como é meu habito, fui para a sala e mudei o canal para o Discovery Channel. Estava a dar How it's Made (O Segredo das Coisas, em português). Nesse programa, iriam mostrar como se faziam, entre outras coisas, canetas. Não daquelas esferográficas descartáveis da Bic, mas canetas a sério, com o seu reservatório de tinta que pode ser cheio quando se gasta, com uma ponta aguçada de metal que faz efeitos icónicos no papel... Enfim, uma caneta das que sempre sonhei ter. Comentei isso com o pai, que assistia ao programa comigo. Ele prometeu-me que, quando recebesse o ordenado, me comprava uma caneta dessas.

Relembrar este episódio deu-me uma vontade imensa de pegar numa caneta esferográfica, e escrever no papel. Sim, eu escrevo imenso no computador. Mas deu-me vontade de escrever no papel. Deu-me vontade de voltar às minhas origens da escrita...

Foi esse pensamento repentino que me surgiu.

Voltar às origens

Relembrei como eu era antes, e no que sou agora. Sempre fui uma pessoa muito ponderada, cautelosa, reservada. Embalado pela melancolia dos desamores e das mágoas pelos outros causadas, sempre fui assim, uma sombra despercebida aos olhos de muitos, mas que estava sempre disposta a ajuda o mais próximo. A dada altura, e sinto-o agora, tornei-me algo... impulsivo? O próprio Miguel comentou: "A nossa relação é tão impulsiva... Mas eu gosto". E eu também. Adoro o sabor que me fica nos lábios ao deixar-me levar por aqueles impulsos do corpo, aqueles desejos que tocam o meramente carnal mas que não deixam de ser sentidos pela alma. Nunca eu me senti tão bem em deixar-me levar pela corrente, para onde quer que ela me leve, quem quer que seja que arraste comigo. Houve um qualquer ponto de viragem na minha vida que me fez querer aproveitar todos os segundos dessa chama que não se apaga, dessa labareda que me acaricia o âmago sempre que penso nele e que estou com ele, aquele calor do seu corpo contra a minha pele nua que me faz querê-lo irracionalmente.

Em que criatura me tornei? Em algo que o meu "eu" antigo desprezava, não, que o meu antigo eu temia. Mas apenas tinha medo do desconhecido. Foi aquele primeiro toque, aquele par de mãos nos meus ombros, aquele beijo sedento no pescoço, que me fez mudar completamente, que fez vir ao de cima o que eu sempre aprisionara nos recônditos mais profundos do meu ser, da minha essência. Na luta para ser perfeito aos olhos dos outros, esqueci-me de ser aquilo para que fui feito ser: Humano. O humano não procura infindavelmente não cometer erro algum. O humano comete erros, para aprender com eles e/ou cometê-los de novo. É a natureza humana, é a natureza do meu ser.

Cheguei à conclusão de que não me tornei uma criatura. Apenas me permiti a mim mesmo ser quem sou realmente, sentir o que sempre ansiei secretamente sentir. Aquilo que eu considerava o pecado contra mim mesmo. Mas o ser humano é assim, um ser pecaminoso, que busca pelo perdão em ícones, estátuas, seres invisíveis omnipotentes e omnipresentes, ou não o busca de todo e se resume a aceitar a sua natureza inevitável.

Naquele dia, ele estava com o seu corpo junto ao meu, olhou para a parede, para o crucifixo que lá tenho pendurado e comentou: "Oh, estamos a ser observados". Se há realmente um par de olhos a observar-me do alto, então, não deve estar neste momento a olhar com orgulho para mim, talvez com reprovação.

Mas eu sinto-me bem quando perco o controlo. Que mais posso fazer, senão aproveitar esse agri-doce sentimento que tanto me faz sentir vivo, o sentimento que eu sempre procurei e que, ao mesmo tempo, nunca me permiti a mim mesmo encontrar nessa prisão que tinha formado nas minhas profundezas?

E agora volto às origens, e começo a escrever também no papel. Mas só na escrita é que volto às origens. A evolução pela qual passei é irreversível.

Felizmente que é...

Um teste à minha "multi-funcionalidade"

Yep, ontem foi de facto um teste à minha multi-funcionalidade. Estive a falar no msn com três pessoas ao mesmo tempo (O Lobo Solitário, o Weasley, e um outro leitor xP), e ainda estive a acrescentar mais um mmorpg à minha já extensa lista. E o culpado foi nem mais nem menos que o Waesley, que me pôs a jogar Guild Wars pela primeira vez... Já tinha saudades de jogar assim com alguém, para ser sincero. Pusemos os nossos avatares a dançar (devo dizer que a minha Necromancer é uma pro a dançar "Thriller" e o elfo de estimação do Weasley é um míope que gosta de ver as "lady parts" mais de perto...), e lá fomos matar umas quantas criaturas, para eu apreciar os meus lacaios que posso invocar com um feitiço. Devo dizer que aqueles montes de carne e osso podiam ganhar um concurso de beleza "até contra a Lili" xD

Entretanto, o Madman (leia-se Weasley xP) foi dormir. Coitado, já não aguenta as noitadas!! Entretanto fiquei só na conversa com o tal Leitor que falei no início (e cujo nome nem sequer sei... por isso por enquanto refiro-me a ti como Leitor, pode ser? xD). Tive uma sessão gratificante de injúrias contra o novo acordo ortográfico, recordação de poemas de Camões (incluindo os Lusíadas, que eu até recitei a primeira estrofe da obra e tudo!), tocámos ligeiramente o poema Mensagem de Fernando Pessoa ("Oh mar salgado, quanto do teu sal, são lágrimas de Portugal?"), aprendi um pouco de latim [E espero aprende um pouco mais, já que te ofereces-te para me ensinar! :P) e terminámos a cantar ABBA. Já não me recordo porque me lembrei daqueles pequenos versos "The judges will decide, the likes of me abide"... Enfim. Foi deveras uma boa companhia, que me manteve acordado até às três da manhã, sensivelmente. 

Mas diga-se de passagem, estar a conversar e a jogar ao mesmo tempo, é de facto uma tarefa árdua para mim. Felizmente, consegui realizá-la com sucesso (apenas com uma pequena falha e peço desculpa ao Lobo Solitário por não ter respondido a tempo à despedida dele! xP).

E pronto, assim se passou o meu tempo de antena de ontem... Hoje, sou capaz de tocar de novo no Guild Wars (quem estou a tentar enganar? É óbvio que vou voltar a jogar aquilo! xD). Mas por enquanto, um lanche/almoço/pequeno-almoço vinha mesmo a calhar... Bom, okey, acordei às onze, mas só me levantei à uma da cama... Estive a conversar com o Miguel por sms, que se pode fazer?! x) Amanhã vou com ele a Sintra, e já teremos um bocadinho de mais tempo para estar juntos, o que é sempre agradável. Bem... Quem nos viu e quem nos vê. Enfim... O que importa é que as coisas se resolveram, e estamos bem assim.

Cheers! =D

sábado, 11 de junho de 2011

O Vício que corre na Família...

Começou com a Tia. Passou-o para mim, depois para o mano e para o pai e, mais recentemente, atingiu a  mãe. Não, não é um vírus grave, ou um vício mau... Ou pelo menos, muito mau. Refiro-me ao Farmville. Sim. Todos cá em casa jogamos Farmville, mas a minha mãe tem o caso mais crónico de sempre. O meu pai precisou do portátil por uns momentos. Dois minutos depois, sim dois minutos depois, estava já de volta de mim, suplicando-me para a deixar jogar no meu computador. Ela que nunca mais me diga que eu e o mano somos viciados nos jogos! ah-ah! O mais engraçado é quando ela me chama a mim e ao mano para a ajudar a jogar. Porque é que ela precisa de ajuda? Porque ela não sabe inglês, e o jogo está todo nesse idioma. Obviamente que eu e o mano sempre a vamos ajudando, enfim...

Como se o vício no Farmville não bastasse, à medida que escrevia este post, o Weasley pô-se a conversar comigo sobre, nada mais, nada menos do que MMORPGs... [Massive Multiplayer Online Role Playing Games]

sim, sou um aficionado do género, e já joguei muitos jogos online, entre eles:
  • World of Warcraft, 
  • Metin 2, 
  • Shayia, 
  • Fiesta, 
  • Champions Online (um dos meus preferidos), 
  • Dungeons & Dragons Online,
  • League of Legends, 
  • Fists of Fu (outro dos meus preferidos), 
  • Rumble Fighter,
  • Fantasy Tennis
  • Planet 51 Online (sim... Não me orgulho, mas joguei... xD)
  • Tm Nations Forever
  • Need For Speed World
  • Free Realms
  • Cloud Nine (o quão eu fiquei espantado quando descobri que tinha jogado um jogo cujo nome era igual ao título de uma letra dos Evanescence de que gosto imenso... xD)
  • Counter-Strike Source
  • Silkroad
  • Battle of The Immortals,
  • Project Powder,
  • Audition
  • Requiem: Memento Mori (muito gore, mas lindo até à última gota de sangue...)
  • Battle Forge,
  • Runes of Magic (outro dos meus preferidos)
  • Free Jack (um jogo online de Parkour... LINDOO *.*... Claro, eu gosto de fazer parkour... Mas só sei coisas muito básicas e já não pratico há imenso tempo... eu e o J.T. temos que combinar um dia e andar pela vila tipo macacos... xD)
  • Florensia,
  • Pirates of The Burning Sea (já imaginaram um jogo onde podem ser o pirata dos vossos sonhos? ´´E este jogo.)


Enfim... se forem a este site, encontram vários jogos online... Seria mais fácil dizer-vos que jogos da lista desse site é que eu ainda não joguei... xD

Mas por agora, o meu vício tem mesmo repousado no Champions Online. :) No entanto, tenho andado ansioso por experimentar Age of Conan, desde que anunciaram que ia ficar gratuito para jogar.

Cheers!! =D

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Afinal...

Eu e ele tínhamos planos para Segunda-feira. Mas afinal não vamos ter a casa toda só para nós, que é dia St.º António, feriado em Lisboa. O pai e a mãe estão em casa, e não temos aquela privacidade tão desejada... Mas nada nos impede de estarmos juntos, ir dar uma volta, possivelmente antecipar aquele passeio a Sintra. Os planos de ficar no sofá a ver o filme, continuam de pé, apenas foram adiados hehe. Enfim.

Hoje estive com a Bia. Ela voltou a fazer-me perguntas constrangedoras, mas desta vez o assunto era mesmo um pouco embaraçoso para mim... Enfim, perguntas sobre como tinham corrido as coisas com o Miguel.

Agora é a parte que vão de certeza achar estranha. Há pouco tempo, eu dizia que queria riscar o Miguel da minha vida. Agora... Bom, o Miguel é o "ele" de quem tenho falado. Enfim, a vida às vezes dá umas volta um bocado maradas. A verdade é que, apesar de amar o K., isso não está posto em causa, sempre senti alguma coisa pelo Miguel. E pode-se dizer que é uma relação amor-ódio... Bom, o que se passa é que as coisas que ele me disse me atingiram com tanta força por terem sido vindas dele. E há gente que acha estranho (nomeadamente a Jú e a Bia, que são as únicas que sabem disso...) que eu e ele estejamos juntos. Sim, ultimamente temos transparecido que apenas nos odiávamos, mas as coisas nem sempre foram assim. Eu e ele sempre fomos muito próximos. E já antes tínhamos estado próximo de chegar ao "nível seguinte" se é que me entendem... ter algo mais que uma amizade. Mas na altura não me sentia muito pronto para isso. De facto, há pessoa que comentam que eu e o Miguel às vezes parecia que nos dávamos muito bem, e que outras aparentávamos estar a ter uma discussão de casal.

Retornando à conversa com a Bia... Ela, como já disse achou estranho eu estar com o Miguel. E depois começou a fazer perguntas embaraçosas com só ela sabe fazer:
- Então conta tudo!
E eu contei. Que estávamos sozinhos em minha casa, a ter uma conversa de amigos. Eu estava sentado ao computador e ele por trás de mim, pousou-me as mãos nos ombros e segundos depois, estava a beijar-me o pescoço. Daí à boca não foi muito tempo. Eu deixei-me levar pelo momento, e fomos para a cama. Entretanto a Bia disse que não queria mais pormenores para além do beijo. E eu não dei. Dois minutos depois estava a suplicar que lhe contasse o que tinha acontecido. Às vezes até a mim me surpreende o quão direta aquela rapariga é. Sem hesitar, sem "bla bla whisckas saquetas bla bla Napoleão bla bla", sem rodeios, ela vai logo ao cerne da questão. Perguntou-me as perguntas certas. O que tinha feito depois de o ter beijado, o que tinha feito quando fomos os dois para a cama na quarta, o que tínhamos feito no sofá da sala, na banheira cheia de água... Enfim... Como disse o K., andámos a "fazer coisas que não são para a nossa idade"... E mais não digo, que o resto da conversa foi assim, entre faces vermelhas e risos nervosos. [e estaladões com um caderno que ela me deu, enquanto gritava em plena rua: "AHAHA!! Se até tu já fizeste isso, eu já posso fazer à vontade, que eu não queria ser a primeira a perder a virgindade". Cristo, as situações em que ela me mete... Enfim.

Um conselho: nunca contem a uma rapariga que têm uma vida sexual ativa. Ela vai querer fazer tudo. Mas literalmente tudo. Cometi o "erro" de falar nisso a duas e agora não me largam a perna...

Nota mental: tenho de me deixar de escrever (e dizer) muitas vezes a palavra "enfim"... Está a tornar-se um tique desagradável... LOL.

Cheers!! =D

Dêem-me um "F", e agora o "É", mais um "R", e acrescenta o "I", dêem-me o "A", e mais um "S", e o que dá? FÉRIAS!!!

Yep, férias. Finalmente! Essa agradável período de pausa das aulas chegou uma vez mais, e com ele vem o sol, o calor e, quem sabe a praia!

Para esta primeira semana já tenho planos. Na segunda feira ele vem cá a casa, alugamos um filme e vemos, sentados no sofá, enquanto comemos os crepes de chocolate que ele quer trazer. A mim parece-me uma boa ideia. Durante a semana os encontros continuam, mas ainda não temos planos para esses dias, uma vez que ele ainda tem aulas. Hehe, sinto-me bem por estar no 11º ano e acabar as aulas uma semana mais cedo que os alunos do 10º, enfim. Depois, possivelmente na primeira semana de férias dele, vou começar a estudar. Mas obviamente que vou fazer umas pausas na preparação para os exames, e estamos a contar ir dar um passeio por Sintra. É um sítio romântico, e como não temos olhares conhecidos a vigiarem-nos, ficamos mais à vontade.

Isto é o programa das férias cá na zona. Porque depois em finais de Julho, depois de fazer a matrícula para o 12º, vou para o norte, zarpar em direção ao casamento da minha querida prima. É estranho estar a vê-la casar, porque sempre me dei com ela como se ela tivesse a minha idade, apesar de termos dez anos de diferença (sendo eu o mais novo, óbvio). Mas fico feliz por ela estar a fazer a sua vida :)

E parece-me que a minha não está tão tempestuosa como seria de esperar, não é? Digamos que me sinto com sorte, só isso, que a bonança me sorriu em tempos mais complicados.

Mas já não era sem tempo que as férias se me apresentavam, para me tirar dos ombros aquela carga da monotonia do horário repetitivo...

Ontem fiquei a falar com a Jú até às tantas da noite. Ultimamente temos sido confidentes um do outro sobre todo o tipo de assuntos, especialmente aqueles mais privados, que dão vontade de partilhar com alguém e, ao mesmo tempo, nos fazem sentir embaraçados a falar com qualquer um. Deve ser porque as nossas mentes perversas são compatíveis? Mas pronto, ela acabou por me dizer que realmente confiava em mim, e que prova disso foi quando eu lhe disse que o Tiago, o namorado dela, era sexy e ela não se importou. Fui a primeira pessoa que lhe disse isso sem lhe despoletar uma raiva assassina. Talvez isso se explique pelo facto de que eu não sentiria nada por ele porque, para além de estar comprometido com uma amiga minha que tenho em grande consideração, ele é "um bocadinho hetero demais para aguentar comigo humpf"!

Enfim, as aulas vão, mas os amigos ficam, e isso é que importa.

Cheers!! =D 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Coisas que aprendi...

...sobre a minha casa:

  1. A minha cama é pequena para dois;
  2. O sofá dá bem para dois a não ser que as almofadas escorreguem, aí é um penhasco perigoso;
  3. A banheira é um pouco apertada para dois, mas dá para se estar lá bem...


E também fiquei a saber que os Paramore vêm ao Optimus Alive... Me gusta!!! xD

Pelos Vistos...

...pelo que o Weasley me contou, Psicologia é como um Gato - Mete-se em tudo o que é sítio..."i.e.", pode encaixar-se em várias áreas xD

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Surpreendido...

Estou surpreendido comigo mesmo. Fiz algo que pensei que nunca faria. Algo que tinha medo de fazer. Mas algo que me soube mesmo bem ter feito. Enfim. Ás vezes ainda me consigo surpreender a mim mesmo e aos outros.

Sinto que algo mudou em mim. Não. Tenho a certeza que algo mudou em mim. O quê? Não importa. O que importa? Sinto-me bem comigo mesmo. Quem não gostar, que vire a cara para outro lado. Quem gostar? Welcome to my new world.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Gleek

Yap, sou um orgulhoso Gleek. Reconheço perfeitamente as vozes de todos. Hoje, não sei porquê, e apesar de estar um dia da treta, acordei bem disposto. Anormalmente bem disposto, sim, dadas as circunstâncias... Mas já desperdicei demasiado tempo da minha vida a viver amargurado, não quero, nem vou, voltar para aquele canto escuro em que me encontrava antes de o conhecer, porque, apesar de tudo, continuo a conhecê-lo e a ser amigo dele. De manhã, a caminho da escola, liguei o mp4. Aleatoriamente escolhi a pasta das músicas cantadas pelo elenco do Glee. A primeira que me veio aos ouvidos foi a Rolling In The Deep. Passei à frente. Não queria que a música me estragasse o humor (se bem que acabei por tirar a prova dos nove - cantei-a durante a tarde inteira e não me deu cabo do humor... LOL).

Quando dei por mim, estava a dançar, em plena rua, ao som da Loser Like Me, umas das canções originais da série. Ainda me lembro, mesmo na parte do "Hey, you over there, keep the 'L' up in the air" atirei com os braços ao ar, agitando-os ao ritmo da música. E pensam que a loucura acabou por aí? Não! A seguir veio a Forget You cantada pela Gwyneth Paltrow, a atriz que interpreta uma das minhas personagens preferidas da séria. E lá andava eu a abanar a cabeça ao som do "Yeah I'm sorry I can't afford a Ferrari, but that don't mean I can get you there. I guess she's na Xbox, and I'm more Atari, but the way you play your game ain't fair. I see you driving around town with the guy I love, and I'm like - Forget You!"

E depois cheguei à zona mais mexida cá da cidade, por isso contive os meus impulsos doidos. Enfim... Tenho de aproveitar o bom humor enquanto ele dura, não?! Ás vezes sinto-me mal por estar assim. Fico a pensar que devo parecer um insensível que acabou à pouco tempo um namoro e que já está assim com o humor em alta. Mas é como digo. Já passei demasiado tempo a amargurar, ainda por cima, não faria sentido para fim fazê-lo devido a algo que me soube tão bem partilhar com o K., mas que ainda tem um futuro, apesar de diferente daquele que eu imaginava.

Algo me diz é que ele não está a levar as coisas tão bem quanto eu... Mas cá estarei para oferecer o meu ombro amigo se ele precisar, e a quem precisar.

Cheers! =D 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Um pequeno aparte

publiquei hoje o prólogo da nova história no meu Blogue. :P Check it out ;)

Cheers!! =D

Banalidades!

Hoje falei de banalidades com a Catarina. Assim que a vi, chamei-a logo.
- Catarinaaaaaa! Vais ao Optimus Alive?! Eu quero ir ver os 30 Seconds To Mars!!
- Oh, mas eu vou ver os My chemical romance, que o 30 seconds to mars já fui ver ao vivo...
- Ok, My Chemical Romance it is!
Enfim, ambos somos loucos por estas bandas. E depois pusémo-nos a falar da batalha que travei na Modalfa quando fui comprar os meus ténis imitadores de allstars. Dei pontapés às estantes, caí de cu... e só depois me resolvi a experimentar o número acima... Lá consegui enfiar aquilo no pé. Afinal é preciso prática para calçar um ténis daquele! Primeiro tem de se alargar os atacadores, depois puxa-se a patilha para cima para alargar o tornozelo... Enfim, uma autentica batalha. E enquanto discutíamos isto ela comentou que os allstars custavam um autêntico balúrdio.
- Mas custam quê? Os de marca deve ser mais de trinta euros...
- Os meus dos AC/DC custaram cem euros... Mas isso é porque foram edição limitada da banda, mas não encontras allstars de marca abaixo dos sessenta...
- Pois, olha, os meus? "Modafla inc.", nove euros e noventa e oito. São confortáveis, são como gosto ao género do allstar mas sem a pequena desvantagem do preço grande demais.
- Pois...
- E não tenho problemas em dizer... Eu sou é esperto, que tenho o que quero sem ter de gastar um valor ridículo!
- Pois, acho que fazes bem.
E assim falámos de banalidades antes de ir para a mini-ficha de avaliação de Geologia. Ainda pude falar com o Gui sobre as aulas de condução dele. Contou-me que hoje foi a primeira vez que conduziu sob a avaliação do instrutor. Entre a uma e as três, só no espaço estamos seguros, porque ele também consegue atirar com o carro à água. XD Falando a sério, ele sabe conduzir bem, pelos vistos, e não matou ninguém. Qualquer dia o meu pai emprestado já me dá boleia... xD

domingo, 5 de junho de 2011

I have to spill it all out

Tentei. Mas foi um esforço vão... Mais uma prova de que a vida nem sempre é justa para connosco. Aliás, geralmente é injusta.

Nop, não vou mentir, estou triste é óbvio... Mas a única coisa que me resta fazer é provar que sou capaz de fazer o que ele acredita que eu sou capaz de fazer: Voar mais alto.

É um misto de nostalgia, e de amargura. No entanto, algo me diz que conseguirei seguir em frente. Tenho de conseguir fazê-lo. Por mim, pelo meu coração...

Mas não há rancor. Sim, estou disposto a ser amigo dele. Não vale a pena deitar fora essa amizade que sempre foi boa, apenas porque as coisas correram menos mal.

O meu lado racional agora está no ativo. Não sei porquanto tempo o fará, a pouco e pouco acabará por deixar de se impor. Por enquanto, se me deixo guiar pelos sentimentos, não vou a lado nenhum... Verdade seja dita... Se me tivesses apanhado num dia menos bom, K., eu estaria muito pior x) Ao menos da tua pontaria não te podes queixar! Lol...

Enfim... Foi bom enquanto durou... Mas li uma frase num tumblr que me relembrou o passado. Um frase que de certo me vai ajudar a seguir em frente.
"Não chores porque acabou, sorri porque aconteceu"
Não. Não vou chorar porque a relação acabou, vou olhar para trás e sorrir porque posso orgulhar-me de ter tido um namorado como ele. E depois, posso orgulhar-me de ainda o ter como amigo. Espero eu que ele esteja disposto a isso...

Por enquanto só preciso de umas vinte e quatro horas para por as minhas prioridades em ordem...
Primeiro - Seguir em frente;
Segundo - Ver se faço alguma coisa de jeito nos exames;
Terceiro - Escolher para a próxima alguém a menos trezentos quilómetros de distância que o primeiro namorado...? xD


Tenho de ser positivo daqui para a frente... Vou tentar dar o meu máximo... Veremos onde conseguirei chegar com estas novas asas...
Hoje vou à festa de anos do meu primo... Veremos como corre.. Costumo conseguir distrair-me com o rapazinho e com mais umas pessoas que lá costumam estar... E o pai dele, que é meu primo também (em segundo grau), é Psicólogo. Talvez fale com ele sobre a minha indecisão em relação a ir para Veterinária ou Psicologia... Estou tão inclinado para um como para o outro, é uma questão de ver os prós e os contras... Se bem que em termos de saída profissionais, as que eu queria de veterinária, são fasquias um pouco altas para ultrapassar com as minhas notas... Sonhos, arrisco a dizer, irrealistas. Quando à Psicologia, bom, é algo que sempre me captou o interesse. Enfim. Logo veremos.

I thought...

Eu pensei... Pensei que conseguiria. Mas não. As coisas mudam. Imenso. Outrora havia coisas que eu nunca fiz, nem nunca pensei que fosse capaz de fazer. Mas hoje... Já não me sinto bem sem lutar... Já não me consigo conformar com as barreiras que a vida me traz. Tentei fazê-lo. Mas com poderei fazê-lo? A cabeça diz-me "tens de o fazer, conforma-te como sempre fizeste.". Mas como posso eu negar-me a lutar, quando o meu coração, o meu instinto, tudo, até mesmo a minha vozinha britânica interior do Jack Whitehall me diz "C'mon, monkeyboy, you can't just leave things like that!". Não quero ser de novo aquele rapaz racional, compreensivo e acanhado que aceita tudo! Não o vou fazer quando desta vez é a minha felicidade que está em jogo. 

The scars of your love remind me of us
They keep me thinking that we almost had it all
The scars of your love they leave me breathless
I can't help feeling
We could have had it all
Rolling in the deep
You had my heart inside of your hand
And you played it
To the beat

Rolling in the deep ; Adele.

É esta música que não me sai da cabeça. E quando uma música não me sai da cabeça, não consigo evitar pensar nela, porque quando isso acontece, é porque reflete o que sinto. As cicatrizes do teu amor recordam-me de nós, fazem-me pensar que quase tivemos tudo. Deixam-me sem folgo, e não consigo evitar pensar que poderíamos ter tudo. E se poderíamos ter tudo, porque não podemos dar oportunidade a que isso aconteça? Nem sempre a vida me foi justa, mas desta vez não vou ficar de braços cruzados, enquanto vejo a minha felicidade escoar-me por entre os dedos... Por entre os meus dedos que anseio por voltar a sentir os teus novamente entrelaçados neles.

Eu sei como é arrepender-me para toda a vida de uma decisão má que tenha feito. E sei que me arrependeria se me deixasse simplesmente reclinar na cadeira e deixar as lágrimas rolar pela minha face, tentando esquecer... Mas eu não consigo, nem quero, esquecer.

E já lá vai um tempo que eu me levanto a meio da noite para ligar o computador e tentar resolver as coisas. Já lá vai um tempo em que tive forças para lutar por algo. Já lá vai um tempo desde que tenho a certeza de que quero algo com todas as minhas forças, com toda a minha alma.

E agora outra parte de uma música me veio à cabeça
Do you wanna surrender, or fight for victory? [Vox Populi; 30 Seconds to Mars]
Não, não me quero render. Quero lutar pela vitória.

Se realmente mereço ser feliz, só o quero ser com uma pessoa.

sábado, 4 de junho de 2011

Today...

Acordei muito mais bem disposto do que ontem, isso é verdade x) Quando vim para o omcputador, deu-me a vontade de ver um filme. Mas que filme iria eu ver? Não sabia bem porquê, mas estava numa de ver The Last Song (Melodia do Adeus). Talvez fosse já um presságio do que estaria para acontecer? Só sei que me apetecia ver o filme (e não, não é porque a Miley Cyrus é a portagonista -.- LOL). Não diria "Melodia do Adeus", mas talvez "Melodia de um Até Já" x)

Não sei se deveria estar a escrever sobre isto, pois é bem recente (enfim, aconteceu há meia hora atrás, non?), mas enfim... Deu-me vontade de escrever sobre o assunto...

Hoje o K. disse que queria falar comigo. Percebi que se tratava de um assunto em que ele andava a matutar já há uns dias. Ele tem andado preocupado com o facto de achar que sentia que me estava a impedir de ter algo que satisfizesse melhor as minhas necessidades do que uma relação à distância. Desta vez a conversa tomou um outro rumo...

Acabamos por acordar que seria melhor deixar a relação esfriar. Não vamos deixar de nos falar, nem pensar nisso! Vamos continuar a ser amigos... Claro, não é a mesma coisa, mas prefiro a amizade a não ter nada. Ele sente-se culpado por esta situação. Eu não o culpo, de maneira nenhuma. A distância nunca facilita uma relação e quem esteve, ou está, numa situação semelhante, sabe perfeitamente que isso é verdade. Acredito que uma relação à distância possa resultar (desde que seja apenas uma situação temporária), mas nem sempre as pessoa conseguem fazer alo desse género resultar.

Mas enfim! Eu e ele continuaremos amigos, seguiremos com as nossas vidas em frente. Olharei para trás, mas sem nunca me arrepender de ter vivido com o ele o pouco, mas bom, tempo que passei com ele.

É como digo, a vida às vezes não segue o rumo que queríamos, mas temos de ser positivos em relação a ela. Se a vida te dá limões, faz uma limonada.

Cheers! x)

Ontem foi terrível...

De manhã estava bem. Mas a partir da aula de Educação física, foi sempre a descer. Fiquei a jogar voleibol contra o sol. Os olhos encadeados... Nada demais. Só um pormenor... Herdei um problema de enxaquecas da minha mãe... Há imenso tempo que não tinha uma cise de dores de cabeça. Arrisco até mesmo a dizer que há anos que não tinha uma assim. Cheguei à aula de inglês com uma dor de cabeça terrível, com a visão desfocada e encadeada e uma má disposição daquelas que só em dava vontade de vomitar. nesta aula, sento-me na carteira em frente à da stôra, e o Gui, como em todas as aulas, senta-se ao meu lado. Ele olhou para mim e percebeu que algo não estava bem.
- Que é que tens? - Perguntou.
- Oh, só uma dor de cabeça... E estou mal disposto, mas isto já passa...
Vinte minutos depois era a professora que me perguntava se eu queria ir lá fora.
- Oh, deixe estar, stôra, isto já me passa...
- Mas o que é que tem?
- Isto já é genético... Enxaquecas que a minha mãe me passou...
- Ora, não tinha nada bom para herdar?
Ri-me com o comentário da stôra, mas pouco depois tive mesmo de ir lá fora. Fui à casa-de-banho, passei a cara por água fria, bebi uns goles de água e já me estava a sentir melhor... Mas assim que me sentei, voltei a piorar. O Gui percebeu que eu não estava mesmo bem. Uma altura, pousei a cabeça sobre os braços. Voltei a tentar endireitar-me, para não dar nas vistas. Massajei um pouco as têmporas, mas nada resultou. O Gui acabou por pôr os braços dele em volta dos meus ombros.
- Tu não estás mesmo nada bem, filho...?
Esta situação arrancou-me um sorriso dos lábios, porque o Gui não é do tipo de pessoa de demonstrar afetos, muito menos em relação a outro rapaz.
- Pois não... Mas isto já passa, não te preocupes...
Mas não passou, e a stôra acabou mesmo por me obrigar a ir para casa. Fiz o caminho todo passo a passo, com medo de vomitar no meio da rua ou de perder os sentidos. Felizmente cheguei a casa, tomei os comprimidos, agarrei no gelo e pu-lo na testa e fui-me deitar. Comprimidos, gelo? Qual quê? Nem assim! Talvez se eu conseguisse adormecer, descansar, a dor me passasse... Mas não! A dor era de tal maneira intensa que me mantinha desperto, nem me deixava dormir! Via na minha cabeça os números que representavam a escala de dor que eu sentia a aumentarem. "Over nine thousand!" era a frase que mais me passava na cabeça. Chorei com a dor, com a raiva de não me deixar dormir. E de modo a brindar-me, o meu corpo resolveu encher-se de cãibras, que me obrigaram a saltar da cama em agonia para massajar os músculos doridos. Depois disso consegui finalmente, depois de três horas de tentativas frustradas, adormecer. Às seis, os meus pais acordaram-me quando chegaram a casa. Fui comer, beber água e às sete estava de novo na cama. Acordei às nove. Adormeci por volta das dez para as onze e só voltei a acordar à nove da manhã. Já estou melhor, mas ainda com medo de voltar àquilo... Tenho bebido muita água, comido com moderação... Enfim, veremos... Hoje vi as sms todas que os meus colegas me deixaram, a perguntar por mim. O Gui havia pedido para eu lhe mandar uma sms quando chegasse a casa para ele saber que eu tinha chegado bem. Foi a única pessoa a quem consegui enviar sms nessa altura. Mas antes de me ir deitar, às sete, ainda mandei uma sms ao K., a avisar que provavelmente não conseguiria ir ao computador para falar com ele.

Hoje, felizmente, só me resta a recordação daquela dor.

Cheers!! =D

terça-feira, 31 de maio de 2011

Bullying

É um assunto que tem vindo imenso à baila. Quantas vezes não soube eu que algum adolescente se suicidou por causa disto?

A mim marca-me, porque já fui gozado durante algum tempo... Quando eu andava na primária, tinha as chamadas "orelhas de abano" gigantescas. Literalmente, quase mais de metade da minha cabeça era orelhas. Enfim... Era de tal maneira ridículo que a minha alcunha era, nada mais, nada menos do que Dumbo. Eu até achava o pequeno elefante fofinho... Mas pronto. Claro, eu sentia, mas não ligava ao que os "insultos" me faziam sentir. Lembro-me perfeitamente de um dia, tinha eu os meus sete/oito anos, uma rapariguinha decidiou meter-se comigo. "olha, olha", dizia ela, "Porque tens as orelhas tão grandes.?". Num lapso momentâneo de genialidade, inspiração e auto-defesa, respondi prontamente, sem refletir: "É para te ouvir melhor, minha netinha!". Ela olhou para mim espantada e eu dei meia volta, rindo-me da situação. Esse pequeno episódio ajudou-me a seguir em frente. Hoje, a cabeça cresceu e as orelhas mantiveram o seu tamanho. O que outrora parecia XXL, agora tem tamanho normal. É tudo relativo... Enfim.

Mas entristece-me, saber que alguém está a fazer sofrer tanto outra pessoa. Dá-me vontade de gritar a todos os Bulliers para se enfiarem num buraco de nunca mais de lá saírem. A falta de poder para fazer tal coisa, apenas me resta oferecer a minha ajuda a quem quer que necessite dela. Já conheci pessoas que pensaram em suicídio, conheço inclusive uma que chegou a ficar hospitalizada depois de se ter tentado matar. (Foi por razões diferentes de bullying, mas ainda assim, mexe comigo.)

Enfim, este é um assunto delicado que tem estado muito presente na minha memória. [Estejam descansados, não estou a pensar em acabar com a minha vida, até porque estou num dos momentos mais felizes da minha história, com o K. Mas é um assunto ultimamente muito badalado e que tem andado aqui a fazer-me comichão por trás da orelha...]

Cheers =D 

domingo, 29 de maio de 2011

Com um tia como a minha, como posso não ter em a alta a auto-estima?

Hoje veio cá a minha tia.
Tia: Olá sobrinho!
Eu: Olá tia!
Tia: Estás bom?
Eu: Sim.
Tia: Tu não estás bom, tu és bom, não é? ;)
Quando ouvi isto sentia a minha auto-estima a
subir
xD

sábado, 28 de maio de 2011

Um dia de duplos parabéns

Hoje o J.T. e o Tiago fizeram anos. A minha sorte é que decidiram fazer a festa em dois dias diferentes. Hoje foi a do Tiago. Fomos ver o Piratas das Caraíbas: Por estranhas marés. Agora não me sai a música da cabeça, mas enfim, eu gosto dela, ao menos isso x)

Acabei também a história "A Rosa Negra", mas já estou a preparar a sequela... x) Já há algum tempo que andava para acabar essa história. Mas não sei qual escreverei a seguir... Vou ver se tenho mais alguma planeada ou não.

Sobre o dia de hoje, não há muito mais a dizer... Lisboa ficou alagada de um momento para o outro, felizmente eu estava no abrigo da sala de cinema... x) Parecia que tinha acontecido um dilúvio enquanto lá estivemos. Mas voltámos todos bem e sequinhos.

E já estou de novo a cantarolar a música do pirata das caraíbas... xD Enfim, estou com a "Pirate Fever" xD

Cheers!! =D

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ontem não escrevi nada porque a única coisa fora do monótono que aconteceu foi eu ter comido duas pizzas ao almoço... Enfim... Hoje, a coisa andou mais ou menos. O almoço foi um bom caldo-verde, logo pela manhã tive teste de educação física e ao início da tarde tive uma das fichas de aula de matemática mais fáceis de sempre... x) Adoro sucessões :P Para quem ficou na dúvida as ditas "fichas de aula" são como que mini-testes, apenas sobre uma matéria que a minha stôra faz para consolidar aprendizagens e proporcionar uma oportunidade para subir um pouco (ou não) a nota. A mim correu-me bem e até fui dos primeiros a acabar.

Mas em Biologia, a aula a meio da tarde, tive a melhor surpresa da minha vida! O professor pôs-me a dar a aula, enquanto foi tratar de uns assuntos de primeira urgência. Não fui só eu, a minha "equipa de proto-professores" era composta pelo Tiago e pela Jéssica, uma amiga com quem me dou bem [Eu ela somos diferentes, mas compatíveis o suficiente para nunca ter havido problemas entre nós.]. Eu e ela apresentávamos os slides do powerpoint que o stôr nos proporcionou enquanto o Tiago ia passando o diapositivo. A turma é que não colaborou muito, até que o Dani mandou um berro daqueles resignados que só ele sabe fazer "Epá! Calem-se, se não tão atentos ao menos deixem ouvir quem quer aprender!". Mas enfim, lá conseguimos dar o que tínhamos a dar.

Não obstante estas situações que me agradaram, senti-me... Não muito bem comigo mesmo. É uma estupidez eu sentir-me assim... Ah, agora que me recordo, houve progressos com o Miguel... Bom, seguindo, em parte, um conselho do K., noutra parte, uma espontaneidade súbita, voltou a falar com ele. Estava cansado daquela situação... Por enquanto as coisas estão num bom rumo, veremos o que virá daqui para a frente. A partir daqui vai ser a apalpar terreno cuidadosamente. A propósito de ter voltado a falar com ele, um sentimento de saudade e inveja dominou-me o resto do dia quando me contou que ia passar a tarde na praia com o namorado dele... Lembrei-me do quando o K. gostava de poder estar na praia com o seu alguém especial, lembrei-me do quanto eu também gostava de poder fazer o mesmo. Lembrei-me de quanta distância nos separa, lembrei-me do quanto ele me disse que tinha medo de que eu não vivesse a minha vida em pleno por estar "preso" a esta relação. Pus a palavra entre aspas, porque não me sinto preso nesta relação, apenas sinto uma saudade enorme... Saudade, esse sentimento que encharca cada verso de um fado, que até chegou a dar nome a um... A Saudade e o desejo de poder estar com ele... É algo com que terei de aprender a viver, algo com que quero aprender a viver até ao dia em que esses sentimentos não passem de memórias do passado. Porque afinal de contas, é ele o rapaz que amo, e é com ele que eu quero estar... :)

Acho que por hoje, é tudo... Ah, amanhã o Tiago faz anos e vou à festa dele. Vamos ao cinema. Tenho falado também muito com a namorada dele, a Jú, que se tem mostrado como um grande apoio. Confiamos mutuamente um no outro sem reservas. Acho que ela é uma pessoa digna de confiança. x)

Cheers!! =D

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sintra

Sinto-me exausto! Fizemos o percurso queiroziano em Sintra, isto é, passamos pelos locais por onde passaram as personagens do livro Os Maias. Devo dizer que foi um passeio giro, e passámos em frente da Quinta da Regaleira, que me deixou nostálgico, já que é um dos meus sítios preferidos de Sintra. Aquela é de facto a vila romântica verde. Tantas recordações que tenho daqueles locais que, apesar de poucas vezes lá ter passado, os conheço bem, pois estão tal e qual como os deixara da última vez que lá estivera, precisamente quando fui ao parque de Monserrate, também um dos meus sítios prediletos e onde já sonhei até em trabalhar como guia. Estou a falar a sério! Se não conseguir seguir veterinária, é para lá que vou! x)

Enfim, o passeio foi agradável, sempre em boa companhia. Mas não pude deixar de pensar como seria passar ali algum tempo com o K. ... Caminhar por entre as árvores imponentes e antigas, sempre vigilantes com os seus longos e altos ramos cobertos de folhagem... Mas épico mesmo foi a parte final da visita. Depois de passarmos o arco de Seteais, fizemos como o guia pediu, olhámos para trás. E lá estava o pequeno descampado verde, emoldurado pelo arco de pedra clara antiga e trabalhada, tanto pelo homem como pelos elementos, numa pachorrenta imagem de entardecer sintrense. Ao longe, as árvores alinhadas manchavam de verde o pano de fundo. Mas era aquela serra majestosa, como dizia Eça, que dominava a cena, com os seus tons de violeta escuro repleto de manchas verdes, coroada, qual Rainha da Natureza, com o solitário Palácio, com as suas torres estendidas ao céu, quase tocando as nuvens, e aquelas cúpulas que resplandeciam ao Sol, refletindo os raios do astro-rei como se fossem cobertos de ouro valioso. Aquela imagem, essa sim, era mais valiosa do que ouro, digna de me ficar na mente. Sim, eu vejo da janela do meu quarto, a serra, entalada entre dois prédios, com o Palácio da Pena no topo, mas nada, nada, se compara à vista magnífica que proporcionava aquele quadro emoldurado a pedra antiga que por ali já vira passar tantos outros admirados tal como eu. E toda esta imagem, foi acompanhada de uma citação de Os Maias, proferida pelo guia com aquela sua voz maravilhosa de locutor de rádio, onde Eça descrevia pormenorizadamente esta esplendorosa magnificência. Eça de Queiroz usou palavras mais expressivas que as minhas claro, apesar de o meu discurso ter sido inspirado no excerto que ouvíamos. Mas tal como Eça viu à sua maneira aquela vista, também eu interpretei a paisagem à minha própria maneira. No entanto, algo é certo - ficar-me-á na memória, e servir-me-á de pretexto para lá voltar um dia. :)

E aqui fica para os mais curiosos, um retrato pobre daquilo que vi. Ao vivo, não se compara em nada à medíocre retratação de qualquer fotografia.

terça-feira, 24 de maio de 2011

I'm in a bad mood...

É raro eu estar de mau humor. O teste intermédio de matemática não me correu bem. É a primeira vez em muito tempo que um teste não me corre bem. E qual foi o problema? Distraí-me a gerir o meu tempo, já que não tinha o meu relógio tão amado que me foi dado pelos anos no pulso... Enfim... Mas essa é apenas uma das razões. Depois do teste, a Bia veio ter comigo. Perguntei-lhe como lhe tinha corrido o teste. Ela olhou-me. É estranho quando consigo perceber exatamente o que uma pessoa está a pensar apenas olhando-a nos olhos. Eu trinquei o lábio e suspirei de inquietação. Ela percebeu que eu tinha percebido e começou a chorar. Não lhe correra bem o teste. Mas eu sabia que algo mais estava errado. Detetei que havia outro motivo para ela estar ali comigo e não com o B., o namorado dela. Mas ela também percebeu isso, e informou-me que ela tinha acabado com ele.
- Quê?! - Perguntei. - Porquê?
- Estávamos a discutir, ele mandou-me para o c****o, eu dei-lhe uma chapada e ele bateu-me. E depois acabei com ele.
Eu fiquei estupefacto e mudei rapidamente de assunto, voltando ao teste, animando-a um pouco. Ela começou a queixar-se que já não ia seguir com matemática como queria, depois daquele teste.
- Oh, Bia, não sejas parva! - Argumentei. - Se deixasses de viver a tua vida por cada vez que ela te desse um obstáculo, nunca a viverias! Além disso, isto só te vai fazer forte e tentar ainda mais para o próximo.
Ela acabou por me dar razão. Mas na minha cabeça matutava o que ela me tinha contado sobre o B. Odeio, seriamente, odeio quando as pessoas usam a violência. Mas odeio ainda mais quando a usam em quem não merece! Fiquei enjoado com o tipo, digo desde já. E depois ainda me dizem que eu não tenho muitos motivos para não gostar dele, já que nem o conheço... Conheço-o bem demais, arriscaria dizer.
O dia foi um pouco assim... Quero dizer, continuei a rir com os meus colegas, por dentro, sentia-me desapontado e enraivecido. E de repente, sem saber bem como, senti-me perdido... Algo que já há muito não acontecia. Senti-me perdido. E não gosto de me sentir assim...
Enfim...

Cheers!! :)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

"E é amar-te assim, perdidamente..."

"... e é seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente"

Hoje acordei com esta música na cabeça, em sequência da última conversa que tive com o K.. Nessa conversa, consegui sentir o quanto ele se preocupa com o meu bem estar, ao ponto de às vezes se questionar se ele próprio é capaz de estar à altura de me fazer feliz. Eu diria que ele está muito além de me fazer feliz. A distância é um obstáculo, isso é certo, mas que desafios da ida não estão repletos desses obstáculos? Uns são mais difíceis, outros são mais facilmente ultrapassados, mas estão sempre presentes.
E como posso eu amar perdidamente alguém que está tão longe? Fui-me apaixonando aos poucos, pelo que ele escrevia e ainda escreve, pelo que ele me dizia... Pela forma como ele me fazia sorrir e finalmente pela forma como ele sorri. São as pequenas coisas que foram crescendo, sem o entrave da preocupação da beleza exterior ou inexistência dela na outra pessoa. Apaixonei-me pelo que de mais belo ele tem: o interior, o que ele tem dentro do seu coração. Aquela simpatia, aquele jeito de ser - amável, preocupado, inteligente, divertido. Nunca falha quando me quer fazer sorrir, até porque é algo que me está sempre a fazer. Claro, depois estive com ele. E se já me tinha apaixonado pelo interior, não demorou mais de um segundo a apaixonar-me por aquela figura alta, calma... Aquele sorriso e aqueles olhos que não me deixam a mente.
Se eu sou feliz com ele, apesar da distância? Como nunca fui. Se a distância às vezes me faz acordar com a saudade de o ter junto a mim? Certamente. Se não me importo de esperar um pouco mais por estar de novo com ele? É um baixo preço que tenho a pagar pelo que sinto quando estou com ele. Nada se compara àquele batimento rápido e forte do coração quando estou com ele, aquele sentimento de leveza no peito, como se tivéssemos voado para longe do mundo e só existíssemos nós os dois.

Se eu estaria melhor com alguém aqui perto de mim? Não me parece que fosse tão fácil encontrar alguém como ele na minha vida, não depois de ele me ter marcado de tal forma. E não, não sinto que esta relação me esteja a impedir de viver a minha vida, porque até agora nunca me tinha sentido tão vivo.

E é por isto que quero cantar a toda a gente, que és alma e sangue e vida em mim, e que te amo assim perdidamente :)

Cheers! =D

domingo, 22 de maio de 2011

Finalmente alguma paz...

Finalmente, consegui dormir descansado que nem uma pedra! E hoje assim que acordei fui ver o Paranormal Activity 2. Fiquei a perceber melhor alguns aspetos do primeiro filme mas, pessoalmente, prefiro o original. Enfim... Hoje é a maratona do cinema. A seguir, vou ver o Fame, um dos meus filmes de musicais preferido, logo a seguir ao Mamma Mia!, claro está... xD  E depois disso, verei os meus filmes preferidos de todos os tempos, aqueles a que consigo assistir vezes sem conta seguidas, aqueles filmes cuja história já quase de cor sei, mas que nunca me farto: Jurassic Park.

Desde pequeno que sou um nerd por dinossauros... Enfim... x) I like them :D

Cheers!! =D

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O Tiago

O namorado da Jú. Já mencionei de certo estes dois, porque me dou muito com eles. Mas o Tiago tem-me surpreendido imenso pela positiva. Bom, primeiro, foi quando a Jú lhe contou que eu sou gay e que tenho um namorado e ele reagiu bem. Depois foi o poder falar com ele à vontade sobre o assunto sem problemas. E hoje aconteceu algo. Um pequeno momento, que me fez sentir uma grande consideração por aquele rapaz. Uma consideração e um respeito que nunca pensei vir a nutrir por ele.
- Que pulseira é essa? - Perguntou um colega nosso.
Reparei pela primeira vez na pulseira amarela que ele trazia ao pulso.
- É do apoio à luta contra a homofobia e descriminação... - Respondeu.
Eu olhei para ele, surpreendido. Os nossos olhares por pouco não se cruzaram, mas se o tivessem feito, ele receberia uma expressão de gratidão e de encorajamento. A verdade é essa, nunca achei que ele fosse uma pessoa má, só pensei que ele fosse reservado em certos assuntos. Acho que eu caí nas generalizações de que me tanto queixo que a sociedade faz. E acabei a levar um aviso de alarme. Eu já lhe tinha dito que não esperava uma reação tão recetiva da parte dele, mas isto ultrapassou as minhas expetativas largamente. Acho que a atitude dele é realmente louvável e digna de ser tomada como exemplo por todos aqueles que acham que ser homossexual é algo retorcido e anormal. eu sou um rapaz como outro qualquer. De tal maneira que quando a Jú soube, ficou surpreendida. Porquê? Porque não há nada de anormal em mim, nem nada de retorcido, apenas por ser gay. Aliás, a minha orientação sexual não define quem eu sou, a minha personalidade é que o faz. Não deixo de ser bom nem menos bom apenas por gostar de rapazes (e amar um em particular ;P). Só me entristece que haja muito mais gente que não concorda com isso do que gente como o Tiago...

Mas espero que isso mude um dia.

Cheers!! =D

Sleep!! Please Just Fall Asleep!!

É o que não tenho conseguido fazer: adormecer. Pelo menos não durante estes dois dias. Ontem até vim para casa mais cedo... Adormeci durante 15 minutos e senti-me melhor. Hoje, tal como ontem, só consegui adormecer depois da uma e acordei às três. Sei que adormeci durante uns momentos, porque sonhei (com motas... É uma das coisas que pouca gente sabe, mas eu adorava ter uma mota... xD provavelmente matar-me-ia, mas ao menos conheceria a diversão de andar numa). Mas acordei por volta das três e meia. Desde aí, tentei adormecer, mas nada! Acordaram os meus pais às sete e eu ainda ali, sem ter dormido... Tive de me levantar para ir para as aulas... Foi então que senti a cabeça parecia explodir, e doíam-me todas as articulações e músculos do corpo. Fui tomar um ben-u-ron, para as enxaquecas, e acabei por voltar a deitar-me. Aí adormeci que nem uma pedra, tal era o meu estado. Acordei às onze. Já me sentia melhor... Mas tive de faltar às aulas da manhã, enfim... É raro isto acontecer-me, apesar de eu ter o sono leve, consigo descansar. Mas hoje foi mesmo terrível... Ainda por cima vou ter as disciplinas de núcleo: Matemática A, Biologia e Geologia, e Física e Química A... "A" de "Ajudem-me-por-favor"! :C

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Rei Leão

É o filme de animação da minha infância, da minha vida. é o meu preferido de todo o sempre. Não, ele está num pódio especial. O Rei Leão é o filme de animação. Ponto final. Quando era novo, eu tinha um livro. Aqueles livros de cartão, que são adaptações resumidas do filme? As pessoas pediam-me para contar a história. E parecia que eu estava a ler! Mas sabem o que realmente acontecia? Eu já tinha ouvido os meus pais contarem-me aquela história tantas vezes, que eu já sabia o que é que eles contavam em cada imagem de cada página do livro! Ou seja, eu estava na realidade a citar a história de cor, orientando-me pela imagem que aparecia. E é no Rei Leão que encontro as mais carismáticas personagens que mais me marcam. O Simba, com a sua preocupação em ajudar as Leoas ao ver o estado degradado em que elas viviam, o Timon e o Pumba, com o seu lema despreocupado e sem problemas do Hakuna Matata, a diversão que me causava o riso estridente das três hienas. E nunca, nunca esquecerei, o temor que Scar me provocava, ou os calafrios que Zira me incutia na espinha. E eles tornaram-se os meus vilões preferidos. Até mesmo as minhas personagens preferidas no filme. Afinal, são elas que representam os monstros que se escondem debaixo da cama. Agora, para mim, representam também os monstros que se escondem dentro de mim, que eu aprisiono numa jaula de ossos, tal como Scar fez ao pobre Zazu. Enfim. É o filme da minha vida. 

E aqui está uma das minhas falas preferidas do Scar, onde ele consegue ser, ao mesmo tempo, sádico e cómico:

I just… LOVE SCAR

xD
- És tão estranho.
- Tu nem sabes quanto...
E uma homenagem aos meus dois vilões preferidos, em português e inglês: P.S.: A do Scar sei a letra em Inglês, Português e Francês ;D
SCAR - PREPARADOS / BE PREPARED [em português, a voz de Scar é dada por Rogério Samora]


ZIRA - HEI-DE ME VINGAR / MY LULLABY (em português, a voz e Zira é dada por Simone de Oliveira)


A parte mais engraçada sabem qual é? É que este filme foi lançado por cá no meu ano de nascimento x) Isso só faz dele ainda mais o filme da minha vida: já me acompanha "desde o dia em que ao mundo chegamos", tal como diz o primeiro verso da música "Ciclo Sem Fim" ("The Circle of Life"), a introdução do filme... Enfim, bons tempos... Dá-me vontade de rever... acho que vou buscar o DVD xD

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ele hoje ligou-me. Soube tão bem voltar a ouvir a sua voz... O meu coração batia desenfreadamente, e eu só conseguia olhar, sonhador, pela janela, imaginando-o junto a mim. Quando desligamos, depois de o ouvir dizer que me ama, e de lhe ter dito o mesmo, sentei-me na cama, a olhar para o tecto, relembrando a tarde que passámos juntos. Quero tanto voltar a fazê-lo... Estar com ele, é o tópico no topo da minha lista de desejos, é tudo o que quero neste momento.

A Jú quis logo que lhe contasse como é que correu. Sim, ela e o namorado já sabem acerca de mim. Eles são um casal surpreendente, e apoiam-me imenso. Até mesmo o Tiago, que eu pensei que me ia tratar de forma diferente, me surpreendeu, porque aceitou tão bem. Aliás, ele até ficou curioso com a situação. É bom saber que tenho amigos assim, que demonstram que são isso mesmo - amigos. A melhor parte é que eu sou a vela oficial deles os dois, porque passo imenso tempo com eles. Bom, costumo passar mais tempo com ela do que com o Tiago, mas ultimamente tenho sentido uma aproximação, provavelmente devido à curiosidade que ele sente em relação ao facto de eu ser gay. Hoje aconteceu um episódio engraçado. Eu estava a comentar isso de eu ser a vela deles, enquanto eles caminhavam de mãos dadas, quando a Jú me sai com uma "oh, queres que eu te dê a mão também, é?". Ela ofereceu-me a mão e eu correspondi, rindo. O Tiago, fingidamente, olhou para mim com uma cara ciumenta, com o olhar do tigre. Eu larguei a mão da Jú e, rindo, comento "Está descansado, que ela não faz o meu género!". Ele sorriu, agitando a cabeça como que dizendo "tirem-me deste filme" e eu e a Jú desatámos a rir. Sabe bem poder ser eu mesmo junto a eles... Enfim. é o que eu chamo "amizade".

Cheers!! =D