domingo, 25 de maio de 2014

Para Arquivar

umastroqueflameja.blogspot.pt

É este o link meu novo blog

Este blog vai servir como arquivo, um poço de memórias. Mas depois deta publicação, não farei mais nenhuma aqui. No entanto, neste novo blog, publicarei... bem, o que me apetecer mesmo. E sim, creio que desta vez vou mesmo regressar.

sexta-feira, 15 de março de 2013

The Script - Kaleidoscope

 Porque esta é a música que dediquei ao Elijah, e porque fala exatamente da nossa relação.

Oportunidades

Demos mais uma à nossa relação. Porque o amor podem ser apenas hormonas, mas não morrem tão depresssa como eu esperava. E porque não mais uma oportunidade, se sei que podemos estar bem, que os nossos problemas são facilmente resolvidos? Há problemas que não dão para resolver... Relações abusivas, por exemplo, acho que a pessoa que abusa não terá nunca emenda. Mas a verdade é que nem eu nem o Elijah colocariamos as maos um no outro dessa forma.

É uma oportunidade que lhe dei e ao que sinto por ele, uma que é justificavel, no mínimo, pelo facto de ele já me ter dado tantas oportunidades no passado. E sinto-me feliz. Sinto-me mesmo tão bem, que olho para trás e penso "deuses, estavas prestes a cometer o maior erro da tua vida, prestes a perder uma pessoa que amas tanto, e que também te dá muito, apesar das falhas que tem".

Hoje aconteceu algo em que me senti um pouco humilhado. Não vou entrar em pormenores, porque não é nisso que quero falar. O ponto que quero frisar é que o que me passava pela mente era: "gostava que ele aqui esstivesse, para poder esconder a minha cara no seu peito e sentir-me protegido do mundo lá fora." E sei que se ele lá estivesse o faria sem hesitar, sem precisar que eu pedisse e, muito provavelmente, até seria ele que me alcançaria e me pousaria a cabeça junto ao seu corpo para me escudar dessa situação.

Isso é amor. E fico feliz por não ter cometido o maior erro da minha vida. E por ter alguém que, apesar de me tomar por garantido, só o faz porque garante que estará lá para mim quando eu realmente mais precisar.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Às vezes sonho

Hoje o dia passou muito mais depressa do que o de ontem. Felizmente... Tive aula de laboratório de Elementos de Física. O meu trabalho é sobre o sonar, basicamente, gira à volta da medição da velocidade de propagação do som no ar e na água.

Vim directamente para o local de trabalho do meu pai, agora que não tenho internet em casa, tenho de vir para aqui, para poder ter acesso à consagrada ligação à web. A caminho daqui, vinha a ouvir a Science and Faith dos The Script outra vez. Ao início da manhã, o céu estava acinzentado, mas por essa altura até estava solarengo, agradável. Vinha a cantar para os meus botões ao som do meu mp3 e sonhei, sonhei com tudo o que posso ter, com tudo o que deixei de ter...

Olho para trás e penso como é possível ter passado tanto tempo? Eu já tenho dezoito anos, mas por vezes ainda me sinto como uma criança a caminhar na rua, perdido num recreio enorme que é a vida. Ainda dou por mim a querer pular e cantar, correr, brincar. E ainda por cima passei por um parque infantil, que me deu imensa vontade de utilizar, ams que ainda estava vedado por estar em construção. 

Hoje, com o sol a surgir novamente, dei-me ao luxo de não me embrulhar em casacos grossos. Qundo cheguei à faculdade, um colega meu, o Alves, olhou para mim e comentou "ora,ora, hoje vens todo pipi". Eu comecei a rir-me e expliquei-lhe que agora que o sol começa a despontar, vejo mais liberdade na roupa que visto. Levei as minhas skinnies escuras, os meus sapatos creme, uma camisola azul escura por baixo de um casaco de malha fina cinzento e, por cima desse casaco, um casaco preto pelo qual me apaixonei ao dar uma volta pela Zara e que a minha melhor amiga me ofereceu pelo natal. Ah, sim, não posso esquecer o gorro cinzento que a minha Tia M. me tricotou!! Ela até já me ensinou a fazer algumas coisas simples em tricot. Passos básicos, chamemos-lhe assim.

Às Quintas-Feiras, vou sempre almoçar e lanchar a casa da minha Avó. É a melhor coisa que eu poderia fazer. A minha avó acaba sempre a contar-me histórias da vida dela, e a minha tia a ensinar-me artes manuais. Acabo por aproveitar o tempo com a família... E sinto-me tão bem por o fazer.

terça-feira, 12 de março de 2013

Children. Children everywhere.

Era o que diria o Buzz Light-year se estivesse no meu lugar este Sábado. Estive nem mais nem menos do que 14 horas a cuidar de seis crianças entre os 18 meses e os 12 anos. Fiquei completamente arrasado, e cheguei ao final de Sábado com o amaldiçoado pensamento de que no Domingo teria de repetir a dose. Felizmente, foram só 3 horas, e eles puseram-se a ver os filmes do Shrek, o que me proporcionou um merecido descanso a ler enquanto eles se entretiam. Arrasou comigo, mas repetia, porque se não tivesse sido essa actividade de cuidar das crianças, na altura em que calhou, eu não estaria tão bem como estou. Estar com os miúdos abstraiu-me de pensar demasiado nas coisas, e fez-me ver que a vida é tão simples! Nós é que a complicamos. Quero viver como aquelas crianças que se sentam em qualquer chão a brincar com o que quer que seja, a descobrir os objectos do mundo. Ou como aquela menina de quem tomei conta que, asssim que foi lá para fora para o jardim, a primeira coisa que fez foi apanhar flores, um ramo enorme. A Bia estava comigo, a cuidar das crianças, e a menina chegou-se ao pé de mim com o ramo de flores e disse: "Toma, agora dás-lhe a ela, e vão casar!". E dançámos e tudo! Era um ramo de lindas flores amarelas, devo dizer, e isso fez-me pensar.

Fez-me pensar em como essa inocência é preciosa. Em como a vida podia ser assim tão simples, um ramo de flores e pronto... Mas divagueio, que me estou a afastar do tema inicial.

Enfim, foi um bom fim-de-semana de aprendizagem, apesar da perda colossal com que se iniciou. Mas não vou desperdiçar a minha vida a chorar sobre leite derramado.

Pelas tuas de Lisboa ao som dos The Script

 

Hoje o dia passou tão lentamente que até doeu, pelo menos a parte das aulas. Não é que eu não goste do meu curso, até porque estou a gostar mais deste semestre do que do semestre passado. Sinto-me até um pouco mais motivado para estudar, mas caramba, às vezes aborrece-me ter de apanhar o comboio às seis e quarenta da manhã, especialmente a parte em que tenho de acordar obscenamente cedo.

Mas faço uma caminhada de 20 minutos duas vezes por dia, todos os dias da semana, da estação de comboios para a faculdade, ir e vir. E até gosto de andar. Gosto de sentir os músculos das pernas a trabalhar, a arderem depois do esforço. E acalma-me, por incrível que pareça, o ritmo, o deslocar do ar à minha volta, os movimentos, os sons, os cheiros, as imagens da cidade lisboeta.

Normalmente caminho sozinho, ao meu ritmo. Não me perguntem porquê, mas gosto de retirar esse momento para pensar, meditar, nem mesmo ouvir música me faz parar de o fazer, pelo contrário, muitas vees o facto de estar a ouvir música redireciona os meus pensamentos.

Hoje não conegui parar de ouvir a Science and Faith dos The Script. Deixo-vos o refrão:

And of all the things that she's ever said
She goes and says something that knocks me dead:
"You won't find faith or hope down a telescope
You won't find art, it's only the stars
You can break everything down to chemicals
But you can't explain a love like ours
It's the way we feel, yeah, this is real"

 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Escrever

Decidi voltar a escrever em português, algo pequeno, mas que me está a dar mesmo vontade de escrever, inspirado por este post do Lobo Solitário, vai ser passado na Roma antiga, entre escravos e gladiadores. Depois voltoa  dar notícias sobre isso, se estiverem interessados :)

Cheers! =D

Six Degrees of Separation

First, you think the worst is a broken heart
What's gonna kill you is the second part
And the third, is when your world splits down the middle
And fourth, you're gonna think that you fixed yourself
Fifth, you see them out with someone else
And the sixth, is when you admit that you may have messed up a little

Agora não tenho ouvido outra coisa senão esta música dos The Script, cujo refrão está transcrito acima. Acho que estou algures entre o Terceiro e o Quarto grau.
Certezas não tenho de nada, se antes não tinha, agora ainda menos. Bom, pelo menos não no que toca ao futuro. Esse está guardado para acontecer após o final do presente. Mas já dizia o Panda do Kung Fu, algo do género:
O passado não podemos mudar, o futuro não é nosso para conhecer, o agora é uma benção, algo que nos é dado, não é sem razão que se chama Presente.

É o presente que podemos mudar, é desse que nos cabe cuidar, para assegurar o futuro, para não cometer os erros do passado. A minha vida terá de seguir em frente, já o vai fazendo lentamente. Não porque amei pouco, mas porque me magoei muito. E o mesmo aconteceu com o Elijah. Por isso agora cada um segue o seu caminho, porque quando duas pessoas se deixam de fazer felizes uma à outra e não estão dispostas a lutar, não vale a pena continuar.

E parece que estou a voltar em força aqui ao blogue. Não porque não tenho amigos com quem falar, mas até já tinha saudades disto, de escrever aqui, e libertar estes pensamentos para quem os quiser ler. A Bia servir-me-ia de confidente, não tivesse ela os seus próprios problemas na relação terminada. Mas ela parece que está à espera que eu reaja ao final da minha relação como ela. E quando lhe digo que não, que me recuso a chorar, que vou ser forte - como canta a Amy Lee "I'll numb he pain till I am made of Stone"-, ela compara-me ao ex dela e isso irrita-me, deixa-me enojado, porque posso até ter magoado o Elijah, mas nunca o fiz daquela forma nem propositadamente. Mas não vou entrar em pormenores, porque o blogue já não é tão privado como anteriormente. Ainda continuarei a falar dos meus problemas, mas os dos outros terão de ficar com as pessoas protagonistas de seus desamores.

Fico-me por aqui. Por enquanto. Sou capaz de ainda voltar a escrever mais qualquer coisa.

Agora olho para trás, e vejo que no passado dia 13 de Fevereiro, fez dois anos que publiquei algo pela primeira vez neste blogue. Foram dois anos muito atribulados, cheios de aprendizagens e experiências criadas. E espero que a minha vida continue assim, comigo sempre a aprender.

Cheers! =D

domingo, 10 de março de 2013

Try a She Wolf in a Hall of Fame

O título não faz sentido? é uma mash-up dos títulos das três músicas cujos videoclips são os meus preferidos:
Try - P!nk





She-Wolf - David Guetta ft. Sia




Hall of Fame - The Script ft. Will.I.Am

E tenho a dizer que adoro os sons de todas elas. E vamos falar de como os efeitos na She-Wolf estão brutais? Ah, e já agora, como eu gostava de ter umas calças iguais às do bailarino da Try? E será que é demais dizer que eu inevejo as roupas e a voz do vocalista dos The Script?

e uma coisa que me fez ter muito respeito pela P!nk, foi este video, onde ela dançou ao vivo a coreografia do videoclip ao mesmo tempo que cantava!!

Shadows or Freedom? I cannot tell. Or maybe I can?

Às vezes a vida toma rumos opostos aos que desejávamos. Por vezes relações com as pessoas "dão para o torto" e simplesmente deixam de resultar. A minha melhor amiga diz "O amor é uma merda." Eu digo "não, as pessoas é que por vezes são". E é verdade, o amor, sendo nada mais do que hormonas correndo-nos no sangue - algo explicável pelas ciências bioquímicas e não penas psico-sociológicas -, é algo que nos faz sonhar, nos faz viver. As pessoas, nós, nós é que estragamos isso por vezes.

E seria de esperar que eu estivesse chateado, mas na verdade, é como diz a Adele "Who would have known how, bitter-sweet this would taste". Porque é engraçado como alguém me diz que eu de qualquer das maneiras deixei de amar com um desdém como se a culpa de tal ter ocorrido fosse minha. São hormonas, sim, mas elas precisam de um estímulo. Se isso deixa de haver, bom, adeus hormonas, adeus amor. Leva algum tempo, porque os resíduos contínuam cá, as memórias e tudo mais.

E hoje de manhã saiu-me um pnesamento enrome, do qual a frase que fixei foi: caminho para as sombras do futuro devido à curiosidade de saber o que escondem, e ao mesmo tempo fujo das sombras do passado por receio do que elas guardam.

 A última oportunidade foi dada e desperdiçada mais do que uma vez e isso torna-se cansativo. Chegou a hora de seguir em frente. O futuro é incerto, o destino somos nós que o fazemos. Se chegarei ao fim da minha vida sozinho romanticamente, ou se encontro alguém que eu sinta que me dá valor, só o tempo o dirá. Até lá, vou vivendo a vida. Carpe Diem. Aproveita o Dia.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013

Parece que afinal sempre sobrevivemos ao fim do mundo, supostamente agendado para dia 21 de Dezembro. Felizmente, acho que ainda estamos todos bem vivos. Estes últimos dias de Dezembro têm sido bem passados, preguiçosos sem fazer nada de jeito, se bem que agora que a época dos exames está a começar, tenho de me aplicar mais nisso.

Ora, no dia 23 fui de viagem para o norte, para casa dos meus avós maternos, para passar o Natal. Desta vez a consoada foi passada em casa da minha madrinha, entre a família, lá passámos o tempo até à meia noite a jogar cartas, depois de termos voltado de uma visita a casa dos sogros da minha Prima. (Não sei se quero recordar o facto de que o cão da minha prima me tentou trepar as pernas e não, não digo isto no sentido literal, infelizmente...). Lá ensinei a minha prima a jogar um jogo de cartas, para variar, uma vez que conheço muito poucos e normalmente ocorre o oposto - é ela a ensinar-me a mim. Acabei também a ensinar os meus pais a jogar. Entretnato chegou o momento de abrir as prendas, e depois de ir para casa. Devo dizer que aguientei até pouco tarde este ano no natal... Era uma da manhã e estava já a sonhar na minha caminha bem quente e confortável. Bom, pelo meno este ano o inverno lá não foi tão frio como de costume.

Voltei no dia 26 de manhã, e no dia 27 de manhã, estava já de caminho para o Algarve, para passar três dias com o Elijah. Bem que estavamos a precisar, depois do stress que passámos... Devo dizer que adorei lá estar, como sempre, afinal de contas, nem sempre tenho a possibilidade de poder celebrar um ano e meio de namoro com a minha cara metade (principalmente pelo facto de só ocorrer uma vez numa vida inteira, mas pormenores à parte... Lol). E ele até me ensinou um jogo novo (e ganhei a primeira ronda, mas ainda desconfio que foi mesmo sorte de principiante porque perdi os restantes que fizemos). Deuses, o ensopado de Javali que a mãe do Elijah fez estava mesmo saboroso! Há anos que não comia javali, e deixei o meu pai cheio de inveja, uma vez que ele também gosta bastante de carne de Javali, e até foi ele que me introduziu ao dito petisco. E assim se passaram os dias 27, 28 e 29, sempre na presença de uma das pessoas mais importantes da minha vida (arrisoc mesmo a dizer a mais importante). É... O amor tem destas coisas. Custou  voltar a casa... é sempre uma experi~encia agri-doce, porque, por um lado, não o posso ter bem junto a mim, mas por outro, afinal de contas, sempre estoua  voltar a casa, e isso é algo que nunca é completamente mau para mim.

E finalmente, a passagem de ano. Normalmente passamos o final de ano com a família, mas este ano foi diferente. Fomos passa a casa de uma amiga dos meus pais, a Ana. Devo dizer que adorei a experiência. Só para ter noção, quase que nos passava a meia noite ao lado, tão distraidos que estávamos, e nem demos pelas cinco da manhã chegarem. Mas voltando ao início da noite, houve entradas, comida self-service, e sobremesas bem saborosas. Pouco antes da meia noite fizemos uma coisa que achei bastante interessante. Foi dado a cada convidado uma ciaxinha com uma vela e um papelinho com uma mensagem escrita, que nos faria reflectir (de notar que as caixas foram escolhidas aleatoriamente). Um a um, lemos a mensagem que nos calhou em voz alta, acendiamos a vela e colocávamo-la a boiar numa tina de água que tinha uma vela maior no meio. Foi um efeito giro e devo dizer que realmente as mensagens que calharam às pessoas, geralmente, eram bastante relevantes. Claro que não vou dizer a minha, isso é algo que é para ficar naquela sala (principalmente pelo facto de parecer que até há uma força invisivel a repreender-me por não estudar e não me aplicar... Já não me chagavam os meus pais e o Elijah, hum? Acho que realmente se calhar é melhor começar a pensar nisso... enfim!). Depois disso, chegou a meia noite, e conversou-se acerca dos (leia-se gozou-se com os) concorrentes da Casa dos Segredos. E juro, aquela gente é de partir o coco a rir, ora vejam algumas das conversas que aconteceram durante a noite...

*Ao ver a Casa os Segredos, onde se estava a apelar à memória dos concorrentes acerca das regras que eles tinham dito que seguiam para jogar e ganhar*

F (uma das convidadas): *com sotaque nortenho, óbvia sátira à origem dos concorrentes, comentando o facto das concorrentes estarem a ter dificuldades em lembrar-se do que tinham dito.* Estas gajas pá, só cilicone... Têm cá umas memórias...
N (um dos convidados: Sim, realmente, têm uma 'mamórias', deixa que te diga!

*Mais tarde, quando se passou pela MTV para dar alguma música, e começa a dar a Boyfriend do Justin Bieber*

N: Epah, este gajo ficava muita bem era com uma bala na testa.
S (um outro convidado): É o Justin Biberão

*Já depois da meia noite, quano estávamos a escolher as músicas para cantármos no karaoke e passámos por uma música dos Jonas Brothers*
N: Epah, estes gajos são um espetáculo!
F: Achas?
N: Epah, yah é pena é respirarem.

Portanto, podem ver, esta gente é de partir o côco a rir, e sim, até pode ter sido à custa de outras pessoas, mas caramba, a espontaneadade com que estas frases saltavam da boca deles era mesmo de fazer rir o mais macambúzio.


Portanto, depois da meia-noite, cantámos karaoke, a seguir jogámos buzz e finalmente terminámos a noite a jogar cartas. Ensinaram-me um novo jogo e devo dizer, se eu já achava que eles eram umas hilariantes peças, então depois do jogo fiquei sem dúvidas. Acho que nunca me ri tanto com um jogo de cartas na minha vida. As horas foram passando, e acabámos a ver o Rei Leão, por volta das 5 da manhã. Não chegámos sequer à minha parte preferida, em que o Scar canta a sua musiquinha, porque o objetivo não era fazer uma direta, e portanto, ás 5, os que não iam ficar a dormir em casa da Ana, foram todos para casa, incluindo eu, os meus pais e os meus irmãos. Só me deitei ás seis da manhã! Hum, parece que compensei o facto de me ter deitaco "cedo" na noite de consoada, não é? Enfim, foi uma boa passsagem de ano. Ah, e quase me esqucia! Algures entre jogar Karaoke e Buzz (este último jogo tendo eu ganho, ae até vencido o N, que pelos vistos era o mestre do jogo, apesar do seu daltonismo), escrevemos as nossas resoluções de Ano Novo. Com dificuldade, lá me lembrei de 5. Espero conseguir cumprir...

Enfim, agora que já dei notícias acerca do que tenho andado a fazer nestes últimos tempos, desejo um bom 2013, cheio de sorte e acima de tudo saúde.

Cheers!! =D

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Mumford And Sons

Há umas quantas músicas dos Mumford and Sons de que eu até gosto, o que me surpreendeu, porque acho que sinceramente este não é bem um género de música pelo qual caio de amores. Comecei primeiro por ouvi-los na rádio. Desde que comprei um Rádio leitor de CDs, que a Mega Hits é a minha eterna companhia. Antes era apenas o relógio despertador, com o seu incessante tic-tac, que não deixa o meu irmão dormir quando tem de passar a noite no meu quarto para ceder o dele a visitas. Agora é o som da música que enche o quarto assim que chego a casa, pois é a primeira coisa que faço assim que passo por aquela porta: ligar o rádio. E desligá-lo é sempre a última que faço antes de me ir deitar.

Voltando ao tópico original do post, ora a primeira que ouvi deles doi, se não me engano, a Little Lion Man, e esta é sem dúvida, sem tirar nem por a que mais gosto deles. É uma música que me toca bastante. Identifico-me imenso com esta música... E sim tem assim umas partes com linguagem mais forte, mas é assim que são os sentimentos, correcto?



Weep for yourself, my man, 
You'll never be what is in your heart
Weep Little Lion Man,
You're not as brave as you were at the start
Rate yourself and rake yourself,
Take all the courage you have left
Wasted on fixing all the problems 
That you made in your own head

But it was not your fault but mine
And it was your heart on the line
I really fucked it up this time
Didn't I, my dear?
Didn't I, my...

Tremble for yourself, my man,
You know that you have seen this all before
Tremble Little Lion Man,
You'll never settle any of your scores
Your grace is wasted in your face,
Your boldness stands alone among the wreck
Now learn from your mother or else spend your days Biting your own neck

But it was not your fault but mine
And it was your heart on the line
I really fucked it up this time
Didn't I, my dear? (x2)

Didn't I, my dear?

Ahhhhh......

But it was not your fault but mine
And it was your heart on the line
I really fucked it up this time
Didn't I, my dear? (x2)

Didn't I, my dear?

Pronto, e depois há aidna a outra que gosto bastante mesmo, a I Will Wait


E ainda, esta que descobri há pouco tempo:

domingo, 9 de dezembro de 2012

Phoenix

We fall, we fall
But like the Phoenix
We rise, we rise
From the ashes, the ashes
Scattered on the floor

We rise, we rise
And go through the open door
Leave pain and sorrow behind, behind.
Our withered bodies burn down below
And we just rise and fly away
rise and fly away.


Portanto, parece que estou de volta. Estou de volta porquê? Porque acontece... Infelizmente o blogue tornou-se um sítio de escapatória quando a vida dá as piores reviravoltas possiveis. Acho que nao vale a pena entrar em detalhes. Depois aidna me acusam de seguir em frente e ver a situação como algo definitivo, quando, na realidade, essas pessoas é que me deram isso a entender. Estou farto que exijam de mim mais que o que posso dar. E que me tomem por garantido entretanto. Que se achem no direito de me pedir tudo quando não me dão tanto como querem, quando falham em coisas tão pequenas e simples que até mete dó. E não, não vou ser o chorão resignado que fui antes. Estou farto de ser essa pessoa, a sério que estou. Dei-lhe o volante para a mão. Disse-me que quando eu o fazia, despistava sempre o carro. Ele deixou-me na estação de serviço mais próxima e foi-se embora, sem deixar bilhete ou nota.

Em dois minutos, provaram que eu estava certo, na única coisa da minha vida que eu esperava ardentemente estar errado: que quando uma pessoa pede um tempo, anuncia o fim da relação, mais tardio ou madrugador, mas eventualmente, o fim.

E há duas semanas que estou doente, curo-me de uma coisa para apanhar com outra. O que também não ajuda ao meu estado de espírito. Para ser honesto? Já tinha saudades disto. Escrever assim, mais para mim do que para outra pessoa qualquer. De notar que os versos acima nao têm uma fonte porque eu sou essa mesma fonte, obrigado. (nota-se, não são grande coisa, lol). E vejo tanta coisa que desisti de fazer por pessoas que nunca viram o que estava mesmo debaixo dos seus olhos. E depois, quando chega a minha vez de ser magoado de maneira quase irreparável, o que é que ele faz? Claro, tentar reparar os estragos está fora de questão. O que se deve fazer mesmo é deixar para trás um caco do que outrora fui, e o próximo que cair nas graças dele que o arranje. Bagagem desnecessária, para ser honesto. É quase uma sentença de "se eu não o posso ter, ninguém o terá".

Tenho deixado tanto para trás... Gostava de acreditar que poderia ter sido algo mais, que não precisava de ser tempo desperdiçado. Mas no que se trata de lutar... Será que ele luta por mim, ou por fazer de mim aquilo que ele desejava que eu fosse?

Será que me vai censurar por escrever isto? Quero lá saber. Se ele está a ler, é porque há algo nele que ainda se digna a considerar-me parte da sua vida, e shame on you, if you don't act on that to fight for me.

E porque esta música diz muito do que eu desejo, e estava agora a dar na Mega Hits enquanto eu escrevia isto:
Kelly Clarkson - Dark Side

terça-feira, 29 de maio de 2012

Gay Authors


 

Há uns tempos descobri este site, onde vários autores publicam histórias cuja temática pode abrodar muitas coisas completamente diferentes, desde a vida banal do dia-a-dia até sagas imensas de aventura e fantasia.

Aqui estão algumas das histórias que recomendo (em inglês, como todo o site)

Belovéd por Don H
É a história de Cameron MacKenzie e Kevin Stolz, vizinhos e amigos desde que nasceram, agem como irmãos. Mas um dia, e depois de muitos acontecimentos que mudaram a sua vida, eles acabam por confessar que o que sentem um pelo outro +e mais do que amor entre irmãos.

Butterflies FLy Free por Bill W
Uma das minhas preferidas. Leo cruza-se com Colt, um rapaz que parece abandonado e sem casa. Leo acaba por o acolher em sua própria casa, e cedo descobre que sente algo pelo rapaz, mas acha que tais sentimentos são impróprios, até que Colt revela também querer algo com ele.

Home por Nephylim
Esta é uma história tocante de como Ryden, um jovem que sofreu um grave acidente, tenta lutar contra o seu próprio corpo, na esperança de se reencontrar com a sua família, com os seus amigos, e com o rapaz que ama, Lucas.

E já agora, deixo aqui um link para o meu perfil, caso estejam interessados em ler as minhas histórias: http://www.gayauthors.org/author/jamesalexander 

domingo, 27 de maio de 2012

As voltas que a vida dá

Estivemos tão perto de cada um seguir o seu caminho... Mas as coisas não estavam destinadas a acabar dessa forma. Haveriamos novamente de resolver as nossas diferenças como sempre fizémos. E finalmente, ele veio cá. Esteve aqui ontem. Tivemos tempo apra tudo, até para irmos às compras juntos. Pesámos que mal conseguiriamos ter tempo para alguma coisa... Mas tivemos momentos românticos, momentos eróticos, momentos casuais... Deu tempo até para aparvalhar, a fazê-lo rir com as cócegas. E depois houve também quele momento em que ele estava sentado de pernas à chinês na minha cama, e eu deitado, com as pernas de cada lado da sua cintura, ancas entre os seus joelhos e de barriga para cima. Ele subiu-me a camisola, e brincou com o meu umbigo, enquanto conversávamos sobre tudo e sobre nada, e desejávamos poder passar todos os dias assim. Senti-me próximo dele novamente, com o seu toque quente na minha pele. Ainda o posso ver ali sentado na cama, a observar-me, com o seu sorriso... Deuses, como eu amo aquele rapaz! Faz-me pensar em tanta coisa, e tanta coisa dá seguimento a isso, que eu queria escrever e descrever o que sinto, mas perco-me nas minhas próprias palavras e o texto terá de ficar assim, pequenino.

Mas tenho algo mais a dizer aos leitores. Falei com o Elijah sobre isto ontem. Perguntei-lhe se às vezes ele ainda tinha vontade de escrever num blogue como antes fazia. Ele respondeu que sim, mas que depois acabava por não o fazer porque se desleixava com a manutenção do site. Por isso ofereci a minh Arca, onde ele poderá guardar os seus textos soltos junto aos meus. A Arca no Sótão é, afinal, uma reunião de pensamentos e de intimidades da minha vida, e ele já faz parte integral de toda a minha vida. Portanto, brevemente, o Elijah será tido como co-autor deste blogue. Assim poderão ver por vezes a vida na perspetiva dele.

Cheers! =D 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Parei por aqui para dizer...

Que o novo albúm dos Evanescence está mesmo... Sem palavras! Aqui ficam umas quantas músicas para ouvirem, e saberem se gostam ou não:


Lost in Paradise


My Heart is Broken


What You Want


Sick


Say You Will
 

And my personal favorite: Made of Stone

domingo, 15 de abril de 2012

Night of The Hunted Hunter

Olho-o bem do alto. Agora sou eu o último a rir.

Chegou a noite.

Isso, pede por ajuda a todas as entidades divinas imaginadas e criada pelo homem ignorante que não sabe que o verdadeiro poder está na terra, bem aqui perto, nas nossas mãos.

Ahah! Escondes-te?! Isso, esconde a cara enterrando-a nas mãos! as agora sou eu que estou no alto, não é? Lá no alto. Tudo isto, culpa tua ingénuo passageiro no vagão da suposta primeira classe. Estás com medo do escuro? Pois ainda bem, porque é no escuro que eu caço. éno escuro que te persigo, na tua sombra. Fechas os olhos para não me veres, e tudo o que vês é escuridão, e tudo o que sou é escuridão. Fechas os olhos e tudo o que vês é a mim.

Vês agora? nascido do ventre onde não pertencia, desapontando todos, destruindo-lhes as expectativas que tinham, destruindo-lhes os corações, destroçando-os em pedaços e faço o mesmo contigo agora, mas agora é a noite, a noite da caçada, a noite em que finalmente conheço a minha doce e fria vingança. É hoje que tudo acaba. Para ti. é a noite em que recomeça a minha vida. Não ficarás a rir cinicamente como sempre o fizeste quando me lembravas de tudo aquilo, quando me aprisionavas no meu passado , do meu nascimento no ventre venenoso corrupto por uma qualquer criatura que não existia, que não era deste mundo.

Rezas de novo ao teu Deus. O teu Deus não te pode ajudar. Porque ele não existe. Eu ergo-me acima de tudo isso e vejo-te a ti e a todos os teus fracos companheiros como formigas lá em baixo. Movo-me entre ladrões assassinos e mentirosos, não sou um deles, mas sou todos eles, todos eles num corpo, o Demónio no teu interior. fecha os olhos e voltas a ver-me como um flashback, uma memória corrompida, sangrenta, uma memória confusa que te faz trocar palarvras, números, cronologias, ideias.

mas ergues-te acima de mim. Mas a noite é minha. A noite é minha, do caçador, não tenhas medo do escuro. é no escuro que eu cresço e volto a erguer-me acima de tudo, é à noite que te lembra. É à noite que te lembras da vingança. é à noite que te lembras de mim, o teu pior pesadelo. É à noite que te lembras do Demónio que sempre esteve dentro de ti desde o dia em que caminhaste ao sol deste mundo, coisa que nunca mereceste. é durante a noite que juro pelos deuses que quebrarei o teu coração, te despedaçarei em pedaços e de rasgarei as entranhas de dentro para fora.

A noite é da escuridão.

A escuridão é a memória.

A memória do demónio que te assombra.

O demónio que te assombra, como sempre fez, eu que sempre te persegui.

Eu que sempre te persegui porque...

Porque tu e eu somos o mesmo.

Porque à noite te lembras que és tu próprio quem te auto-destróis. És tu próprio que és os mentirosos, os ladrões, a escumalha. És tua  escuridão dos outros e a destruição do alheio. És tu a confusão dos lúcidos e a certeza dos loucos. És tu o fruto do ventre venenoso, és tu que talhas e destróis tudo à tua volta. fechas os olhos e ves-me na escuridão. Vês a ti mesmo na escuridão como se o negro se tratasse de um espelho límpido, porque...

Eu e Tu.

Alegria e Destruição.

Somos o mesmo.

O Caçador é caçado... por si mesmo.
  
[Inspirado a ouvir a Night of The Hunter dos 30 Seconds To Mars e no meu estado de espírito deplorável de final da noite...]

terça-feira, 10 de abril de 2012

Precisamos de uma calamidade tipo 2012 que acabe com este tipo de pessoas...

O post onde descobri
o artigo infame de que o Ricardo falava

O que me salta mais à vista é a frase várias vezes dita, onde o senhor José António Saraiva escreve " alguns jovens que não têm inclinações evidentes acabam por ser atraídos pelo mistério que ainda rodeia a homossexualidade e pelo fenómeno de moda que ela assumiu em determinados sectores."

Será que com "algum jovens que não têm inclinações evidentes acabam por ser atraídos pelo mistério que ainda rodeia a homossexualidade" ele se refere áqueles rapazes (tal como eu), que não têm nenhum comportamento mais feminino, vulgarmente conhecidos por tiques, e que é na verdade homossexual? Ou seja, àqueles gays que vão contra os estereótipos da sociedade? E que mistério é esse? que eu saiba homossexual é pura e simplesmente um indivíduo que se sente atraído sexual e/ou afetivamente por outro indivíduo do mesmo sexo, de misterioso não tem nada... E com "fenómeno de moda que [a homossexualidade] assumiu", que quer ele dizer? Que ser gay virou moda? Ou seja, arriscar ser deserdado pela família, rejeitado pelos amigos, e acabar num país onde os seus direitos são diferentes e menores que os dos outros é moda? Para isso viraria moda inventar máquinas no tempo e ir para os confins da época medieval...

E tal como o Ricardo disse, como é que este senhor sabe que um rapaz é gay, só porque se recosta no elevador, de pernas e braços cruzados, de cabeça baixa? Isso é indicador de (como referido pelo autor do blogue onde descobri esta pérola negra) timidez, talvez cansaço, aborrecimento até! De homossexualidade? Que eu saiba, poder-se-ia considerar um rapaz homossexual se ele estivesse no elevador, encostado contra a parede do mesmo a beijar o seu namorado/parceiro.

Mas no topo deste bolo, adoro como o senhor Saraiva trata a homossexualidade como uma escolha, como escolher um partido diferente do dos pais para demonstrar revolta. Para demonstrar revolta?! Para demonstrar revolta um adolescente isola-se, mete-se em substâncias ilícitas, anda com companhias duvidosas (e com isto quero dizer tipos que deviam estar presos), não decide um dia de manhã que é gay, se vai vestir de cor de rosa e ostentar uma bandeira arco-íris!

Claro, estou a exagerar nesta última frase, mas um facto é certo, o artigo deu-me a volta ao estômago de uma maneira que nem o consegui ler todo. Mas fiquei mais descansado porque todos os comentários demonstravam que ninguém que leu aquele artigo, gente culta, concordava com o que o senhor Saraiva dizia. E notem que uso o termo "senhor" com uma ironia extrema... mas ora aqui fica um par de imagens que descobri em links dos comentários que transmitem bem a ironia da situação:

Hoje vi um trabalho na escola, afixado em cartaz, sob o tema "influência dos genes no dia a dia" em que diziam que a homossexualidade tinha a sua parte de genética. Na altura isso pareceu-me ridículo. A verdade é que está tudo nas hormonas, e estas são proteínas, cuja produção está nada mais nada menos codificada nos genes, no material genético que herdamos dos nossos pais, mas que sofre certas mutações e misturas que podem dar, e dão mesmo, origem a uma nova grelha inédita para mapear um futuro ser vivo, por isso a hipótese não é assim tão descabida quanto parece à primeira vista, do ponto de vista de um adolescente gay como eu. Mas depois de ler este texto, chego a uma conclusão. O grupo que realizou o trabalho, baseou-se em dados científicos disponibilizados por determinados estudos mais ou menos rigorosos, mas todos com a sua base científica. As palavras deste senhor, vêm de uma boca ignorante, e fico-me por esse adjectivo para não parecer mais ofensivo. Claro, todos temos direito à nossa opinião, é óbvio, e esta é a deste senhor. Mas daí a expo-la como propaganda neste jornal, sem qualquer outra base para assumir coisas sobre as pessoas para além da forma como assenta os pés no chão, vai uma diferença entre dar a opinião e armar-se em ridículo!

E, por fim,a  este senhor, digo o que disse aos meus pais na altura em que me assumi: "Ser gay não foi algo que escolhi! Acham que eu escolheria dificultar o resto da minha vida, que escolhi ter de enfrentar todo o mundo sem poder fazer nada sobre isso? Acham que escolhi ser isto que até tive de guardar como segredo por medo de perder o amor dos meus pais devido a quem sou?" Não me parece que eu tenha aderido a essa moda porque me apeteceu de um dia para o outro. Este senhor devia passar os dias na pele de um adolescente gay onde estes ainda são condenados à morte por lei...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Para Sempre é Muito Tempo... [Em resposta ao comentário anónimo]


Não, "para sempre" não é muito tempo. Não mesmo! É verdade que apagámos o blog mas isso não significa de maneira nenhuma que tenhamos terminado a relação. Desde quando é que um blog (existente ou eliminado) é o mesmo que o estado de uma relação? Decidimos eliminar o blog que tinhamos em conjunto porque sempre foi um bocado complicado termos tempo para escrever lá. Umas vezes eu não podia, outras vezes um de nós se esquecia. Preferimos dedicar o nosso tempo a fazer coisas juntos e ultimamente não temos tido mesmo tempo nenhum para blogs. Ainda por cima, a época de exames aproxima-se para ambos e assim que terminarmos o secundário vamos viver juntos. Por isso, chegámos à conclusão de que não valia a pena manter um blog daqueles, por enquanto, visto que a relação está numa altura em que sabe bem ser só nossa e de mais ninguém. Preferimos aproveitar o tempo que temos para preparar o nosso futuro juntos e vivermos a nossa relação em pleno um com o outro. Talvez no futuro, em que possamos passar mais tempo juntos, tenhamos oportunidade de escrever os dois em conjunto, mas por enquanto, não beneficiamos com isso.

No entanto, agradeço a preocupação mas a nossa relação não é algo que vá acabar. 

Amamo-nos imenso e para sempre!

e para sempre não parece muito tempo quando o passamos junto um do outro :)

domingo, 18 de março de 2012

Love is in the air

 


Só mais uma semana para as férias! Fui passar o fim-de-semana a casa dos meus avós. Bom, se leram o último post, devem ter ficado com a ideia e que a coisas entre mim e o Elijah estão muito más. Mas se leram o blogue que eu e ele escrevemos em conjunto, então sabem que afinal de contas, há males que vêm por bem. Acho que foi preciso irmos ao fundo para realmente voltarmos a trepar mais fortes do que nunca. Este fim-de-semana longe da internet deu para morrer de saudades!

Ele saiu agora do quarto. Mas ainda há pouco o estive a admirar... Sabem aquela sensação que têm quando olham para alguém e sentem o peito ficar mais leve, como se o coração falhasse uma batida, com borboletas no estômago? Aquela sensação que têm de extrema alegria quando vos dão ou conseguem arranjar algo que já andavam a querer há anos até? É assim que me sinto cada vez que olho para ele, cada vez que ele me entra no pensamento, cada vez que lhe digo que o amo. Deuses... O corpo dele... Na altura em que comecei o namoro com o Elijah, senti-me orgulhoso por me ter apaixonado pelo que é, e não pela sua aparência física. Mas vê-lo foi como apaixonar-me completamente de novo por ele. O corpo dele é o único que me dá vontade de passar as minhas mãos pela sua pele quente, poder saborear os seus lábios com os meus... E vou ficar por aqui, para tornar o post demasiado explicito, se é que me entendem. Sim porque eu amo-o literalmente dos pés à cabeça, com tudo o que vem pelo meio incluído...

Enfim, amo cada célula do seu corpo com toda a minha vida. O ser humano tem triliões de células. Agora imaginem como é amar uma célula com a nossa própria vida. E agora multipliquem isso por 3 triliões, e saberão quanto é um milésimo daquilo que eu o amo. Exagero? Não. E a cada segundo que passa, o meu amor por ele cresce exponencialmente e tende para mais infinito, como diria a minha professora de matemática. O meu coração já não bate sem pensar nele.

Às vezes ele dúvida do que sinto, não por mal, claro. Ele é um pouco inseguro. E às vezes, distraído como sou, faço passar a imagem de que me esqueci do que sinto por ele. No entanto, o que sinto por aquele rapaz de olhos castanhos com um pouco de verde é maior e mais inesquecível do que qualquer sentimento que outrora abalou o meu coração.

Escrevi que quando está partido, o meu coração não é capaz de te amar... na verdade... por mais espezinhado que o meu coração estivesse, nunca seria capaz era de deixar de te amar. Nunca.

Amo-te, mio caro. Com todo o meu coração, e com todos os pedacinhos do mesmo caso ele alguma vez se parta :)