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domingo, 9 de dezembro de 2012

Phoenix

We fall, we fall
But like the Phoenix
We rise, we rise
From the ashes, the ashes
Scattered on the floor

We rise, we rise
And go through the open door
Leave pain and sorrow behind, behind.
Our withered bodies burn down below
And we just rise and fly away
rise and fly away.


Portanto, parece que estou de volta. Estou de volta porquê? Porque acontece... Infelizmente o blogue tornou-se um sítio de escapatória quando a vida dá as piores reviravoltas possiveis. Acho que nao vale a pena entrar em detalhes. Depois aidna me acusam de seguir em frente e ver a situação como algo definitivo, quando, na realidade, essas pessoas é que me deram isso a entender. Estou farto que exijam de mim mais que o que posso dar. E que me tomem por garantido entretanto. Que se achem no direito de me pedir tudo quando não me dão tanto como querem, quando falham em coisas tão pequenas e simples que até mete dó. E não, não vou ser o chorão resignado que fui antes. Estou farto de ser essa pessoa, a sério que estou. Dei-lhe o volante para a mão. Disse-me que quando eu o fazia, despistava sempre o carro. Ele deixou-me na estação de serviço mais próxima e foi-se embora, sem deixar bilhete ou nota.

Em dois minutos, provaram que eu estava certo, na única coisa da minha vida que eu esperava ardentemente estar errado: que quando uma pessoa pede um tempo, anuncia o fim da relação, mais tardio ou madrugador, mas eventualmente, o fim.

E há duas semanas que estou doente, curo-me de uma coisa para apanhar com outra. O que também não ajuda ao meu estado de espírito. Para ser honesto? Já tinha saudades disto. Escrever assim, mais para mim do que para outra pessoa qualquer. De notar que os versos acima nao têm uma fonte porque eu sou essa mesma fonte, obrigado. (nota-se, não são grande coisa, lol). E vejo tanta coisa que desisti de fazer por pessoas que nunca viram o que estava mesmo debaixo dos seus olhos. E depois, quando chega a minha vez de ser magoado de maneira quase irreparável, o que é que ele faz? Claro, tentar reparar os estragos está fora de questão. O que se deve fazer mesmo é deixar para trás um caco do que outrora fui, e o próximo que cair nas graças dele que o arranje. Bagagem desnecessária, para ser honesto. É quase uma sentença de "se eu não o posso ter, ninguém o terá".

Tenho deixado tanto para trás... Gostava de acreditar que poderia ter sido algo mais, que não precisava de ser tempo desperdiçado. Mas no que se trata de lutar... Será que ele luta por mim, ou por fazer de mim aquilo que ele desejava que eu fosse?

Será que me vai censurar por escrever isto? Quero lá saber. Se ele está a ler, é porque há algo nele que ainda se digna a considerar-me parte da sua vida, e shame on you, if you don't act on that to fight for me.

E porque esta música diz muito do que eu desejo, e estava agora a dar na Mega Hits enquanto eu escrevia isto:
Kelly Clarkson - Dark Side

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Unrelenting Force

É um Thu'um - Shout - um feitiço formado na língua dos Dragões, no jogo The Elder Scrolls V: Skyrim...
Sinto-me como se me tivessem gritado as palavras Fus Ro Dah! Esta é a sua forma mais poderosa, e deita os inimigos ao chão, empurrando-os para longe e causando-lhes algum dano. E sim, sinto-me assim... Derrotado... Tento escrever e não escrevo para ninguém, tento escrever e as palavras já... Já não têm significado... Para mim têm, bastante. Mas quem dá o significado, ou o tira, ás palavras, não sou eu, mas sim aqueles a quem elas são dirigidas... E se a única coisa que me restam são as palavras para poder expressar o que sinto, porque hei-de perder até isso?

Não sei... Já não digo coisa com coisa, porque me sinto derrotado e... Já não sei. Estou desamparado, perdido... Já estive irritado, também... Não por causa dele, mas por causa da distância que nos separa que me impede de proferir palavras e formar gestos que algum significado tenham e... E não sei, abala-me saber que já nem para ele as minhas palavras significam alguma coisa... 

e como se tal não bastasse, sou atingido por erros, erros de coisas que eu nem consigo controlar (coisas como os sonhos), e que para mim tiveram um significado, mas pessoas alheias decidiram distorcer e analisar o sonho para si mesmas, como se a minha mente fosse uma imagem retorcida da pessoa que realmente quero ser. Não serve de nada dizer que senti nojo de mim mesmo, por estar a reviver de novo aqueles momentos em sonho. Para gente alheia, eu sentia desejo daquilo. Sim, daquilo que destruiu grande parte de mim. É completamente lógico imaginar que relembro com terrível saudade e desejo algo que me fez arrepender-me redondamente, e olhar para o meu próprio corpo com desprezo, náusea e repugnância, por não me sentir bem dentro daquela prisão suja e decadente. Sim, foi exatamente isso, sonhei com isso, não porque a minha subconsciência me queria relembrar de que foi assim que me senti depois de cometer aquele erro e que não o devia voltar a cometer, mas porque estou desejo de fazer de novo a mesma coisa...

Será que as minhas palavras chegaram ao ponto de valerem menos do que o sentido lógico do pensamento? Se assim é... Resta-me esperar que os algoritmos de pensamentos do cérebro de outrem se ponha no lugar... e soltar as lágrimas de saudade (não, não daquele tempo em que me sentia repugnado comigo mesmo, mas saudades dos momentos em que me senti a pessoa mais feliz da terra junto a ele), as lágrimas de desespero, e as lágrimas... Já nem sei do quê...

E pronto, foi um desabafo. Foi para isso que criei este blogue em primeiro lugar...