sexta-feira, 10 de junho de 2011

Afinal...

Eu e ele tínhamos planos para Segunda-feira. Mas afinal não vamos ter a casa toda só para nós, que é dia St.º António, feriado em Lisboa. O pai e a mãe estão em casa, e não temos aquela privacidade tão desejada... Mas nada nos impede de estarmos juntos, ir dar uma volta, possivelmente antecipar aquele passeio a Sintra. Os planos de ficar no sofá a ver o filme, continuam de pé, apenas foram adiados hehe. Enfim.

Hoje estive com a Bia. Ela voltou a fazer-me perguntas constrangedoras, mas desta vez o assunto era mesmo um pouco embaraçoso para mim... Enfim, perguntas sobre como tinham corrido as coisas com o Miguel.

Agora é a parte que vão de certeza achar estranha. Há pouco tempo, eu dizia que queria riscar o Miguel da minha vida. Agora... Bom, o Miguel é o "ele" de quem tenho falado. Enfim, a vida às vezes dá umas volta um bocado maradas. A verdade é que, apesar de amar o K., isso não está posto em causa, sempre senti alguma coisa pelo Miguel. E pode-se dizer que é uma relação amor-ódio... Bom, o que se passa é que as coisas que ele me disse me atingiram com tanta força por terem sido vindas dele. E há gente que acha estranho (nomeadamente a Jú e a Bia, que são as únicas que sabem disso...) que eu e ele estejamos juntos. Sim, ultimamente temos transparecido que apenas nos odiávamos, mas as coisas nem sempre foram assim. Eu e ele sempre fomos muito próximos. E já antes tínhamos estado próximo de chegar ao "nível seguinte" se é que me entendem... ter algo mais que uma amizade. Mas na altura não me sentia muito pronto para isso. De facto, há pessoa que comentam que eu e o Miguel às vezes parecia que nos dávamos muito bem, e que outras aparentávamos estar a ter uma discussão de casal.

Retornando à conversa com a Bia... Ela, como já disse achou estranho eu estar com o Miguel. E depois começou a fazer perguntas embaraçosas com só ela sabe fazer:
- Então conta tudo!
E eu contei. Que estávamos sozinhos em minha casa, a ter uma conversa de amigos. Eu estava sentado ao computador e ele por trás de mim, pousou-me as mãos nos ombros e segundos depois, estava a beijar-me o pescoço. Daí à boca não foi muito tempo. Eu deixei-me levar pelo momento, e fomos para a cama. Entretanto a Bia disse que não queria mais pormenores para além do beijo. E eu não dei. Dois minutos depois estava a suplicar que lhe contasse o que tinha acontecido. Às vezes até a mim me surpreende o quão direta aquela rapariga é. Sem hesitar, sem "bla bla whisckas saquetas bla bla Napoleão bla bla", sem rodeios, ela vai logo ao cerne da questão. Perguntou-me as perguntas certas. O que tinha feito depois de o ter beijado, o que tinha feito quando fomos os dois para a cama na quarta, o que tínhamos feito no sofá da sala, na banheira cheia de água... Enfim... Como disse o K., andámos a "fazer coisas que não são para a nossa idade"... E mais não digo, que o resto da conversa foi assim, entre faces vermelhas e risos nervosos. [e estaladões com um caderno que ela me deu, enquanto gritava em plena rua: "AHAHA!! Se até tu já fizeste isso, eu já posso fazer à vontade, que eu não queria ser a primeira a perder a virgindade". Cristo, as situações em que ela me mete... Enfim.

Um conselho: nunca contem a uma rapariga que têm uma vida sexual ativa. Ela vai querer fazer tudo. Mas literalmente tudo. Cometi o "erro" de falar nisso a duas e agora não me largam a perna...

Nota mental: tenho de me deixar de escrever (e dizer) muitas vezes a palavra "enfim"... Está a tornar-se um tique desagradável... LOL.

Cheers!! =D

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