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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Sempre adorei isto...

Yep, sempre adorei os anúncios publicitários da IKEA, e sempre adorei lá ir (faz-me dar asas à imaginação e imaginar como seria a minha casa perfeita...). Mas isto, tirado daqui e vindo daqui, é de qualidade superior...


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Falando em Inconstante?

Pois.... Hoje acordei com bom humor... Uma vontade terrível de saltar pela casa a gritar aos céus, sei lá, um Eye of the Tiger ou Another One Bites The Dust. Dados os acontecimentos dos dois últimos dias, acho que a ordem cronológica do meu organismo me está a pregar partidas. Ontem tinha muito mais razões para acordar de bom humor do que hoje!

Mas enfim... Tomei a decisão de não me preocupar demasiado com certas coisas até elas acontecerem. Claro, isso não inclui os exames. Quando penso que amanhã tenho um, dou em doido... Mas enfim.

Digam adeus! ao James depressivo! Não quero voltar aquele buraco escuro. Não vale a pena para ninguém... E o pai já me carregou o meu telemóvel, o que significa que já vou poder falar com uma quantidade desmesurável de gente sem ter de sair da secretária de trabalho. (Tenho uma para o computador e outra na outra ponta do quarto, virada de costas para a vil máquina... É uma forma fácil de não haver tentações... No entanto, acabo sempre a fazer os trabalhos em frente ao computador...)

Falando em razões para estar feliz... Tive um série de sonhos muito estúpidos, que incluíam a série Glee onde também entrava a minha stôra de Educação Física e o meu colega do lado, o Gui. Depois sonhei com morar na rua, e depois numa casa pequena cheia de tralha onde, vá-se lá saber porquê, o telefone fixo servia de antena da TV... E depois, depois sonhei com algo que... Bom, não fez sentido, ou até fez... Sim, pensando bem no que aconteceu, fez sentido. Foi um sonho um bocado explícito que quero guardar para mim devido aos intervenientes, mas pronto...

Enfim, o que importa é que não estou com paciência para me tornar alguém tristonho, como era quando comecei a escrever o Blogue. Eu agora sinto-me bem com a minha orientação sexual, já não olho para ela como uma espécie de maldição, apesar de ter certas limitações na facilidade com que falo nisso e a quem falo nisso; até agora todos os amigos a quem tenho contado têm aceite muito bem; e tenho pessoas na minha vida realmente preocupadas com a forma como me sinto. Que mais posso pedir? Não ter cometido os erros que cometi. Mas a única coisa que tenho a fazer é seguir em frente, aprender com eles, compensar o mal que fiz. Afinal de contas, errar é mesmo parte da natureza humana e eu também sou humano, também tenho direito à minha quota-parte de erros a cometer. Mas uma coisa é certa - andar a desesperar pelos cantos da casa não é solução para resolver os problemas.

Agora que tenho sms grátis de novo, o primeiro nome que me aparece na lista é o dele... Tenho de lhe contar... Enfim, veremos como corre... Provavelmente o melhor é contar amanhã? Não sei. Já estou como o outro "Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje...". Neste caso é mesmo o que devo fazer hoje...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Gleek

Yap, sou um orgulhoso Gleek. Reconheço perfeitamente as vozes de todos. Hoje, não sei porquê, e apesar de estar um dia da treta, acordei bem disposto. Anormalmente bem disposto, sim, dadas as circunstâncias... Mas já desperdicei demasiado tempo da minha vida a viver amargurado, não quero, nem vou, voltar para aquele canto escuro em que me encontrava antes de o conhecer, porque, apesar de tudo, continuo a conhecê-lo e a ser amigo dele. De manhã, a caminho da escola, liguei o mp4. Aleatoriamente escolhi a pasta das músicas cantadas pelo elenco do Glee. A primeira que me veio aos ouvidos foi a Rolling In The Deep. Passei à frente. Não queria que a música me estragasse o humor (se bem que acabei por tirar a prova dos nove - cantei-a durante a tarde inteira e não me deu cabo do humor... LOL).

Quando dei por mim, estava a dançar, em plena rua, ao som da Loser Like Me, umas das canções originais da série. Ainda me lembro, mesmo na parte do "Hey, you over there, keep the 'L' up in the air" atirei com os braços ao ar, agitando-os ao ritmo da música. E pensam que a loucura acabou por aí? Não! A seguir veio a Forget You cantada pela Gwyneth Paltrow, a atriz que interpreta uma das minhas personagens preferidas da séria. E lá andava eu a abanar a cabeça ao som do "Yeah I'm sorry I can't afford a Ferrari, but that don't mean I can get you there. I guess she's na Xbox, and I'm more Atari, but the way you play your game ain't fair. I see you driving around town with the guy I love, and I'm like - Forget You!"

E depois cheguei à zona mais mexida cá da cidade, por isso contive os meus impulsos doidos. Enfim... Tenho de aproveitar o bom humor enquanto ele dura, não?! Ás vezes sinto-me mal por estar assim. Fico a pensar que devo parecer um insensível que acabou à pouco tempo um namoro e que já está assim com o humor em alta. Mas é como digo. Já passei demasiado tempo a amargurar, ainda por cima, não faria sentido para fim fazê-lo devido a algo que me soube tão bem partilhar com o K., mas que ainda tem um futuro, apesar de diferente daquele que eu imaginava.

Algo me diz é que ele não está a levar as coisas tão bem quanto eu... Mas cá estarei para oferecer o meu ombro amigo se ele precisar, e a quem precisar.

Cheers! =D 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Rei Leão

É o filme de animação da minha infância, da minha vida. é o meu preferido de todo o sempre. Não, ele está num pódio especial. O Rei Leão é o filme de animação. Ponto final. Quando era novo, eu tinha um livro. Aqueles livros de cartão, que são adaptações resumidas do filme? As pessoas pediam-me para contar a história. E parecia que eu estava a ler! Mas sabem o que realmente acontecia? Eu já tinha ouvido os meus pais contarem-me aquela história tantas vezes, que eu já sabia o que é que eles contavam em cada imagem de cada página do livro! Ou seja, eu estava na realidade a citar a história de cor, orientando-me pela imagem que aparecia. E é no Rei Leão que encontro as mais carismáticas personagens que mais me marcam. O Simba, com a sua preocupação em ajudar as Leoas ao ver o estado degradado em que elas viviam, o Timon e o Pumba, com o seu lema despreocupado e sem problemas do Hakuna Matata, a diversão que me causava o riso estridente das três hienas. E nunca, nunca esquecerei, o temor que Scar me provocava, ou os calafrios que Zira me incutia na espinha. E eles tornaram-se os meus vilões preferidos. Até mesmo as minhas personagens preferidas no filme. Afinal, são elas que representam os monstros que se escondem debaixo da cama. Agora, para mim, representam também os monstros que se escondem dentro de mim, que eu aprisiono numa jaula de ossos, tal como Scar fez ao pobre Zazu. Enfim. É o filme da minha vida. 

E aqui está uma das minhas falas preferidas do Scar, onde ele consegue ser, ao mesmo tempo, sádico e cómico:

I just… LOVE SCAR

xD
- És tão estranho.
- Tu nem sabes quanto...
E uma homenagem aos meus dois vilões preferidos, em português e inglês: P.S.: A do Scar sei a letra em Inglês, Português e Francês ;D
SCAR - PREPARADOS / BE PREPARED [em português, a voz de Scar é dada por Rogério Samora]


ZIRA - HEI-DE ME VINGAR / MY LULLABY (em português, a voz e Zira é dada por Simone de Oliveira)


A parte mais engraçada sabem qual é? É que este filme foi lançado por cá no meu ano de nascimento x) Isso só faz dele ainda mais o filme da minha vida: já me acompanha "desde o dia em que ao mundo chegamos", tal como diz o primeiro verso da música "Ciclo Sem Fim" ("The Circle of Life"), a introdução do filme... Enfim, bons tempos... Dá-me vontade de rever... acho que vou buscar o DVD xD

sexta-feira, 15 de abril de 2011

The Corpse Bride

The Corpse Bride [A Noiva Cadáver, em português], é um dos meus filmes de animação preferidos. E não é por acaso que recebeu prémios nessa categoria. Conta a história de Victor (Johnny Deep), um jovem prestes a casar com Victoria (Emily Watson. Num acto de desespero, após um ensaio de casamento que correu mal, ele foge para os bosques, tentando recitar os seus votos. Quando finalmente o faz, coloca a aliança no ramo de uma árvore. Horrorizado, depressa se apercebe que não era o ramo de uma árvore, mas sim o dedo da Noiva Cadáver Emily (Helena Bonham Carter), que possuía o anel. Uma história que dá um novo significado à palavra "até que a morte os separe", está repleta de intrigas, desgostos amorosos, recuperações alegres, e é marcada por um final glorioso. Com lágrimas à mistura, e risos em fartura, esta obra prima de Tim Burton é, para mim, um clássico.

A Noiva Cadáver é na minha opinião uma das mais belas personagens femininas animadas. Diriam vocês: então e a loira Cinderela ou Bela Adormecida, e a formosa Branca de neve? Não. A Noiva Cadáver tem o seu próprio e inigualável encanto. A sua voz é dada por Helena Bonham Carter, conhecida pelo seu papel como Bellatrix, nos filmes Harry Potter e por participar em quase todos os filmes que o seu marido, Tim Burton, realiza. No entanto, esta não é a minha única personagem preferida. Danço (e canto) sempre ao som da Remains of The Day, cantada por Bonejangles (Danny Elfman), um esqueleto com um só olho, mas com imensa pinta de jazz. Outra das personagens notáveis é o Maggot, um verme verde que habita na cabeça da Noiva Cadáver, uma clara e sádica paródia ao Grilo-Falante que servia de consciência a Pinóquio. Como podem ver, é um filme bastante rico, quer musicalmente, quer graficamente.


Eu adoro esta música de piano... Este é o meu instrumento preferido, e esta música toca-me imenso sempre que a oiço.

Aqui está o Dueto de piano.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Teenage Dream

O meu dia ainda vai a meio, mas não consegui evitar fazer um update. Ora, aula de educação física, pouco produtiva fio: teste seguido de auto-avaliação. Sim, e depois, ainda tentei jogar volei, mas pus-me a cantar a Teenage Dream, e a "We are familly, all my brothers, sisters and me". Na aula de Inglês, lemos uns textos e fizemos exercícios nos primeiros quarenta e cinco minutos e começámos a ver o filme Blood Diamonds nos segundos quarenta e cinco minutos. Apareceu uma cena com o Leonardo DiCaprio em toalha... Ele tem um corpo tão apetitoso... +.+ (mas não o trocaria pelo Luke Macflarane... xD).
Ora, na aula de inglês, antes de começarmos a ver o filme, decidi guardar as minhas coisas. Eu e o Gui sentamo-nos na última carteira da fila junto às janelas. Atrás de nós fica um espaço, onde costumamos por as coisas, lá ao canto. Eu torci-me, para ir buscar a mala, e o Gui, nas brincadeiras dele, fez a minha cadeira arrastar. Eu desequilibrei-me e, para não cair, segurei-me ao que pude. Ergui a cabeça e olhei para onde eu me tinha agarrado. O ombro dele... Tinha as duas mãos apoiadas no ombro dele, e ele continuou a olhar em frente, com indiferença. E eu tenho dificuldades em explicar o que senti. Bom, há uns tempos, o meu coração teria acelerado por estar a tocar-lhe, mas acho que desta vez foi mais pelo susto de ele poder fazer alguma pergunta a que eu tivesse que responder... BOm, não importa. Depois da aula, saímos da escola, para irmos para casa. Entretanto, cruzei-me com a Nê. E ele comentou "Então, daquela fonte já não bebes tu, hun?". Ao que eu respondo "Pois, não bebo e já não quero beber...". E ele pergunta "Então porquê?". Demorei dois segundos a responder, mas na minha cabeça, o meu cérebro batalhava entre duas respostas: a) porque sou gay; b) porque desisti de perseguir algo que não ia dar a lado nenhum. Ambas são verdade, se formos a ver bem... Mas optei pela b)...
Podem achar estranho, eu estar com medo de contar... Mas eu contaria que sou homossexual se as circunstâncias fossem diferentes. E já tinha tido uma conversa semelhante com o Elijah/Patrick mas ainda ontem conversei com o K. sobre isso. Ele comentou que se tivesse um namorado, seria mais fácil de contar às pessoas e eu concordei, afirmando que, se tivesse um namorado, teria muito mais a perder em manter segredo do que se contasse às pessoas que sou gay. Porque se eu me apaixonar por alguém, essa pessoa seria tudo para mim e o risco de a perder por não me assumir, para mim não vale a pena. e pronto... oh tenho de ir fazer o almoço. Esparguete salteado com bife e cogumelos... Mmmmm... querem um bocadinho? xD

Wherever you are, whomever you are, I know you're somewhere, I know there's a Teenage Dream for me in the world. And I know I'll also be your perfect Teenage Dream.

Cheers! :D

Digam lá se ele não é mesmo um pão...? +.+

terça-feira, 29 de março de 2011

Hoje estive um pouco ausente do mundo que me rodeava. Estava com o meu grupo de amigos, mas sem conversar. A minha cabeça divagava. Pensei em imensas coisas, incluindo algumas séries televisivas... Como Skins, ou As The World Turns (Que foi a primeira série americana a ter no ar, durante o período diurno, um casal de gays, o Luke Snyder e o Noah Mayer). Isso fez-me pensar, novamente, como seria ter um namorado. E, em última instância, fez-me imaginar a ser um ator/cantor conhecido. Claro, isso não vai acontecer, primeiro, porque não tenho jeito para representar, segundo porque não tenho jeito para cantar.
Na aula de Filosofia, a coisa agravou-se imenso. Primeiro, porque a stôra não conseguia pôr ordem na pocilga, e depois, eu não estava nem para ali virado. Comecei a divagar, com o Gui ao meu lado... E uma colega minha acordou-me das minhas fantasias, pedindo-me para estar atento na aula, para depois a poder ajudar com o trabalho que tinha para fazer de filosofia. Eu abracei essa motivação para tomar atenção à aula. A parir daí foi sempre a abrir.
Ontem decidi fazer o download de um filme: Devil. Yep, aquele filme de terror em que cinco desconhecidos entram num elevador, mas entre eles está o próprio demónio. Fiquei intrigado e acabei por resolver ver. Mas vou esperar mais um pouco, para aumenta o suspense de ver o filme a alas horas da noite, aproveitando que amanhã apenas entro às 15h.
Entretanto, acho que vou trabalhar na minha próxima história... E posso adiantar que... Ainda não vou adiantar nada :P

Cheers!! : D