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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013

Parece que afinal sempre sobrevivemos ao fim do mundo, supostamente agendado para dia 21 de Dezembro. Felizmente, acho que ainda estamos todos bem vivos. Estes últimos dias de Dezembro têm sido bem passados, preguiçosos sem fazer nada de jeito, se bem que agora que a época dos exames está a começar, tenho de me aplicar mais nisso.

Ora, no dia 23 fui de viagem para o norte, para casa dos meus avós maternos, para passar o Natal. Desta vez a consoada foi passada em casa da minha madrinha, entre a família, lá passámos o tempo até à meia noite a jogar cartas, depois de termos voltado de uma visita a casa dos sogros da minha Prima. (Não sei se quero recordar o facto de que o cão da minha prima me tentou trepar as pernas e não, não digo isto no sentido literal, infelizmente...). Lá ensinei a minha prima a jogar um jogo de cartas, para variar, uma vez que conheço muito poucos e normalmente ocorre o oposto - é ela a ensinar-me a mim. Acabei também a ensinar os meus pais a jogar. Entretnato chegou o momento de abrir as prendas, e depois de ir para casa. Devo dizer que aguientei até pouco tarde este ano no natal... Era uma da manhã e estava já a sonhar na minha caminha bem quente e confortável. Bom, pelo meno este ano o inverno lá não foi tão frio como de costume.

Voltei no dia 26 de manhã, e no dia 27 de manhã, estava já de caminho para o Algarve, para passar três dias com o Elijah. Bem que estavamos a precisar, depois do stress que passámos... Devo dizer que adorei lá estar, como sempre, afinal de contas, nem sempre tenho a possibilidade de poder celebrar um ano e meio de namoro com a minha cara metade (principalmente pelo facto de só ocorrer uma vez numa vida inteira, mas pormenores à parte... Lol). E ele até me ensinou um jogo novo (e ganhei a primeira ronda, mas ainda desconfio que foi mesmo sorte de principiante porque perdi os restantes que fizemos). Deuses, o ensopado de Javali que a mãe do Elijah fez estava mesmo saboroso! Há anos que não comia javali, e deixei o meu pai cheio de inveja, uma vez que ele também gosta bastante de carne de Javali, e até foi ele que me introduziu ao dito petisco. E assim se passaram os dias 27, 28 e 29, sempre na presença de uma das pessoas mais importantes da minha vida (arrisoc mesmo a dizer a mais importante). É... O amor tem destas coisas. Custou  voltar a casa... é sempre uma experi~encia agri-doce, porque, por um lado, não o posso ter bem junto a mim, mas por outro, afinal de contas, sempre estoua  voltar a casa, e isso é algo que nunca é completamente mau para mim.

E finalmente, a passagem de ano. Normalmente passamos o final de ano com a família, mas este ano foi diferente. Fomos passa a casa de uma amiga dos meus pais, a Ana. Devo dizer que adorei a experiência. Só para ter noção, quase que nos passava a meia noite ao lado, tão distraidos que estávamos, e nem demos pelas cinco da manhã chegarem. Mas voltando ao início da noite, houve entradas, comida self-service, e sobremesas bem saborosas. Pouco antes da meia noite fizemos uma coisa que achei bastante interessante. Foi dado a cada convidado uma ciaxinha com uma vela e um papelinho com uma mensagem escrita, que nos faria reflectir (de notar que as caixas foram escolhidas aleatoriamente). Um a um, lemos a mensagem que nos calhou em voz alta, acendiamos a vela e colocávamo-la a boiar numa tina de água que tinha uma vela maior no meio. Foi um efeito giro e devo dizer que realmente as mensagens que calharam às pessoas, geralmente, eram bastante relevantes. Claro que não vou dizer a minha, isso é algo que é para ficar naquela sala (principalmente pelo facto de parecer que até há uma força invisivel a repreender-me por não estudar e não me aplicar... Já não me chagavam os meus pais e o Elijah, hum? Acho que realmente se calhar é melhor começar a pensar nisso... enfim!). Depois disso, chegou a meia noite, e conversou-se acerca dos (leia-se gozou-se com os) concorrentes da Casa dos Segredos. E juro, aquela gente é de partir o coco a rir, ora vejam algumas das conversas que aconteceram durante a noite...

*Ao ver a Casa os Segredos, onde se estava a apelar à memória dos concorrentes acerca das regras que eles tinham dito que seguiam para jogar e ganhar*

F (uma das convidadas): *com sotaque nortenho, óbvia sátira à origem dos concorrentes, comentando o facto das concorrentes estarem a ter dificuldades em lembrar-se do que tinham dito.* Estas gajas pá, só cilicone... Têm cá umas memórias...
N (um dos convidados: Sim, realmente, têm uma 'mamórias', deixa que te diga!

*Mais tarde, quando se passou pela MTV para dar alguma música, e começa a dar a Boyfriend do Justin Bieber*

N: Epah, este gajo ficava muita bem era com uma bala na testa.
S (um outro convidado): É o Justin Biberão

*Já depois da meia noite, quano estávamos a escolher as músicas para cantármos no karaoke e passámos por uma música dos Jonas Brothers*
N: Epah, estes gajos são um espetáculo!
F: Achas?
N: Epah, yah é pena é respirarem.

Portanto, podem ver, esta gente é de partir o côco a rir, e sim, até pode ter sido à custa de outras pessoas, mas caramba, a espontaneadade com que estas frases saltavam da boca deles era mesmo de fazer rir o mais macambúzio.


Portanto, depois da meia-noite, cantámos karaoke, a seguir jogámos buzz e finalmente terminámos a noite a jogar cartas. Ensinaram-me um novo jogo e devo dizer, se eu já achava que eles eram umas hilariantes peças, então depois do jogo fiquei sem dúvidas. Acho que nunca me ri tanto com um jogo de cartas na minha vida. As horas foram passando, e acabámos a ver o Rei Leão, por volta das 5 da manhã. Não chegámos sequer à minha parte preferida, em que o Scar canta a sua musiquinha, porque o objetivo não era fazer uma direta, e portanto, ás 5, os que não iam ficar a dormir em casa da Ana, foram todos para casa, incluindo eu, os meus pais e os meus irmãos. Só me deitei ás seis da manhã! Hum, parece que compensei o facto de me ter deitaco "cedo" na noite de consoada, não é? Enfim, foi uma boa passsagem de ano. Ah, e quase me esqucia! Algures entre jogar Karaoke e Buzz (este último jogo tendo eu ganho, ae até vencido o N, que pelos vistos era o mestre do jogo, apesar do seu daltonismo), escrevemos as nossas resoluções de Ano Novo. Com dificuldade, lá me lembrei de 5. Espero conseguir cumprir...

Enfim, agora que já dei notícias acerca do que tenho andado a fazer nestes últimos tempos, desejo um bom 2013, cheio de sorte e acima de tudo saúde.

Cheers!! =D

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pedaço de Terra Meu

Afinal, não fomos ao norte. O carro deu problemas, e nem vinte minutos andámos. Já voltámos, o carro foi rebocado, e um táxi foi chamado. Mas já disse à mãe que não queria lá ir. Porquê? Porque os meus avós têm mais facilidade em vir cá do que nós lá, e, no entanto, depois é o que se vê. A defesa da minha mãe? "Mas sabes como é... Eles têm lá o quintal e..." Eu interrompi-a. "Não vás por aí, que eu também cá tenho tudo em Lisboa e não é isso que me impede de lá ir.". Acabei por soltar no ar aquela do "para eles, um pedaço de terra tem mais importância que vir visitar a família." Isso revolta-me. Sim, já cá passaram uma temporada, os meus avós... Apenas porque o meu avó precisava de fazer uma operação num médico de boa qualidade. Sim, afinal, eles acabam por cá vir apenas devido a pensamentos auto-centrados como esses... Nunca cá vêm porque simplesmente pensaram "mhm, apetece-me ir visitar a filha e os netos...". Nop, vieram cá porque "Preciso de um doutor que me ponha bom num instante para poder voltar a ir para o quintal.". E a minha mãe continua a fazer-lhes a vontadinha cómoda. Eu? Já não vou ficar mais calado. Sim, já chateei a minha mãe. Não vou lá. Porque haveria eu de ir visitar um par de pessoas que, para além de não terem tido muito partido na minha educação (nem da minha mãe, já que ela e a irmã foram criadas pela minha bisavó) e que, além do mais, a desculpa que dão para não irem lá é que têm de plantar meia dúzia de couves e uma mão cheia de batatas? Essa é uma das razões pelas quais eu não vou lá. As outras? Primeiro, o calor é de tal forma insuportável que nem dá para sair à rua, logo precisamente no único sítio onde posso sair sempre que quero e bem me apetece, para onde quero e bem me apetece. Depois? Tenho muito pouco com que me entreter por lá (já que não posso sair por causa do calor, capito?). Gosto de lá ir, a sério que sim! Mas quando o tempo está ameno, por alturas da Páscoa... Quero dizer, no natal, tenho duas escolhas, ou fico em casa em frente à lareira e os olhos me incham que nem balões (sou alérgico ao fumo), ou então fico no meu quarto onde morro enregelado. Sair à rua no Inverno? Até saia, se não fosse o frio extremo que me obriga a ir encasacado... E claro, tenho de voltar para dentro, ou arrisco-me a ficar sem a ponta dos dedos... No verão? nem preciso de estar a mexer-me para soar que nem um porco, debaixo do calor abrasador (que pelos vistos lá faz neste momento). Agora, eles? Não vêm cá porque tem de cuidar do quintal... é sempre bom saber que eles olham para a família como uma prioridade secundária em relação a um pedaço de terra... 

A minha mãe insiste que, assim que arranjarmos carro (possivelmente amanhã) lá vamos. Eu e o meu irmão recusamo-nos. E é como digo, cansei-me de ficar calado. Esta situação já se arrasta à demasiado tempo. A parte que mais me põe fulo? É que a minha mãe os defende exactamente com o argumento que me tira toda a  vontade de lá ir.

Porque se eu tivesse um pedaço de terra meu, ele não viria primeiro que os meus filhos e netos.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ausente

Pelo menos até ao fim da semana... Amanhá vou para o norte. O casamento da Prima P. é já no Sábado!

Eu e ela sempre fomos muito unidos e, apesar de ela ser uma década mais velha do que eu, sempre soube como ser criança. Pregávamos partidas ao mano, brincávamos juntos, até inventávamos músicas que se encaixassem em vários momentos. a música que mais ficou, foi depois de o mano ter entornado um iogurte, pouco depois de eu ter entornado um pouco de leite. O mano disse logo: "hey, pelo menos não sou o único!". A minha prima responde cantando, improvisando por entre risos: "Não, não sou o único, não sou o único... a sujar o chão" e eu continuo, na onda de improviso: "e quando as nódoas saírem, vais ver o chão brilhará, o chão brilhará!". e lembro-me de outro episódio... Quando em novo, o mano tinha muito a mania de correr à frente, quase a sair da nossa vista... Um dia, a andarmos pela aldeia, a caminho de casa dos avós, ele fez isso. A Prima P. chamou-o várias vezes, mas ele continuava a desafiá-la. Quando ele vira costas e corre ao longo da rua, a Prima toca-me no braço e diz: "Vamos por aqui, que ele já vê o que é bom para a tosse." e viou para uma ruela à direita. A rua subia, depois alargava e descia, comunicando com o fim da rua por onde o meu irmão tinha corrido. Ainda antes de fazermos a última curva, já o ouvíamos chorar, a chamar pelos nossos nomes. "É para aprenderes a ficares aqui ao pé, seu malandro!" repreendeu a Prima. Se foi um pouco duro...? Eu não diria. O mano nunca mais voltou a fazer aquilo.

E agora ela vai casar... Mas espero que nunca se esqueça de ser aquela criança que tanto a define. Claro, ela consegue ser séria quando necessário, mas tem sempre aquele toque de humor que, quando damos por ela, nos está a baralhar com o seu sarcasmo jocoso.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sem palavras

Acordei assim, sem palavras. Estou decidido e determinado a fazer uma coisa...

Bom, ontem, o projeto que eu e o Elijah temos em mente começou a tomar forma. Está para breve a grande revelação ;)

E isso fez-me pensar imenso... Eu estou a assumir um compromisso sério com o Elijah. Se me sinto capaz de fazer tudo como deve de ser? Não, acho que há a possibilidade de cometer algum erro. Mas sei que isto que estou a viver não é um erro. E pensando em assumir... Tomei uma decisão. É possível que, dentro de pouco tempo, vá a casa da Avó L. e do Avô A. A Avó L. tem estado muito presente na minha vida e tenho um carinho muito grande por ela. Foi ela que tomou conta de mim desde os primeiros meses até aos primeiros passos na escola. Foi ela que me ensinou muita coisa - trabalhos manuais, a ler!... Gosto imenso de passar tempo lá em casa, porque sei sempre que ela acaba por contar histórias do seu tempo de jovem ou, como há pouco tempo aconteceu, mostrar fotografias antigas onde o pai está igualzinho a mim, o primo D. igualzinho ao pai dele, o Padrinho, e a Prima M., irmã do primo D, igualzinha à irmã do pai e do Padrinho, a Tia M.

Eu já falei da tia M.? Acho que sim, já mencionei no blogue que ela é uma pessoa de mente aberta, engenhosa, com um sentido de humor gigantesco!! E sempre, sempre me dei bem com ela. Aliás, a primeira coisa que fazia depois de cumprimentar a Avó L. quando chegava a casa era perguntar pela Tia M. Ora, esta conversa toda não vem sem propósito! A decisão que tomei tem a ver exatamente com a Tia M., comigo, e com o Elijah. Como eu dizia, deve estar para breve o dia em que lá voltarei a casa da Avó L., onde também ainda mora a Tia M.. O que vou fazer é o seguinte: vou pedir à Tia M. que venha comigo dar uma volta, porque há algo que lhe quero contar, apenas a ela. E depois, falar-lhe-ei no Elijah.

Eu sei que ela não tem problema nenhum com a homossexualidade, aliás, ela até já o disse em alto e bom som, e ainda me recordo da piada que ela disse: "Ora, não é que eu queira estar a ver na rua dois rapazes aos beijos, assim como também não tenho interesse em ver um casal hetero a partilhar saliva em plena via pública... Mas se é para ver duas pessoas do mesmo sexo juntas, êpá, prefiro ver dois homens, porque duas mulheres? *choca as palmas das mãos várias vezes, mantendo os dedos unidos e as mão abertas* Duas mulheres...? Não acho piada... Epá, não encaixa!!". Nada contra as meninas que gostem de outras meninas, mas têm de admitir que ela, pelo menos, deu uma boa razão para dizer porque é que não gosta! LOL Não é porque Deus não gosta, nem é porque faz delas más pessoas, é só porque "não encaixam" uma na outra! xP (Sei perfeitamente que há brinquedos sexuais para resolver esse problema, mas a piada está lá!).

E pronto, foi isso que decidi. Se estou farto de viver perante a minha família e amigos atrás das aparências, terei de tomar um passo em frente para mudar, de forma gradual, essa situação. :)

Cheers!! =D 

domingo, 26 de junho de 2011

24/06/2011

[Manhã]
Não acordei muito cedo, para dizer a verdade. A madrinha foi quem me tirou do sono, anunciando que trouxera camisolas para eu e o mano vermos e experimentarmos. Devo dizer que adorei as t-shirts que ela trouxe!

Depois disso fui para a sala escrever um pouco... Tive uns sonhos um bocado estranhos... Levantei-me com a vontade de ir para o computador, mas o pai não está em casa e não sei onde estão os portáteis...

Na verdade, agora estou ansioso. Não sei a que horas - nem mesmo se ele vai fazê-lo - é que o meu ídolo me envia uma sms para eu lhe ligar. Será que vou conseguir que ele aceda ao meu pedido que eu lhe ando a fazer já há algum tempo...? Eu gostava de manter o meu nome, Elijah, por isso, por favor!!? haha. Logo à noite volto a escrever o que se passou durante o dia. Estou agora a escrever enquanto tenho as coisas frescas na cabeça. Ah! O J.T. ligou-me a perguntar se eu queria ir dar uma volta com ele. LOL. Respondi-lhe "Só se me quiseres vir buscar ao Norte, que eu não estou em Sintra, rapaz haha". Oh! A avó A. está a chamar para ir comer - batatas fritas!!

[Tarde]
voltei agora a casa. fui com os pais, o mano e a madrinha à Guarda. O pai comprou um fato para o casamento da prima P, e a mãe comprou um vestido.

Como combinado, o Elijah enviou-me uma sms a dizer que eu lhe podia ligar naquele momento. Assim que consegui afastar a abelha do mano e arranjar um sítio sossegado longe do pessoal, lá lhe liguei. Como sempre, fiquei nervoso, a tropecar um pouco nas palavras. ainda lhe tive de ligar mais umas vezes - primeiro só o consegui ouvir dizer "olá" antes de a chamada ir abaixo e, mais tarde, o ecrã tátil (que odeio seriamente) tornou-se uma desvantagem quando o encostei à cara...

A conversa não fui muito longa e tive de desligar para não gastar muito dinheiro. Por alturas do final da conversa, fiquei um bocadinho perdido com o som da sua voz (LOL?)... Lembro-me perfeitamente de conseguir descrever a voz do K. -calma, que transparece uma atitude ponderada sobre as coisas... -, mas a do Elijah? Nosso Senhor, que fiquei sem palavras para descrever aquela voz tão agradável ao meu ouvido.

Para que conste, odeio a letra com que estou a escrever neste caderno... tenho de a pôr toda em itálico e quase impercetivél para proteger o conteúdo deste texto de olhares curioso.

Já estou a divagar, mas enfim... Tenho de ir. À noite vamos às festas de S. João, cá na Aldeia... Mas não estou com vontade nenhuma de ir...

23/06/2011

[Nota, vou transcrever literalmente e sem suprimir nada do que escrevi no caderno que levei comigo para o norte.]

A viagem, apesar de se ter iniciado tarde, até se fez mais ou menos. Adormeci durante o caminho quase todo, e acabei a acordar entorpecido como nunca.. O resto do dia foi passado a dormir, desta vez numa cama, para recuperar da viagem, e um pouco do sono "perdido" na direta de ontem/hoje... Para ser sincero, não me arrependo nada de ter passado a noite numa conversa tão animada e com companhia deveras agradável.

Quando os meus pais souberam que eu fiz uma direta, quiseram saber o que é que eu tinha andado a fazer durante a noite. Num momento de "pânico", acabei a dizer que tinha estado a jogar... Acho que não seria muito boa ideia desabafar sobre a minha orientação sexual aos meus pais quando o pai teria 4 horas de viagem pela frente... Mas depois disso... Senti-me um bocado mal para com o Elijah, uma vez que foi com ele que estive a falar. Senti que estava  desvalorizar o momento, o que não tem nada a ver com o que eu queria fazer na realidade... Enfim...

Andei um pouco pelo quintal, onde encontrei inspiração para escrever um pouco. E, antes mesmo de escrever este texto, estive ainda com um pequeno surto de inspiração. [ Foi aqui, neste momento que escrevi algo inspirado no Elijah. Lembras-te de te ter falado nisso? ;)]

A avó A. foi deitar-se. Estou agora sozinho na sala e suspiro... Tenho esperanças que o que disseste seja verdade, Elijah, fosse verdade... Encontrar aqui o amor... Mas tenho medo disso... Sinto-me diferente, não sei explicar... Melancólico... Agora viria a calhar uma daquelas piadas de bombeiros a apagar fogos, hun? haha.

Enfim... Vou deitar-me. Apesar de ter dormido durante o dia sinto-me cansadíssimo...

Cheers! =D

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Back for a moment

Na verdade, nunca cheguei a sair... Fiz uma direta e arrastei o meu ídolo comigo! Foi a primeira direta dele! Eu já ando a estragar o rapaz, coitado... (Rapaz, como quem diz, o mio caro é mais de um mês mais velho que eu... haha).

Enfim, é hoje que vou para o norte... A vontade é pouca, mas será que conseguirei convencer o meu ídolo a aceder ao meu pedido? Please? haha.

Não há muito a dizer, ainda tenho uma viagem de carro pela frente, uns bons dias que hei-de aproveitar como fonte de inspiração... (deveria ser de estudo... Mas por mais que eu queira estudar para química, meu Deus, não consigo...).

Lá vamos para o meio das galinhas, porcos, coelhos, cães, gatos, patos, frangos... Não é que eu tenha nojo da bicharada e da terra, pelo contrário! Mas os avós nunca cá vêm, e depois queixam-se que nós (Sim, nós que não estamos reformados e temos escola/trabalho) só lá vamos muito de vez em quando... Enfim. O pai e a mãe passam paninhos quentes e eu, digo a única coisa que consigo dizer nestas situação, virando-me para os queridos ABBA: "The judges will decide, the likes of my abide"...

Mas pronto, parto dentro de horas para a Guarda (Já não digo para o Norte por causa de tu sabes bem quem... xD), e aqui ao blogue muito dificilmente virei... Mas se quiserem alguma coisa, basta mandaram um e-mail! x)

Cheers!! =D

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Uma tarde de Culinária...

Yap. Tive visitas cá em casa. A mãe queria fazer queques, mas segundo as superstições dela, de uma mulher toca nas receitas nos dias em que "o Benfica joga em casa", a massa não sai bem. Resultado? Acabei eu a fazer os queques. A mãe este lá a supervisionar, mas quem os fez fui mesmo eu... Enfim. Felizmente fizeram sucesso, que desapareceram todos em três tempos. A Tia até me deu uma dica: pôr um bocado de chocolate negro no meio de cada queque antes de levar a massa ao forno. Da próxima vez que fizer, já sei como eles vão ficar bons, e como eu gosto hehe.

Depois do lanche, fomos jantar a casa dos meus avós. Conversámos de tudo um pouco, eu, os avós e a tia. Principalmente de alimentos que ajudam a preservar a memória... Já não me lembro de quais eram... LOL acho que estou mesmo a precisar... Só me recordo dos Bróculos e do Chocolate x)

Era para ter ido dar um passeio a Sintra com o Miguel... Mas parece que esses planos tiveram de ser adiados. No entanto, amanhã, ele vem cá a minha casa outra vez, e já podemos estar juntos x) Vamos fazer o tal programa de ver o filme, comer pipocas... E qualquer coisa mais... hehe, mas isso é outra história!

Cheers!! =D